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29.3.17
Semana da Leitura . Apresentação de audiolivro "Os Lusíadas como nunca os ouviu"
Apresentação audiolivro | Os Lusíadas como nunca os ouviu
O ator António Fonseca, que há cerca de 9 anos vem trabalhando e apresentando Os Lusíadas fez a sua gravação integral, juntamente com 44 vozes de Goa, Timor, Moçambique, Angola, Brasil,...e outras comunidades de países falantes do Português. A gravação conta ainda com a voz de Sofia Marques nas introduções a cada canto.
É este trabalho que será apresentado amanhã, dia 29 de Março às 18h na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
2.3.17
Maré de Contos . 6 de março de 2017 . 18h00
6 de Março, pelas 18h
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira
Apresentação de ”Catálogo de Contos
Tradicionais Portugueses” de Isabel Cardigos e Paulo Correia.
”Catálogo de Contos Tradicionais Portugueses” é uma
compilação em dois volumes, que classifica e descreve os contos publicados e
inéditos, recolhidos desde o século XIX em mais de 300 concelhos de Portugal e
ilhas.
Mais informação em sobre a Maré de Contos 2017, 10ª
edição: http://maredecontos.blogspot.pt/
23.2.17
Encontro com os Autores . 23 de fevereiro de 2017 . 18h00
Num tom de prosa a roçar a poesia, "SobreViver" apresenta uma compilação de textos ilustrados que nos conduzem à reflexão. Do nascimento à morte, há sentimentos universais que atravessam todas as vidas. Da amizade à solidão, da alegria ao medo, das memórias de infância ao amor. Sempre o amor. O amor materno, o amor fraterno, o amor eterno. Aquele que tudo pode, de onde tudo brota, o real propósito da existência humana.
Cláudia Sofia Sousa nasceu em Lisboa, em Setembro de 1979, mas cresceu (e vive actualmente) em Olhão. É Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de Educação de Setúbal, com especialização em Jornalismo. Colaborou com a imprensa regional (Jornal Sem Mais e Jornal da Região Setúbal-Palmela) e realizou estágios profissionais na Agência Lusa e TVI. Completou a formação em jornalismo televisivo no CENJOR e um Programa Avançado de Comunicação em Marketing no ISCTE. Mais tarde, colocou o Jornalismo em segundo plano, assumindo a função de Directora de Comunicação e Marketing numa multinacional de novas tecnologias (Garmin). Em 2009, decidiu regressar ao Algarve e dedicar-se à empresa familiar fundada pelo pai em 1986 (Eliarte). Actualmente, coordena o negócio online da empresa. Paralelamente, desde 2014, colabora como assessora de comunicação e repórter freelancer na região do Algarve. Nos tempos livres, escreve porque gosta, alimentando desde 2010 o blogue claudiasofiasousa.blogspot.pt . SobreViver é o seu livro de estreia.
“SobreViver” foi editado, em outubro de 2016, pela "Andorinha Editorial", uma nova chancela da Editora Lua de Marfim.
13.2.17
31.1.17
Tertúlia . 4 de fevereiro de 2017 . 21h00
A sessão começará com a apresentação do documentário "O Império e os Românticos armados", uma produção Panavídeo, com a duração de cerca de 50 minutos.
Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio – os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henrique Galvão – o desvio do paquete português «Santa Maria» – e prosseguida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 Abril. Nos últimos anos trabalhou na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na animação e organização de comunidades em risco de exclusão. Foi Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002) e co-fundador e primeiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desenvolvimento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa. Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade- Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010), Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013) e Andanças para a Liberdade – Volume III (2016).
Org: Associação José Afonso—Núcleo de Tavira
23.1.17
Encontro com Autores . 27 de janeiro de 2017 . 18h30
Francisco Moita Flores é reconhecido do público pela sua obra literária e pelo seu trabalho como dramaturgo para televisão, cinema e teatro. Tem uma vasta obra publicada e produzida; os romances: Mataram o Sidónio!, A Fúria das Vinhas, o Bairro da Estrela Polar, entre muitos, e séries: A Ferreirinha, o Processo dos Távora, Alves dos Reis, João Semana, Quando os Lobos Uivam. Considerado pela crítica como o melhor argumentista do país, foi distinguido em Portugal e no estrangeiro pela qualidade da sua obra, foi condecorado pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante pela carreira literária e pública. Colaborador em vários órgãos como comentador tem marcado a sua intervenção pelo rigor e clareza com que aborda os temas da sua especialidade. Durante 12 anos foi agente da Polícia Judiciária e foi posteriormente Presidente da Câmara Municipal de Santarém. Professor com intensa vida académica está a fazer o Doutoramento em História das Ideias, para além de ter licenciatura em História e especialização em Sociologia Urbana e também em Criminologia na Universidade de Sorbonne.
Maria Luísa Francisco é pós-graduada em Sociologia da Cultura e das Religiões pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos e está a preparar o seu Doutoramento em Sociologia Rural e Urbana na mesma Universidade. Foi docente universitária no Ensino Superior Público e Privado ao longo de 13 anos. Autora de artigos na área da Sociologia da Cultura e da Sociologia Rural e Urbana. Tem investigado o património cultural imaterial algarvio e é desde 2011 Delegada Regional da Associação Portuguesa de Museologia. Integra algumas Organizações Internacionais acreditadas nas Nações Unidas e representou Portugal em conselhos consultivos e conselhos executivos entre 2007 e 2013. É licenciada em Relações Internacionais e é Coordenadora Regional do Movimento Internacional Lusófono. É Vice-Directora da Revista Nova Águia – Revista de Cultura, Ensaio e Poesia. Dedica-se ainda à escrita poética estando representada em várias Antologias Poéticas.
Maria Luísa Francisco é pós-graduada em Sociologia da Cultura e das Religiões pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos e está a preparar o seu Doutoramento em Sociologia Rural e Urbana na mesma Universidade. Foi docente universitária no Ensino Superior Público e Privado ao longo de 13 anos. Autora de artigos na área da Sociologia da Cultura e da Sociologia Rural e Urbana. Tem investigado o património cultural imaterial algarvio e é desde 2011 Delegada Regional da Associação Portuguesa de Museologia. Integra algumas Organizações Internacionais acreditadas nas Nações Unidas e representou Portugal em conselhos consultivos e conselhos executivos entre 2007 e 2013. É licenciada em Relações Internacionais e é Coordenadora Regional do Movimento Internacional Lusófono. É Vice-Directora da Revista Nova Águia – Revista de Cultura, Ensaio e Poesia. Dedica-se ainda à escrita poética estando representada em várias Antologias Poéticas.
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