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26.4.16
Ciclo de palestras . O PAPEL CENTRAL DO CULTIVO DA ENERGIA NA MELHORIA DA SAÚDE E PREVENÇÃO DA DOENÇA . 28 de abril de 2016 . 17h00
Mª Helena Pereira é licenciada em Engenharia Química, Mestre em Ciências da Educação, Pós-Graduada em Nutrição Humana. Tem o Curso Superior de Medicina Tradicional Chinesa, formação em Chi Kung (Qi Gong) e Tai Chi Terapêuticos e certificação como instrutora de Wu Dang Qi Gong pela Chi for Longevity Inc. (EUA)
O Ser Humano, a Saúde e a Doença segundo a Medicina Tradicional Chinesa - Chi Kung (Qi Gong)
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
13.4.16
Ciclo de Palestras - Etnomatemática: Um olhar sobre a matemática de Artesãos Transmontanos . 16 de abril de 2016 . 17h00
Etnomatemática: Um olhar sobre a matemática de Artesãos
Transmontanos
por Cecília Costa
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
CIDTFF – Centro de Investigação “Didática e Tecnologia na
Formação de Formadores” da Universidade de Aveiro
Cecília Costa é Professora Auxiliar com Agregação do
Departamento de Matemática da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade
de Trás-os-Montes e Alto Douro. É Agregada em Didática de Ciências e
Tecnologia, especialização em Didática da Matemática, Doutorada em Matemática,
Mestre em Ciências da Educação e Licenciada em Matemática (ramo educacional).
As suas áreas de investigação primordiais são a história e didática da
matemática, nas quais se insere a etnomatemática. Dada a especificidade da
região onde trabalha tem desenvolvido estudos no âmbito da etnomatemática,
tendo várias publicações sobre o tema.
Há profissões tradicionais que escondem muita matemática.
Não será matemática avançada… Trata-se de matemática
elementar, com preponderância na geometria e na aritmética, mas é um desafio
emocionante descobri-la nos artefactos que artesãos, transmontanos e outros,
constroem!...
Nos últimos anos temos desenvolvido estudos (de cariz
etnomatemático) sobre profissões, em vias de extinção, na região de Trás-os-Montes
e Alto Douro.
Esta região tem sofrido uma desertificação considerável e
muitas das profissões tradicionais estão a cair em desuso. Encontram-se ainda
alguns artesãos, na maioria, já idosos e que agora se dedicam ao artesanato.
São as palavras e os processos usados por tanoeiros,
latoeiros, carpinteiros, jogueiros e serralheiros transmontanos que vos vamos
apresentar, ilustrados com fotografias e esquemas que ajudam a destacar a
matemática neles envolvida.
Explicaremos de modo sucinto o que se entende por Etnomatemática,
dando destaque ao papel de Ubiratan D'Ambrosio e Paulus Guerdes, investigadores
fulcrais na história desta área de investigação.
Pretendemos com esta palestra despertar o interesse por esta
área recente em Portugal e motivar jovens de todas as idades para a matemática
e sua importância no nosso quotidiano.
Org: Associação Internacional de Paremiologia /
International Association of Paremiology
17.3.16
Ciclo de Palestras . Os Princípios da Transição na perspetiva da Saúde
Ciclo de Palestras
Os Princípios da Transição na perspetiva da Saúde
(Saúde do ambiente = saúde das pessoas)
23 de março, 20h30
“Co-criando uma Transição Saudável - os 12 passos da transição”
20 de abril, 20h30
"Dieta alimentar e Transição”
25 de maio, 20h30
"Psicologia através da Permacultura"
Organização: Tavira em Transição – Movimento de Eco Cidadania
Apoio: CMT/ BMAC
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Exposição de fotografía de Miguel Proença . Terra cinza - tomada de consciência.
No dia em que se assinala o Dia Mundial da Floresta, 21 de março, o Movimento de eco cidadania Tavira em Transição com o apoio da CMT/ Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, promovem um ciclo de quatro palestras que decorrerão entre 21 de março e 21 de abril, tendo como ponto de partida a exposição de fotografia de Miguel Proença, Terra cinza - tomada de consciência.
