30.5.14

Perfomance . 31 de maio de 2014 . 18h00

Villa-Lobos em Movimento. A PERFORMANCE . UM RECITAL   
Villa-Lobos em Movimento é uma releitura das peças do compositor para guitarra clássica, interpretadas também através da dança. O recital evolui a partir do reconhecimento das influências europeias levadas para o Brasil pela colonização portuguesa durante o reinado de D. João VI. Delas Villa-Lobos se apropriou, para as desconstruir e remodelar com uma intencional contaminação pelas tradições, folguedos e crenças populares criando uma obra genuinamente brasileira que vem influenciando várias gerações de compositores.
PROGRAMA     
UM - Estudo nº 1 em Mi Menor      
Para o compositor este estudo evoca o movimento das ondas do mar. Será uma alegoria ao mar como caminho para uma cultura estranha que se implantou na terra virgem que haveria de chamar-se Brasil. Atraída pela música uma bailarina vem ao palco buscar o som ao músico e com ele viajará sobre movimentos ondulantes de um mar imaginário.

DOIS  -  Prelúdio nº 3 em Lá Menor         
homenagem  a Bach
Há uma grande influência clássica europeia nas primeiras peças de Villa-Lobos e a paixão por Bach atravessa a sua obra, embora o impacto de compositores como Claude Debussy, Eric Satie ou Igor Stravinsky tenha também permeado a sua inovadora criação musical. Toda essa carga europeia foi paulatinamente invadida por referências brasileiras. Essa influência erudita europeia traduz-se numa bailarina que bebe pequenos goles de chá, uma alusão literal a uma ironia popular portuguesa que chama de “falta de chá” ao desconhecimento da cultura e regras de comportamento “europeias”.

TRÊS - Choro Gavotte             
Esta gavotte marcará o início do “desmame” das influências europeias. Vestindo uma crinolina estruturada, e colocando uma tradicional cabeleira branca armada e em cachos, a bailarina tenta reproduzir as marcações originais de uma gavotte tradicional, mas acaba por parecer ridícula na tentativa de reprodução de uma cultura que lhe é alheia.

QUATRO  - Prelúdio nº 5 em Ré Maior         
homenagem  aos rapazinhos e mocinhas que frequentam os concertos e os teatros
Invoca-se a história da vida amorosa do compositor. Começa com o seu primeiro amor, a esposa legítima Lucília, uma pianista que lhe deu forte apoio profissional no início da carreira. Foi uma relação que terminou em desencanto e tristeza, mas Lucília nunca concordou com um divórcio. Segue-se a explosão amorosa da segunda oportunidade que a vida lhe dá, na mulher e amante Mindinha, que permanecerá companheira fiel até o fim de seus dias. Poderia ser também uma história de amor universal e atemporal. Uma rosa nos cabelos sublinha o romantismo exacerbado sobre o qual os amores sobrevivem.

CINCO - Choro nº1 para violão
Villa-Lobos, na sua mocidade, frequentou as rodas de choro tocando para sobreviver. Esta composição de 1920 foi dedicada a Ernesto Nazareth, outro compositor brasileiro. É um choro com inspiração direta na música urbana do Rio de Janeiro do final do século XIX e dança-se como um samba, numa alusão a um Brasil que se apropria e modifica as suas impostas origens, recriando-as para se criar

SEIS - Prelúdio nº 2 em Mi Maior            
homenagem ao Malandro Carioca – Melodia Capadócia – Melodia Capoeira
O malandro carioca, essa imagem quase romântica de um fora-da-lei manipulador e oportunista mas relativamente inofensivo, que inspirou Villa-Lobos e que Walt Disney transcreveu na figura do Zé Carioca, já não existe. Todo o início da peça ainda reflete essa imagem, sublinhada pelo uso de um chapéu panamá. Hoje em dia um fora-da-lei, ou malandro, carioca age e se esconde nas favelas ou comunidades. Fortemente armado, trafica droga, é o maior inimigo das famílias com quem divide essas áreas de residência, e será eventualmente morto numa “ação de pacificação” pelo exército. Outros tempos… Na nossa leitura, a capoeira invocada pelo compositor traduz um pouco melhor a dramática insegurança nos subúrbios cariocas atuais. Uma “homenagem” a tal malandro já não faz sentido.

