2.3.17

Maré de Contos . 6 de março de 2017 . 18h00



6 de Março, pelas 18h
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira

Apresentação de ”Catálogo de Contos Tradicionais Portugueses” de Isabel Cardigos e Paulo Correia.
Apresentação de Sandra Boto

”Catálogo de Contos Tradicionais Portugueses” é uma compilação em dois volumes, que classifica e descreve os contos publicados e inéditos, recolhidos desde o século XIX em mais de 300 concelhos de Portugal e ilhas.
  
Mais informação em sobre a Maré de Contos 2017, 10ª edição: http://maredecontos.blogspot.pt/





1.3.17

Maré de Contos – 10ª edição . 5 a 13 de março de 2017



05 a  12.03
Tavira
Maré de Contos – 10ª edição
Org: Associação Cultural Rock da Baixamar , Âncora – Centro Comunitário IPSS, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Apoio: 365 Algarve


05.03 | 15h00
Coreto
Espetáculo interativo-musical “Flor da amizade”

05.03 | 17h00
Clube de Tavira
Concerto com Azinhaga

06 e 08.03 | 10h00
Escolas do concelho
O baú das letras” contadores de histórias

06 a 09.03 | 14h00 (dia 06) e 10h00 (restantes dias)
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Feira do livro infantil

06.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Apresentação do “Catálogo de contos tradicionais portugueses

06 a  10.03 | 18h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Oficina “Escrita para canções” com Gimba

07.03 | 10h00 e 14h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Quem dá asas às palavras, da cabeça aos pés”

07.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos  e sede da Associação Âncora
Contos e música” com Carlos Marques

08.03 | 15h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Oficina “Biblioterapia” por Edmar da Silva

08.03 | 21h30
Bar Séqua
“Os sete oceanos do universo” - Mitos e lendas sobre os antigos mistérios das mulheres

09.03 | 10h00 e 14h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
“Histórias que não lembram ao diabo” com Cristina Taquelim
09 e 11.03 | 18h00 e 10h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Workshop “Cuidar do Tempo” com Cristina Taquelim

09.03 | 20h00
Casa do Povo de Santo Estêvão
Jantar tertúlia com presença de Thomas Bakk e Cristina Taquelim

09.03 | 23h00
Casa do Povo de Santo Estêvão
Concerto com Gimba
Entrada Livre

10.03 | 10h00
Associação Âncora
“Histórias para ganhar o tempo” com Cristina Taquelim

10.03 | 11h00
Vista às escolas do concelho por Isabel Alçada

10.03 | 18h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
Conversa com … Isabel Alçada e Adriana Nogueira

10.03 | 21h00
Sociedade Recreativa e Musical Luzense
 “Contos de boca a orelha” com Cristina Taquelim

10.03 | 22h00
Café Távila e Casa Álvaro de Campos
“De conto em conto” com Thomas Bakk e Sandro Pires

11.03 | 10h00
Oficina de Bartolomeu dos Santos
“Grava um ponto e acrescenta um conto!” com Sofia Morais

11.03 | 11h30
Escola do Malhão
Oficina “Contos dançados” com Maré Martinez

11.03 | 15h00
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
 Oficina “Narração oral” com Ana Sofia Paiva

11.03 | 21h30
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos 
“Serão de contos” com Ana Sofia Paiva e Cristina Taquelim

12.03 | 9h30-12h30 e das 14h00-17h00
Oficina de Bartolomeu dos Santos
“Grava um ponto e acrescenta um conto!” com Sofia Morais

12.03 | 15h00
Cooperativa do Monte do Gaínho – Cachopo
“Contos com avós” com Patrícia Amaral e Cristina Taquelim

23.2.17

Apresentação de livro . 25 de fevereiro de 2017 . 17h00


Org: Cuadernos de Roldan
Apoio: CMT/Biblioteca Municipal Álvaro de Campos

 


Encontro com os Autores . 23 de fevereiro de 2017 . 18h00



Num tom de prosa a roçar a poesia, "SobreViver" apresenta uma compilação de textos ilustrados que nos conduzem à reflexão. Do nascimento à morte, há sentimentos universais que atravessam todas as vidas. Da amizade à solidão, da alegria ao medo, das memórias de infância ao amor. Sempre o amor. O amor materno, o amor fraterno, o amor eterno. Aquele que tudo pode, de onde tudo brota, o real propósito da existência humana.

