1.3.17

Maré de Contos – 10ª edição . 5 a 13 de março de 2017



05 a  12.03
Tavira
Maré de Contos – 10ª edição
Org: Associação Cultural Rock da Baixamar , Âncora – Centro Comunitário IPSS, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Apoio: 365 Algarve


05.03 | 15h00
Coreto
Espetáculo interativo-musical “Flor da amizade”

05.03 | 17h00
Clube de Tavira
Concerto com Azinhaga

06 e 08.03 | 10h00
Escolas do concelho
O baú das letras” contadores de histórias

06 a 09.03 | 14h00 (dia 06) e 10h00 (restantes dias)
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Feira do livro infantil

06.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Apresentação do “Catálogo de contos tradicionais portugueses

06 a  10.03 | 18h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Oficina “Escrita para canções” com Gimba

07.03 | 10h00 e 14h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Quem dá asas às palavras, da cabeça aos pés”

07.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos  e sede da Associação Âncora
Contos e música” com Carlos Marques

08.03 | 15h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Oficina “Biblioterapia” por Edmar da Silva

08.03 | 21h30
Bar Séqua
“Os sete oceanos do universo” - Mitos e lendas sobre os antigos mistérios das mulheres

09.03 | 10h00 e 14h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
“Histórias que não lembram ao diabo” com Cristina Taquelim
09 e 11.03 | 18h00 e 10h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Workshop “Cuidar do Tempo” com Cristina Taquelim

09.03 | 20h00
Casa do Povo de Santo Estêvão
Jantar tertúlia com presença de Thomas Bakk e Cristina Taquelim

09.03 | 23h00
Casa do Povo de Santo Estêvão
Concerto com Gimba
Entrada Livre

10.03 | 10h00
Associação Âncora
“Histórias para ganhar o tempo” com Cristina Taquelim

10.03 | 11h00
Vista às escolas do concelho por Isabel Alçada

10.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Conversa com … Isabel Alçada e Adriana Nogueira

10.03 | 21h00
Sociedade Recreativa e Musical Luzense
 “Contos de boca a orelha” com Cristina Taquelim

10.03 | 22h00
Café Távila e Casa Álvaro de Campos
“De conto em conto” com Thomas Bakk e Sandro Pires

11.03 | 10h00
Oficina de Bartolomeu dos Santos
“Grava um ponto e acrescenta um conto!” com Sofia Morais

11.03 | 11h30
Escola do Malhão
Oficina “Contos dançados” com Maré Martinez

11.03 | 15h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Oficina “Narração oral” com Ana Sofia Paiva

11.03 | 21h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
“Serão de contos” com Ana Sofia Paiva e Cristina Taquelim

12.03 | 9h30-12h30 e das 14h00-17h00
Oficina de Bartolomeu dos Santos
“Grava um ponto e acrescenta um conto!” com Sofia Morais

12.03 | 15h00
Cooperativa do Monte do Gaínho – Cachopo
“Contos com avós” com Patrícia Amaral e Cristina Taquelim

23.2.17

Apresentação de livro . 25 de fevereiro de 2017 . 17h00


Org: Cuadernos de Roldan
Apoio: CMT/Biblioteca Municipal Álvaro de Campos

 


Encontro com os Autores . 23 de fevereiro de 2017 . 18h00



Num tom de prosa a roçar a poesia, "SobreViver" apresenta uma compilação de textos ilustrados que nos conduzem à reflexão. Do nascimento à morte, há sentimentos universais que atravessam todas as vidas. Da amizade à solidão, da alegria ao medo, das memórias de infância ao amor. Sempre o amor. O amor materno, o amor fraterno, o amor eterno. Aquele que tudo pode, de onde tudo brota, o real propósito da existência humana.