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2.3.16
Colóquio . A IMPORTÂNCIA DO MEDIADOR DE LEITURA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS PEQUENAS . 4 de março . 18h00
Ciclo de colóquios
FAMÍLIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO Desde 2015 que o Soroptimist Internacional Clube de Tavira tem vindo a organizar um ciclo de colóquios dedicado ao tema Família, Saúde e Educação.
Este ciclo irá continuar em 2016 com uma temática pertinente e muito atual. As sessões decorrerão na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
4 de março de 2016, 18h00
A IMPORTÂNCIA DO MEDIADOR DE LEITURA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS PEQUENAS
por Maria Helena Horta (Universidade do Algarve)
Organização: Soroptimist Internacional Clube de Tavira
Apoio: CMT/ Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
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8.2.16
Ciclo de palestras . Nomes do Arco da Velha . 13 de fevereiro de 2016 . 17h00
Palestra “Nomes do Arco da Velha” por Maria Celeste Augusto (Prof.ª Dra.)
em colaboração com o Institute of Linguistics OTS / Utrecht University.
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
4.2.16
Maré de Contos . 28 de fevereiro a 6 de março 2016
Novidades em breve!
A divulgação de novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas, bem como a recolha do património oral do concelho e da região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural, são os princípios que estão na base da organização do evento.
Org: Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar, Câmara Municipal de Tavira (Biblioteca Municipal Álvaro de Campos)
Mais informações em: maredecontos.blogspot.pt
Org: Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar, Câmara Municipal de Tavira (Biblioteca Municipal Álvaro de Campos)
Mais informações em: maredecontos.blogspot.pt
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29.1.16
Ciclo de colóquios FAMÍLIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO . fevereiro a junho de 2016
Ciclo de colóquios
FAMÍLIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO Desde 2015 que o Soroptimist Internacional Clube de Tavira tem vindo a organizar um ciclo de colóquios dedicado ao tema Família, Saúde e Educação.
Este ciclo irá continuar em 2016 com uma temática pertinente e muito atual.
As sessões decorrerão na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.

5 de fevereiro de 2016, 18h00
MUDANÇA CLIMÁTICA, AGRICULTURA E AMBIENTE
por Fernando Brito Soares (Universidade Nova de Lisboa)
4 de março de 2016, 18h00
A IMPORTÂNCIA DO MEDIADOR DE LEITURA NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS PEQUENAS
por Maria Helena Horta (Universidade do Algarve)
6 de maio de 2016, 18h00
DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO
por Maria Leonor Borges Terremoto (Universidade do Algarve)
3 de junho de 2016, 18h00
COMO OS IDOSOS PERCECIONAM A SUA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NO ALGARVE
por Cláudia Cristina Luísa (Universidade do Algarve)
Organização: Soroptimist Internacional Clube de Tavira
Apoio: CMT/ Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
4.12.15
A que sabe o Natal - Oficinas para os mais novos
A que sabe o Natal
Oficinas na Biblioteca
7, 9, 10 e 11 de dezembro de 2015
das 16h00 às 19h00
Organização: Associação Âncora
Colaboração: Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
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23.3.15
1.7.14
Exibição de filme . 5 de julho de 2014 . 18h00
«O ano em que meus pais saíram de férias» de Cao Hamburger (2006)


Esta iniciativa, levada a cabo em Tavira, em colaboração com Associação de Paremiologia está inserida no programa:
«Para não esquecer 1964 e a ditadura militar brasileira»
Em abril de 1964, um golpe de estado derrubou o governo do presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou no Brasil um regime ditatorial que só teve fim duas décadas depois com a eleição (ainda indirecta) de um presidente da república civil, depois de vários generais impostos pelas Forças Armadas. Passados 50 anos do golpe militar, o Grupo de Investigação 6 do CLEPUL (Brasil-Portugal: cultura, literatura, memória) e a Casa do Brasil de Lisboa associaram-se para recordar esse acontecimento histórico e suas gravosas consequências na vida política, social, econômica e cultural do Brasil.