SETE  -  Estudo nº 6 em Mi Menor         
Com este estudo invocam-se todos os orixás. Villa-Lobos talvez não tenha pensado nisso, mas o estudo poderia bem ser tocado num terreiro onde uma mãe de santo oficiasse uma cerimónia religiosa. Troca-se o chapéu panamá pelo adé (coroa) com filás (franjas de missangas) douradas para homenagear Oxum e as sincréticas religiões afro-brasileiras, resultado direto das artes e artimanhas que os oprimidos usaram para superar os obstáculos criados pelos opressores, desde tempos imemoriais…

OITO - Prelúdio nº 1 em Mi Menor         
homenagem ao Sertanejo Brasileiro – melodia lírica
De todo o vasto sertão brasileiro, escolheu-se fazer uma alusão ao caboclo-de-lança do tradicional maracatu de baque-solto dançado pelos cortadores de cana na Zona da Mata dos sertões de Pernambuco. Essa figura usa um chapéu feito cabeleira de fios prateados, que alguns dizem poder ser uma imitação tosca das cabeleiras empoadas dos nobres. A flor branca na boca, de misterioso sentido, e os óculos escuros… é o sertanejo mimetizando o citadino, o pobre mimetizando o nobre…
NOVE -  Prelúdio nº 4 em Mi Menor
homenagem ao Índio Brasileiro
Durante esta peça acontece a última etapa desta metamorfose, que invocará o índio brasileiro. A bailarina despe a saia e a crinolina, pinta o rosto e os braços com a tinta vermelha de urucum reproduzindo alguns motivos usados por índios brasileiros de diversas tribos.
DEZ - Estudo nº 11 em Mi Menor        
Este estudo faz uma alusão musical que nos pareceu conter movimentos de danças rituais de índios brasileiros nas cerimónias do Quarup. O passo cadenciado marca o ritmo das suas evoluções perdidas no tempo. Com ela invocamos e homenageamos os nossos mortos. A coreografia termina com uma referência aos primeiros movimentos da Sagração da Primavera de Igor Stravinsky coreografada por Nijinsky, que estreou em 1913, mesmo ano em que pela primeira vez se editaram obras de Villa-Lobos.

Simone Marçal dança |  Josué Nunes guitarra  | Tela Leão roteiro e direção
Produção Ritmo Alternado
Cia Passos: coreografia | Analuisa Almada: consultoria coreográfica

21.5.14

Apresentação de livro . 22 de maio de 2014 . 18h00

A Gaveta da Memória - entre duas ditaduras de Manuela Sabino


Maria Manuela do Carmo Sabino nasceu em Olhão em 1947. Mestre em Ciências da Educação pela Universidade Católica de Lisboa. A sua tese de mestrado intitula-se Relações Escola-Família. Dinâmicas Organizacionais numa Escola. Escreveu um artigo intitulado Importância Educacional da Leitura e Estratégias para a sua Promoção na Revista Iberoamericana de Educación. Professora de Física e Química na Escola Secundária de Olhão. Licenciada em Farmácia pela Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Professora de Saúde na Universidade Sénior de Olhão. Integra o Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Olhão. Faz parte do grupo Acanto da Escola Tomás Cabreira de Faro, Secção de Jograis. É atriz no Grupo de Teatro da Universidade Sénior de Olhão, onde também colabora na escrita de alguns textos para representação. Pratica regularmente ginástica e natação. Autodidata em História Contemporânea da Península Ibérica. Gosta da vida ao ar livre, de música, cinema e teatro. Vive atualmente em Olhão. Viveu muito tempo em Angola, na então Moçâmedes, hoje, Namibe. É a primeira vez que publica um livro.

6.5.14

Palestras . “Livro: Passado, Presente e Futuro” . 9 e 16 de maio

“Livro: Passado, Presente e Futuro” ciclo de 7 palestras, que teve início a 29 de Março e se prolonga até ao dia 27 de Junho, visa celebrar o livro focando alguns temas com ele relacionados, como a edição, as questões biblioteconómicas, a leitura, a literatura e os seus suportes.
Este ciclo resulta da colaboração da Câmara Municipal de Tavira, Biblioteca Municipal, com a Universidade do Algarve, mais propriamente com o Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC) da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais e da sua Biblioteca Central. 