Cláudia Sofia Sousa nasceu em Lisboa, em Setembro de 1979, mas cresceu (e vive actualmente) em Olhão. É Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de Educação de Setúbal, com especialização em Jornalismo. Colaborou com a imprensa regional (Jornal Sem Mais e Jornal da Região Setúbal-Palmela) e realizou estágios profissionais na Agência Lusa e TVI. Completou a formação em jornalismo televisivo no CENJOR e um Programa Avançado de Comunicação em Marketing no ISCTE. Mais tarde, colocou o Jornalismo em segundo plano, assumindo a função de Directora de Comunicação e Marketing numa multinacional de novas tecnologias (Garmin). Em 2009, decidiu regressar ao Algarve e dedicar-se à empresa familiar fundada pelo pai em 1986 (Eliarte). Actualmente, coordena o negócio online da empresa. Paralelamente, desde 2014, colabora como assessora de comunicação e repórter freelancer na região do Algarve. Nos tempos livres, escreve porque gosta, alimentando desde 2010 o blogue claudiasofiasousa.blogspot.pt . SobreViver é o seu livro de estreia.

“SobreViver” foi editado, em outubro de 2016, pela "Andorinha Editorial", uma nova chancela da Editora Lua de Marfim.

7.2.17

Café com Sal . 11 de fevereiro de 2017 . 16h00

Café com Sal, é uma tertúlia organizada pela associação Lais de Guia. Haverá um convidado, que de alguma forma tenha uma ligação com o mar ou com as atividades marítimas, a falar um pouco sobre a sua vida, as suas experiências. 
Pretende-se abrir um espaço de conversa e partilha de experiências e memórias. 

"As armações do atum"
é o segundo tema deste ciclo de conversas e conta com a presença de Vitorino Nascimento.

31.1.17

Tertúlia . 4 de fevereiro de 2017 . 21h00




A sessão começará com a apresentação do documentário "O Império e os Românticos armados", uma produção Panavídeo, com a duração de cerca de 50 minutos.

Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio – os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henrique Galvão – o desvio do paquete português «Santa Maria» – e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 Abril. Nos últimos anos trabalhou na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. Foi Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002) e co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa. Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade- Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010), Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013) e Andanças para a Liberdade – Volume III (2016).



Org: Associação José Afonso—Núcleo de Tavira

23.1.17

Encontro com Autores . 27 de janeiro de 2017 . 18h30




















Francisco Moita Flores é reconhecido do público pela sua obra literária e pelo seu trabalho como dramaturgo para televisão, cinema e teatro. Tem uma vasta obra publicada e produzida; os romances: Mataram o Sidónio!, A Fúria das Vinhas, o Bairro da Estrela Polar, entre muitos, e séries: A Ferreirinha, o Processo dos Távora, Alves dos Reis, João Semana, Quando os Lobos Uivam. Considerado pela crítica como o melhor argumentista do país, foi distinguido em Portugal e no estrangeiro pela qualidade da sua obra, foi condecorado pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante pela carreira literária e pública. Colaborador em vários órgãos como comentador tem marcado a sua intervenção pelo rigor e clareza com que aborda os temas da sua especialidade. Durante 12 anos foi agente da Polícia Judiciária e foi posteriormente Presidente da Câmara Municipal de Santarém. Professor com intensa vida académica está a fazer o Doutoramento em História das Ideias, para além de ter licenciatura em História e especialização em Sociologia Urbana e também em Criminologia na Universidade de Sorbonne.

Maria Luísa Francisco
é pós-graduada em Sociologia da Cultura e das Religiões pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos e está a preparar o seu Doutoramento em Sociologia Rural e Urbana na mesma Universidade. Foi docente universitária no Ensino Superior Público e Privado ao longo de 13 anos. Autora de artigos na área da Sociologia da Cultura e da Sociologia Rural e Urbana. Tem investigado o património cultural imaterial algarvio e é desde 2011 Delegada Regional da Associação Portuguesa de Museologia. Integra algumas Organizações Internacionais acreditadas nas Nações Unidas e representou Portugal em conselhos consultivos e conselhos executivos entre 2007 e 2013. É licenciada em Relações Internacionais e é Coordenadora Regional do Movimento Internacional Lusófono. É Vice-Directora da Revista Nova Águia – Revista de Cultura, Ensaio e Poesia. Dedica-se ainda à escrita poética estando representada em várias Antologias Poéticas.