Assim, em parceria com outras instituições brasileiras, portu¬guesas e outras, em diferentes datas e locais, têm vindo a ser apresentados uma série de eventos, entre os quais se contam palestras, debates, jornadas e colóquios sobre inúmeros aspetos da História e da Cultura Brasileira dos anos 60/70 do século XX, leitura e encenação de textos literários, saraus de música popular brasileira, exposições, exibição de filmes sobre aquele período.
A exibição deste filme, faz parte deste alargado programa e será acompanhada pela apresentação da Professora Doutora Vânia Chaves.
Vânia Pinheiro Chaves: Professora Associada (aposentada) do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Coordenadora do GI 6 (Brasil-Portugal. Cultura. Literatura. Memória) do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da mesma Universidade Mestre e Doutora em Literatura Brasileira pela Universidade de Lisboa. Docência e investigação: Literatura e Cultura Brasileira. Livros: 2013, Flagrantes da literatura brasileira da Belle Époque (org. e estudo introd.); 2011, Literatura Brasileira sem Fronteiras (org. e estudo); 2011, Mário Dionísio, [Érico Veríssimo] Um romancista brasileiro (ed. anotada); 2000, O Despertar do gênio brasileiro. Uma leitura de O Uraguai de José Basílio da Gama; 1997, O Uraguai e a fundação da Literatura Brasileira. Editora (com Maria Eunice Moreira) de Navegações. Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa. PUCRS/CLEPUL. Semestral, vol. 1-7.
17.6.14
Exibição de filme . 5 de julho . 18h00
«O ano em que meus pais saíram de férias» de Cao Hamburger (2006)
Esta iniciativa, levada a cabo em Tavira, em colaboração com Associação Internacional de Paremiologia está inserida no programa: «Para não esquecer 1964 e a dita-dura militar brasileira»
Em abril de 1964, um golpe de estado derrubou o governo do presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou no Brasil um regime ditatorial que só teve fim duas décadas depois com a eleição (ainda indirecta) de um presidente da república civil, depois de vários generais impostos pelas Forças Armadas. Passados 50 anos do golpe militar, o Grupo de Investigação 6 do CLEPUL (Brasil-Portugal: cultura, literatura, memória) e a Casa do Brasil de Lisboa associaram-se para recordar esse acontecimento histórico e suas gravosas consequências na vida política, social, econômica e cultural do Brasil.
Assim, em parceria com outras instituições brasileiras, portuguesas e outras, em diferentes datas e locais, têm vindo a ser apresentados uma série de eventos, entre os quais se contam palestras, debates, jornadas e colóquios sobre inúmeros aspetos da História e da Cultura Brasileira dos anos 60/70 do século XX, leitura e encena-ção de textos literários, saraus de música popular brasileira, exposições, exibição de filmes sobre aquele período.
A exibição deste filme, faz parte deste alargado programa e será acompanhada pela apresentação da Professora Doutora Vânia Chaves.
Vânia Pinheiro Chaves: Professora Associada (aposentada) do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Coordena-dora do GI 6 (Brasil-Portugal. Cultura. Literatura. Memória) do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da mesma Universidade Mestre e Dou-tora em Literatura Brasileira pela Universidade de Lisboa. Docência e investigação: Literatura e Cultura Brasileira. Livros: 2013, Flagrantes da literatura brasileira da Belle Époque (org. e estudo introd.); 2011, Literatura Brasileira sem Fronteiras (org. e estudo); 2011, Mário Dionísio, [Érico Veríssimo] Um romancista brasileiro (ed. anotada); 2000, O Despertar do gênio brasileiro. Uma leitura de O Uraguai de José Basílio da Gama; 1997, O Uraguai e a fundação da Literatura Brasileira. Editora (com Maria Eunice Moreira) de Navegações. Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa. PUCRS/CLEPUL. Semestral, vol. 1-7.