Ainda este mês:

“Livros e leituras na Antiguidade” por Adriana Nogueira
9 de maio, 18h00
Local: Biblioteca Municipal Álvaro de Campos

"Pensar os livros e as bibliotecas femininas no séc. XVIII através da biblioteca do Palácio da Fronteira”  por Vanda Anastácio
16 de maio, 16h00
Local: Universidade do Algarve – Campus Gambelas- FCHS 


22.4.14

Conferência . 23 de abril de 2014 . 17h30

Herculano entre Jornalismo, História, Ficção
Um dos pais do moderno jornalismo (1834-1853), veremos Alexandre Herculano (1810-1877) como pioneiro do romance histórico, em 1843 ‒ ano marcante no nosso romantismo ‒ e como essa ficção é um primeiro estádio na sua reflexão sobre a História de Portugal.
Ernesto Rodrigues (nascido em 1956 -) escritor, ensaísta e tradutor, é Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ex-jornalista e professor de Português na Universidade de Budapeste, de 1981-1986. Estreou-se na poesia em 1973, na ficção em 1980, destacando-se os romances A Serpente de Bronze (1989), Torre de Dona Chama (1994), O Romance do Gramático (2011) e A Casa de Bragança (2013). Na edição, relevemos As Farpas Completas (2006-2007), de Ramalho Ortigão, e a edição crítica de Fastigínia (1605; 2011), de Tomé Pinheiro da Veiga. Outros títulos: Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal (1998), Cultura Literária Oitocentista (1999), Visão dos Tempos. Os Óculos na Cultura Portuguesa (2000), Verso e Prosa de Novecentos (2000), Crónica Jornalística. Século XIX (2004), Padre António Vieira, Sermões, Cartas, Obras Várias (2008), A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português (1807-1821) (2008), «O Século» de Lopes de Mendonça: O Primeiro Jornal Socialista (2008), Camilo Castelo Branco, Poesia (2008), 5 de Outubro - Uma Reconstituição (2010). Tradutor de literatura húngara em Portugal, desde 1983, verteu cinco títulos do Prémio Nobel (2002) Imre Kertész e quatro de Sándor Márai, além de Kosztolányi e Magda Szabó, entre outros.

Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP

16.4.14

Exposição . a partir de dia 21 de abril a 31 de maio de 2014

Assinalamos os 40 anos do 25 de Abril, expondo notícias recolhidas no jornal “O Tavira”, guardado na Biblioteca Municipal, no período compreendido entre 16 de maio de 1974, data em que saem as primeiras notícias da “revolução” e 12 de dezembro do mesmo ano.Também em exposição, alguns dos títulos proibidos pela censura, no período anterior ao 25 de abril.

A Censura em Portugal foi um dos elementos condicionantes da cultura nacional, ao longo de quase toda a sua história. Durante o Estado Novo, o célebre "lápis azul", cortava os textos considerados impróprios e os livros não eram sujeitos a censura prévia mas podiam ser apreendidos depois de publicados, o que era feito frequentemente pela Direcção-Geral de Segurança, que emitia mandados de busca às livrarias. Os correios controlavam a circulação de livros. A Inspeção Superior de Bibliotecas e Arquivos proibia a leitura de determinados documentos e a Biblioteca Nacional continha listas de obras que não podiam ser lidas.

Org: Biblioteca Municipal Álvaro de Campos

8.4.14

Conferência . 12 de abril de 2014 . 17h30

Os que “Saem” e os que “Entram” em Portugal. Diversidades Culturais e Interacção
É por de mais conhecida a mobilidade existente em Portugal ao longo de toda a História. Tanto os que saem do país como os que nele têm entrado, respondem a conjunturas políticas que proporcionam a realização de programas internacionais e de projectos pessoais. Haverá, no entanto, que considerar os tempos e os espaços em que se processa este fenómeno social, o que naturalmente altera as suas características e a sua configuração ao longo do tempo.

Situar os movimentos migratórios obriga a considerar a época em que têm lugar, o que melhor faz compreender o conjunto de elementos que facilitam ou dificultam a deslocação: motivações, possibilidade de concretizar projectos gizados, regresso à origem, inserção no espaço de destino e dupla pertença traduzida por um "somar de pátrias".