19.1.17

“Leôncio e Lena” . 21 de janeiro de 2017. 21h30


Dois reinos dividem o Algarve, o pequeno reino do Barlavento e o pequeno reino do Sotavento. Leôncio e Lena são príncipes destes distintos reinos. Por vontade real os seus destinos cruzar-se-ão por vias do matrimónio. Ambos fogem para Lisboa. Sim, diz que se cruzam e sem se conhecerem apaixonam-se e casam. Ah o acaso e tal, mas não é bem assim.
LEÔNCIO & LENA de Georg Büchner;
Encenação e Espaço Cénico - João de Brito;
Interpretação - André Nunes, Carlos Malvarez e Joana Ribeiro Santos;
Desenho de Luz - Nuno Figueira;
Fotografia e Vídeo - Rita Figueiredo;
Produção - LAMA, Inserido na Rede Azul;
Apoio à Produção e Difusão - OXALÁ Produções


Org: LAMA/CMT

10.1.17

“Mário Soares: uma vida” - Destaque Bibliográfico



Café com Sal . 14 de janeiro de 2017 . 16h00


Café com Sal, é uma tertúlia organizada pela associação Lais de Guia. Haverá um convidado, que de alguma forma tenha uma ligação com o mar ou com as atividades marítimas, a falar um pouco sobre a sua vida, as suas experiências. Pretende-se abrir um espaço de conversa e partilha de experiências e memórias. 

"Falando de barcos" será o primeiro tema. e conta com a presença do senhor Vitorino Nascimento.

5.1.17

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!

Autor de janeiro | Hélia Correia


 
“Licenciada em Filologia Românica, foi professora do ensino secundário, dedicando-se actualmente à tradução e à escrita. Foi uma das colaboradoras mais activas do suplemento «Juvenil» do Diário de Lisboa. Sendo também poetisa e dramaturga, foi enquanto ficcionista que Hélia Correia se revelou como um dos nomes mais importantes e originais da década de oitenta, ao publicar, em 1981, O Número dos Vivos.
Autora de uma obra de características muito próprias, quer pela qualidade melódica da sua escrita, onde se detecta uma sensível contaminação poética, quer pelo universo nela criado, de características originais e inquietantes, Hélia Correia cria uma linguagem narrativa onde o ordinário e o extraordinário ultrapassam por vezes as fronteiras estabelecidas.
Esta espécie de subversão dos limites revela-se nos seus livros, ora criando rupturas num quotidiano convencional e burguês (como em Soma ou A Fenda Erótica), ora denunciando a corrupção das formas de vida mais tradicionais e ligadas à terra dos camponeses e aldeões da nossa época (como em Montedemo ou Insânia, onde a tonalidade finissecular da narrativa é sensível na espécie de veneno que se insinua em toda a narrativa, contaminando todas as condições de sobrevivência humana).
Lillias Fraser recupera o género do romance histórico-fantástico, onde se revisita exemplarmente a História e a Literatura, que se desfiam e desdobram em acontecimentos e personagens que influenciam o decurso da vida de Lillias. Desde a Escócia da Batalha de Culloden até à Lisboa do terramoto de 1755, assim vai crescendo Lillias no meio das guerras e das ruínas de um mundo em mudança.
Participou em 10 Poemas para Che Guevara, Porto: Ed. O Oiro do Dia, 1980; e em Vozes e Olhares no Feminino, Porto: Edições Afrontamento, 2001.
A sua escrita para teatro tem sido levada à cena por várias companhias de Lisboa: Montedemo, numa adaptação, pelo grupo de teatro «O Bando» em 1987, e, já na década de 90, Perdição, Exercíco sobre Antígona pelo grupo «A Comuna» e Florbela, pelo grupo «Maizum».”

Recebeu em 2002 o prémio PEN 2001, atribuído a obras de ficção, pela sua obra Lillias Fraser.
Venceu o prémio literário Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa com o livro de poesia A Terceira Miséria.
Foi galardoada com o Prémio Camões, em 2015.

3.1.17

Novidades na BMAC - janeiro de 2017

Pode consultar as novidades de janeiro de 2017 aqui.