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30.5.14
Perfomance . 31 de maio de 2014 . 18h00
Villa-Lobos em Movimento. A PERFORMANCE . UM RECITAL
Villa-Lobos em Movimento é uma releitura das peças do compositor para guitarra clássica, interpretadas também através da dança. O recital evolui a partir do reconhecimento das influências europeias levadas para o Brasil pela colonização portuguesa durante o reinado de D. João VI. Delas Villa-Lobos se apropriou, para as desconstruir e remodelar com uma intencional contaminação pelas tradições, folguedos e crenças populares criando uma obra genuinamente brasileira que vem influenciando várias gerações de compositores.
PROGRAMA
UM - Estudo nº 1 em Mi Menor
Para o compositor este estudo evoca o movimento das ondas do mar. Será uma alegoria ao mar como caminho para uma cultura estranha que se implantou na terra virgem que haveria de chamar-se Brasil. Atraída pela música uma bailarina vem ao palco buscar o som ao músico e com ele viajará sobre movimentos ondulantes de um mar imaginário.
DOIS - Prelúdio nº 3 em Lá Menor
homenagem a Bach
Há uma grande influência clássica europeia nas primeiras peças de Villa-Lobos e a paixão por Bach atravessa a sua obra, embora o impacto de compositores como Claude Debussy, Eric Satie ou Igor Stravinsky tenha também permeado a sua inovadora criação musical. Toda essa carga europeia foi paulatinamente invadida por referências brasileiras. Essa influência erudita europeia traduz-se numa bailarina que bebe pequenos goles de chá, uma alusão literal a uma ironia popular portuguesa que chama de “falta de chá” ao desconhecimento da cultura e regras de comportamento “europeias”.
TRÊS - Choro Gavotte
Esta gavotte marcará o início do “desmame” das influências europeias. Vestindo uma crinolina estruturada, e colocando uma tradicional cabeleira branca armada e em cachos, a bailarina tenta reproduzir as marcações originais de uma gavotte tradicional, mas acaba por parecer ridícula na tentativa de reprodução de uma cultura que lhe é alheia.
QUATRO - Prelúdio nº 5 em Ré Maior
homenagem aos rapazinhos e mocinhas que frequentam os concertos e os teatros
Invoca-se a história da vida amorosa do compositor. Começa com o seu primeiro amor, a esposa legítima Lucília, uma pianista que lhe deu forte apoio profissional no início da carreira. Foi uma relação que terminou em desencanto e tristeza, mas Lucília nunca concordou com um divórcio. Segue-se a explosão amorosa da segunda oportunidade que a vida lhe dá, na mulher e amante Mindinha, que permanecerá companheira fiel até o fim de seus dias. Poderia ser também uma história de amor universal e atemporal. Uma rosa nos cabelos sublinha o romantismo exacerbado sobre o qual os amores sobrevivem.
CINCO - Choro nº1 para violão
Villa-Lobos, na sua mocidade, frequentou as rodas de choro tocando para sobreviver. Esta composição de 1920 foi dedicada a Ernesto Nazareth, outro compositor brasileiro. É um choro com inspiração direta na música urbana do Rio de Janeiro do final do século XIX e dança-se como um samba, numa alusão a um Brasil que se apropria e modifica as suas impostas origens, recriando-as para se criar
SEIS - Prelúdio nº 2 em Mi Maior
homenagem ao Malandro Carioca – Melodia Capadócia – Melodia Capoeira
O malandro carioca, essa imagem quase romântica de um fora-da-lei manipulador e oportunista mas relativamente inofensivo, que inspirou Villa-Lobos e que Walt Disney transcreveu na figura do Zé Carioca, já não existe. Todo o início da peça ainda reflete essa imagem, sublinhada pelo uso de um chapéu panamá. Hoje em dia um fora-da-lei, ou malandro, carioca age e se esconde nas favelas ou comunidades. Fortemente armado, trafica droga, é o maior inimigo das famílias com quem divide essas áreas de residência, e será eventualmente morto numa “ação de pacificação” pelo exército. Outros tempos… Na nossa leitura, a capoeira invocada pelo compositor traduz um pouco melhor a dramática insegurança nos subúrbios cariocas atuais. Uma “homenagem” a tal malandro já não faz sentido.