O envolvimento emocional que acompanha todo o itinerário migratório produz formas de interacção e de relacionamento que se concretizam de diferentes maneiras e se expressam tanto em espaço público como em espaço privado. A sua visibilidade testemunha quanto os ausentes procuram assegurar uma presença, que tantas vezes exprime a ligação transnacional que desenvolveram e procuram manter.
As migrações, cuja dinâmica faz parte da própria sociedade, não só alteram de forma bem clara a composição demográfica de cada um dos países implicados como modificam genericamente a situação social, económica e cultural tanto do país de origem como do país receptor.
Maria Beatriz Rocha-Trindade, nascida em Faro, socióloga, é Doutorada pela Universidade de Paris V (Sorbonne) e Agregada pela Universidade Nova de Lisboa (FCSH). É Professora Catedrática na Universidade Aberta, onde fundou (1994) o Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais/CEMRI, Unidade de I&D da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. É Consultor Científico do Museu da Emigração e das Comunidades de Fafe. Introduziu em Portugal o ensino da Sociologia das Migrações (Universidade Católica, no Curso de Teologia, 1994; a partir de 1996, na Universidade Aberta, a nível de Licenciatura e de Mestrado). É autora de uma vasta bibliografia sobre matérias relacionadas com as Migrações e é colaboradora habitual e referee de revistas científicas internacionais neste domínio. É membro de diversas organizações científicas portuguesas e estrangeiras, designadamente, da Comissão Científica da Cátedra UNESCO sobre Migrações, da Universidade de Santiago de Compostela, Galiza. Recebeu a Medalha de Mérito do Município de Fafe e foi distinguida pelo Comité National Français en Hommage à Aristides de Sousa Mendes (Hendaye, 2012) pelo seu pioneirismo na investigação da emigração. Ainda, pela Obra Católica Portuguesa das Migrações/ OCPM (Lisboa, 2012) pela vida de trabalho académico sobre migrações, pelo empenho na causa dos migrantes e pela colaboração voluntária e generosa prestada à OCPM. É titular da Ordre National du Mérite, de França, com o grau de Chevalier e da Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, de Portugal.

Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais/ CEMRI
Universidade Aberta/UAb (Portugal)
http://www.mbrochatrindade.blogspot.pt/

Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP

4.4.14

Apresentação de Livro . 8 de abril de 2014 . 21h00

"Dom Pelicano" de José Estêvão
Dia 8 de abril, às 21h00, apresentação do livro “Dom Pelicano” de José Estêvão, na Biblioteca Municipal. 

Apresentação a cargo o Professor Doutor Rui Soares
Sobre o livro: Do nada se ergueu e chegou ao auge, mas a ambição e as traições ao nada o fez voltar.
Nós crescemos quando as coisas são fáceis, crescemos quando enfrentamos desafios.
José Estêvão é natural de Monte Gordo – Vila Real de Santo António.
Chegou a Tavira em 1956 onde estudou na Escola de Pesca de Tavira.
Não se considera escritor porque não vive dos livros editados, apenas é um sonho feito de cada livro. Dedicou-se à escrita após a sua aposentação que ocorreu em 1997 e a partir daqui. Já tem muitas obras escritas ainda por editar.


Conferência . 7 de abril de 2014 . 18h00

Linnaeus - A History of Plant taxonomy 
por Mick Jones

google images














Org.: History Algarve Association

2.4.14

Apresentação de livro . 5 de abril de 2014 . 19h00

"Porquê eu?" de Hugo Pena
Uma história que relata a vida de um casal (Maria e Jaime) impossibilitado de ter filhos devido à esterilidade do marido. O relato das consequências ao nível psicológico e comportamental de um homem que não pode dar um filho à mulher. Como se não bastasse, a mulher desconfia de uma relação extra-conjugal com a... sua melhor amiga, e a partir daí a sua vida altera-se completamente. As dúvidas, a insegurança e o medo de perder o homem que escolhera para partilhar a sua vida, são a sua maior preocupação.
Sem saber como nem porquê, Maria recebe um dom, que vai ajudar uma dupla de agentes da Polícia Judiciária (Martins e Neves) a perceber e desvendar uma série de homicídios de padrão bem definido que ocorrem na cidade de Lisboa.
Tudo se complica quando Maria consegue «ver» o que jamais poderia imaginar. Também não percebe porque fora a «escolhida» para aquela dura tarefa e pergunta-se constantemente:
- Porquê eu?
Será que o dom de Maria, traduzido numa voz que se faz ouvir e em várias visões que consegue ter, a ajudarão a perceber se...tudo é o que parece?