Cláudia Sofia Sousa nasceu em Lisboa, em Setembro de 1979, mas cresceu (e vive actualmente) em Olhão. É Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de Educação de Setúbal, com especialização em Jornalismo. Colaborou com a imprensa regional (Jornal Sem Mais e Jornal da Região Setúbal-Palmela) e realizou estágios profissionais na Agência Lusa e TVI. Completou a formação em jornalismo televisivo no CENJOR e um Programa Avançado de Comunicação em Marketing no ISCTE. Mais tarde, colocou o Jornalismo em segundo plano, assumindo a função de Directora de Comunicação e Marketing numa multinacional de novas tecnologias (Garmin). Em 2009, decidiu regressar ao Algarve e dedicar-se à empresa familiar fundada pelo pai em 1986 (Eliarte). Actualmente, coordena o negócio online da empresa. Paralelamente, desde 2014, colabora como assessora de comunicação e repórter freelancer na região do Algarve. Nos tempos livres, escreve porque gosta, alimentando desde 2010 o blogue claudiasofiasousa.blogspot.pt . SobreViver é o seu livro de estreia.

“SobreViver” foi editado, em outubro de 2016, pela "Andorinha Editorial", uma nova chancela da Editora Lua de Marfim.

7.2.17

Café com Sal . 11 de fevereiro de 2017 . 16h00

Café com Sal, é uma tertúlia organizada pela associação Lais de Guia. Haverá um convidado, que de alguma forma tenha uma ligação com o mar ou com as atividades marítimas, a falar um pouco sobre a sua vida, as suas experiências. 
Pretende-se abrir um espaço de conversa e partilha de experiências e memórias. 

"As armações do atum"
é o segundo tema deste ciclo de conversas e conta com a presença de Vitorino Nascimento.

31.1.17

Tertúlia . 4 de fevereiro de 2017 . 21h00




A sessão começará com a apresentação do documentário "O Império e os Românticos armados", uma produção Panavídeo, com a duração de cerca de 50 minutos.

Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio – os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henrique Galvão – o desvio do paquete português «Santa Maria» – e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 Abril. Nos últimos anos trabalhou na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. Foi Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002) e co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa. Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade- Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010), Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013) e Andanças para a Liberdade – Volume III (2016).



Org: Associação José Afonso—Núcleo de Tavira

23.1.17

Encontro com Autores . 27 de janeiro de 2017 . 18h30




















Francisco Moita Flores é reconhecido do público pela sua obra literária e pelo seu trabalho como dramaturgo para televisão, cinema e teatro. Tem uma vasta obra publicada e produzida; os romances: Mataram o Sidónio!, A Fúria das Vinhas, o Bairro da Estrela Polar, entre muitos, e séries: A Ferreirinha, o Processo dos Távora, Alves dos Reis, João Semana, Quando os Lobos Uivam. Considerado pela crítica como o melhor argumentista do país, foi distinguido em Portugal e no estrangeiro pela qualidade da sua obra, foi condecorado pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante pela carreira literária e pública. Colaborador em vários órgãos como comentador tem marcado a sua intervenção pelo rigor e clareza com que aborda os temas da sua especialidade. Durante 12 anos foi agente da Polícia Judiciária e foi posteriormente Presidente da Câmara Municipal de Santarém. Professor com intensa vida académica está a fazer o Doutoramento em História das Ideias, para além de ter licenciatura em História e especialização em Sociologia Urbana e também em Criminologia na Universidade de Sorbonne.

Maria Luísa Francisco
é pós-graduada em Sociologia da Cultura e das Religiões pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos e está a preparar o seu Doutoramento em Sociologia Rural e Urbana na mesma Universidade. Foi docente universitária no Ensino Superior Público e Privado ao longo de 13 anos. Autora de artigos na área da Sociologia da Cultura e da Sociologia Rural e Urbana. Tem investigado o património cultural imaterial algarvio e é desde 2011 Delegada Regional da Associação Portuguesa de Museologia. Integra algumas Organizações Internacionais acreditadas nas Nações Unidas e representou Portugal em conselhos consultivos e conselhos executivos entre 2007 e 2013. É licenciada em Relações Internacionais e é Coordenadora Regional do Movimento Internacional Lusófono. É Vice-Directora da Revista Nova Águia – Revista de Cultura, Ensaio e Poesia. Dedica-se ainda à escrita poética estando representada em várias Antologias Poéticas.