SETE - Estudo nº 6 em Mi Menor
Com este estudo invocam-se todos os orixás. Villa-Lobos talvez não tenha pensado nisso, mas o estudo poderia bem ser tocado num terreiro onde uma mãe de santo oficiasse uma cerimónia religiosa. Troca-se o chapéu panamá pelo adé (coroa) com filás (franjas de missangas) douradas para homenagear Oxum e as sincréticas religiões afro-brasileiras, resultado direto das artes e artimanhas que os oprimidos usaram para superar os obstáculos criados pelos opressores, desde tempos imemoriais…
OITO - Prelúdio nº 1 em Mi Menor
homenagem ao Sertanejo Brasileiro – melodia lírica
De todo o vasto sertão brasileiro, escolheu-se fazer uma alusão ao caboclo-de-lança do tradicional maracatu de baque-solto dançado pelos cortadores de cana na Zona da Mata dos sertões de Pernambuco. Essa figura usa um chapéu feito cabeleira de fios prateados, que alguns dizem poder ser uma imitação tosca das cabeleiras empoadas dos nobres. A flor branca na boca, de misterioso sentido, e os óculos escuros… é o sertanejo mimetizando o citadino, o pobre mimetizando o nobre…
NOVE - Prelúdio nº 4 em Mi Menor
homenagem ao Índio Brasileiro
Durante esta peça acontece a última etapa desta metamorfose, que invocará o índio brasileiro. A bailarina despe a saia e a crinolina, pinta o rosto e os braços com a tinta vermelha de urucum reproduzindo alguns motivos usados por índios brasileiros de diversas tribos.
DEZ - Estudo nº 11 em Mi Menor
Este estudo faz uma alusão musical que nos pareceu conter movimentos de danças rituais de índios brasileiros nas cerimónias do Quarup. O passo cadenciado marca o ritmo das suas evoluções perdidas no tempo. Com ela invocamos e homenageamos os nossos mortos. A coreografia termina com uma referência aos primeiros movimentos da Sagração da Primavera de Igor Stravinsky coreografada por Nijinsky, que estreou em 1913, mesmo ano em que pela primeira vez se editaram obras de Villa-Lobos.
Simone Marçal dança | Josué Nunes guitarra | Tela Leão roteiro e direção
Produção Ritmo Alternado
Cia Passos: coreografia | Analuisa Almada: consultoria coreográfica
Produção Ritmo Alternado
Cia Passos: coreografia | Analuisa Almada: consultoria coreográfica
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22.4.14
Conferência . 23 de abril de 2014 . 17h30
Herculano entre Jornalismo, História, Ficção
Um dos pais do moderno jornalismo (1834-1853), veremos Alexandre Herculano (1810-1877) como pioneiro do romance histórico, em 1843 ‒ ano marcante no nosso romantismo ‒ e como essa ficção é um primeiro estádio na sua reflexão sobre a História de Portugal.
Ernesto Rodrigues (nascido em 1956 -) escritor, ensaísta e tradutor, é Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ex-jornalista e professor de Português na Universidade de Budapeste, de 1981-1986. Estreou-se na poesia em 1973, na ficção em 1980, destacando-se os romances A Serpente de Bronze (1989), Torre de Dona Chama (1994), O Romance do Gramático (2011) e A Casa de Bragança (2013). Na edição, relevemos As Farpas Completas (2006-2007), de Ramalho Ortigão, e a edição crítica de Fastigínia (1605; 2011), de Tomé Pinheiro da Veiga. Outros títulos: Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal (1998), Cultura Literária Oitocentista (1999), Visão dos Tempos. Os Óculos na Cultura Portuguesa (2000), Verso e Prosa de Novecentos (2000), Crónica Jornalística. Século XIX (2004), Padre António Vieira, Sermões, Cartas, Obras Várias (2008), A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português (1807-1821) (2008), «O Século» de Lopes de Mendonça: O Primeiro Jornal Socialista (2008), Camilo Castelo Branco, Poesia (2008), 5 de Outubro - Uma Reconstituição (2010). Tradutor de literatura húngara em Portugal, desde 1983, verteu cinco títulos do Prémio Nobel (2002) Imre Kertész e quatro de Sándor Márai, além de Kosztolányi e Magda Szabó, entre outros.
Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP
8.4.14
Conferência . 12 de abril de 2014 . 17h30
Os que “Saem” e os que “Entram” em Portugal. Diversidades Culturais e Interacção
É por de mais conhecida a mobilidade existente em Portugal ao longo de toda a História. Tanto os que saem do país como os que nele têm entrado, respondem a conjunturas políticas que proporcionam a realização de programas internacionais e de projectos pessoais. Haverá, no entanto, que considerar os tempos e os espaços em que se processa este fenómeno social, o que naturalmente altera as suas características e a sua configuração ao longo do tempo.
Situar os movimentos migratórios obriga a considerar a época em que têm lugar, o que melhor faz compreender o conjunto de elementos que facilitam ou dificultam a deslocação: motivações, possibilidade de concretizar projectos gizados, regresso à origem, inserção no espaço de destino e dupla pertença traduzida por um "somar de pátrias".
O envolvimento emocional que acompanha todo o itinerário migratório produz formas de interacção e de relacionamento que se concretizam de diferentes maneiras e se expressam tanto em espaço público como em espaço privado. A sua visibilidade testemunha quanto os ausentes procuram assegurar uma presença, que tantas vezes exprime a ligação transnacional que desenvolveram e procuram manter.
As migrações, cuja dinâmica faz parte da própria sociedade, não só alteram de forma bem clara a composição demográfica de cada um dos países implicados como modificam genericamente a situação social, económica e cultural tanto do país de origem como do país receptor.
Maria Beatriz Rocha-Trindade, nascida em Faro, socióloga, é Doutorada pela Universidade de Paris V (Sorbonne) e Agregada pela Universidade Nova de Lisboa (FCSH). É Professora Catedrática na Universidade Aberta, onde fundou (1994) o Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais/CEMRI, Unidade de I&D da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. É Consultor Científico do Museu da Emigração e das Comunidades de Fafe. Introduziu em Portugal o ensino da Sociologia das Migrações (Universidade Católica, no Curso de Teologia, 1994; a partir de 1996, na Universidade Aberta, a nível de Licenciatura e de Mestrado). É autora de uma vasta bibliografia sobre matérias relacionadas com as Migrações e é colaboradora habitual e referee de revistas científicas internacionais neste domínio. É membro de diversas organizações científicas portuguesas e estrangeiras, designadamente, da Comissão Científica da Cátedra UNESCO sobre Migrações, da Universidade de Santiago de Compostela, Galiza. Recebeu a Medalha de Mérito do Município de Fafe e foi distinguida pelo Comité National Français en Hommage à Aristides de Sousa Mendes (Hendaye, 2012) pelo seu pioneirismo na investigação da emigração. Ainda, pela Obra Católica Portuguesa das Migrações/ OCPM (Lisboa, 2012) pela vida de trabalho académico sobre migrações, pelo empenho na causa dos migrantes e pela colaboração voluntária e generosa prestada à OCPM. É titular da Ordre National du Mérite, de França, com o grau de Chevalier e da Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, de Portugal.
Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais/ CEMRI
Universidade Aberta/UAb (Portugal)
http://www.mbrochatrindade.blogspot.pt/
Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP
Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP
4.4.14
Conferência . 7 de abril de 2014 . 18h00
31.3.14
Curso . 5 de abril de 2014 . 15h00
Como lidar com o stress
Existem vários mitos sobre as causas do stress e os
modos mais efectivos de lidar com ele. Este Curso pode libertá-lo dessas
ilusões e falsos conceitos, dando-lhe uma nova perspectiva ...
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Kumaris é uma Instituição de Utilidade Pública que, através de cursos e
atividades baseados no conhecimento do Raja Yoga, visa o desenvolvimento dos
valores humanos e espirituais na sociedade. Todas as atividades são gratuitas.
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Kumaris - Academia para um Mundo Melhor
24.3.14
Performance teatral. 27, 28 e 29 de março de 2014 . 21h30
A 27 de março, Dia Mundial do Teatro, pelas 21h30, será apresentando o resultado final da oficina de teatro promovida pela Armação do Artista, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
Esta oficina teve a duração de 12 semanas e culminará com a apresentação pública de "Elementos menos produtivos", do escritor austríaco Peter Turrini.
A peça será também apresentada nos dias 28 e 29 de março, pelas 21h30.
Para maiores de 18 anos.
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14.3.14
Maré de Contos . 17 a 23 de março de 2014.
A Maré de Contos apresenta a 7ª edição e decorre entre os dias 17 e 23 de
Março.
A iniciativa apresenta workshops, sessões de contos, teatro e atividades para as escolas e comunidade local e está integrada na Semana Nacional da Leitura.
A divulgação de novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas, bem como a recolha do património oral do concelho e da região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural, são os princípios que estão na base da organização do evento.
Programa:
17 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serões do Passado, com a presença do Professor Doutor José Joaquim Dias Marques
17, 18 e 19 de março, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Associação Âncora e Escola Básica de Santa Luzia
Oficinas “Quem mexeu no meu queijo”
19 de março, 21h30, Pessoa’s Café
Contos de Improviso
21 de março, 10h00, Escolas Básicas de Tavira
22 de março, 18h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Apresentação do livro “A minha boca parece um deserto”, do autor Jorge Serafim
21 de março
22h00 Snack-Bar Távila
23h00 Cenas
De Conto em Conto, com Ângelo Torres
22 de março, 15h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Oficina “Contar para respirar”*, por Jorge Serafim
*sujeita a inscrição
22 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serão de Contos, com Serafim e Genoveva
23 de março, 16h30, Salão da Junta de Freguesia de Cachopo
Contos com Avós, por Patrícia Amaral (Tixa)
Esta é uma iniciativa da Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos de Tavira, Câmara Municipal de Tavira, Associação MIN-ARIFA, Associação Cultural Artística de Tavira e Clube Recreativo de Tavira.
Mais informações AQUI
A iniciativa apresenta workshops, sessões de contos, teatro e atividades para as escolas e comunidade local e está integrada na Semana Nacional da Leitura.
A divulgação de novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas, bem como a recolha do património oral do concelho e da região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural, são os princípios que estão na base da organização do evento.
Programa:
17 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serões do Passado, com a presença do Professor Doutor José Joaquim Dias Marques
17, 18 e 19 de março, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Associação Âncora e Escola Básica de Santa Luzia
Oficinas “Quem mexeu no meu queijo”
19 de março, 21h30, Pessoa’s Café
Contos de Improviso
21 de março, 10h00, Escolas Básicas de Tavira
22 de março, 18h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Apresentação do livro “A minha boca parece um deserto”, do autor Jorge Serafim
21 de março
22h00 Snack-Bar Távila
23h00 Cenas
De Conto em Conto, com Ângelo Torres
22 de março, 15h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Oficina “Contar para respirar”*, por Jorge Serafim
*sujeita a inscrição
22 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serão de Contos, com Serafim e Genoveva
23 de março, 16h30, Salão da Junta de Freguesia de Cachopo
Contos com Avós, por Patrícia Amaral (Tixa)
Esta é uma iniciativa da Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos de Tavira, Câmara Municipal de Tavira, Associação MIN-ARIFA, Associação Cultural Artística de Tavira e Clube Recreativo de Tavira.
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Rede de Bibliotecas de Tavira,
Semana da Leitura
24.2.14
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