Hugo Pena nasceu no Montijo no dia 29 de Abril de 1975, mas é na localidade de Altura que vive atualmente com a mulher e as suas duas filhas.
Desde cedo que se dedicou ao desporto, nomeadamente ao Andebol e foi no Clube de Vela de Tavira, clube que representou durante cerca de 15 anos, que atingiu os maiores feitos nessa modalidade. Representou várias vezes as seleções do Algarve e também a Seleção Nacional de cadetes masculinos. Fez parte do plantel do Clube de Vela de Tavira aquando da sua passagem pela 1ª Divisão Nacional de séniores masculina.
Desde cedo que se interessa pela leitura e decidiu agora escrever o seu primeiro livro, o romance policial «Porquê Eu?».
Atualmente exerce a profissão de instrutor de condução.

31.3.14

Curso . 5 de abril de 2014 . 15h00

Como lidar com o stress




Existem vários mitos sobre as causas do stress e os modos mais efectivos de lidar com ele. Este Curso pode libertá-lo dessas ilusões e falsos conceitos, dando-lhe uma nova perspectiva ...

A Brahma Kumaris é uma Instituição de Utilidade Pública que, através de cursos e atividades baseados no conhecimento do Raja Yoga, visa o desenvolvimento dos valores humanos e espirituais na sociedade. Todas as atividades são gratuitas.

Contactos: 289882586 | 969015264 | 919994272 | faro@pt.brahmakumaris.org
Org.: Brahma Kumaris - Academia para um Mundo Melhor

24.3.14

Performance teatral. 27, 28 e 29 de março de 2014 . 21h30



A 27 de março, Dia Mundial do Teatro, pelas 21h30, será apresentando o resultado final da oficina de teatro promovida pela Armação do Artista, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
Esta oficina teve a duração de 12 semanas e culminará com a apresentação pública de "Elementos menos produtivos", do escritor austríaco Peter Turrini.
A peça será também apresentada nos dias 28 e 29 de março, pelas 21h30.
Para maiores de 18 anos.



14.3.14

Maré de Contos . 17 a 23 de março de 2014.

A Maré de Contos apresenta a 7ª edição e decorre entre os dias 17 e 23 de Março.
A iniciativa apresenta workshops, sessões de contos, teatro e atividades para as escolas e comunidade local e está integrada na Semana Nacional da Leitura.
A divulgação de novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas, bem como a recolha do património oral do concelho e da região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural, são os princípios que estão na base da organização do evento.

Programa:
17 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serões do Passado, com a presença do Professor Doutor José Joaquim Dias Marques
17, 18 e 19 de março, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Associação Âncora e Escola Básica de Santa Luzia
Oficinas “Quem mexeu no meu queijo”
19 de março, 21h30, Pessoa’s Café
Contos de Improviso
21 de março, 10h00, Escolas Básicas de Tavira
22 de março, 18h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Apresentação do livro “A minha boca parece um deserto”, do autor Jorge Serafim
21 de março
22h00 Snack-Bar Távila
23h00 Cenas
De Conto em Conto, com Ângelo Torres
22 de março, 15h00, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Oficina “Contar para respirar”*, por Jorge Serafim
*sujeita a inscrição
22 de março, 21h30, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
Serão de Contos, com Serafim e Genoveva
23 de março, 16h30, Salão da Junta de Freguesia de Cachopo
Contos com Avós, por Patrícia Amaral (Tixa)
Esta é uma iniciativa da Associação Âncora Centro Comunitário, Associação Cultural Rock da Baixamar, Biblioteca Municipal Álvaro de Campos de Tavira, Câmara Municipal de Tavira, Associação MIN-ARIFA, Associação Cultural Artística de Tavira e Clube Recreativo de Tavira.
Mais informações AQUI



Semana da Leitura . 17 a 21 de março 2013


Programa da Rede de Bibliotecas de Tavira
Galeria de Autores—Textos e autores no Sobe e Desce
Oficinas e ateliers de promoção da leitura nas Bibliotecas Escolares


7.3.14

Livro: passado, presente e futuro . 29 de março a 27 de junho de 2014

Ciclo de Palestras 
Livro: passado, presente e futuro 


Entre 29 de março e 27 de junho, serão apresentadas 7 palestras sobre a temática do livro

Este ciclo de palestras tem como objetivo celebrar o livro. Enquadrado no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro e da exposição "Manuscritos das Bibliotecas Checas", em circulação pela Biblioteca Álvaro de Campos e pela Biblioteca da Universidade do Algarve, este ciclo apresentará, distribuídas por estas duas instituições, 7 palestras dedicadas à reflexão em torno do livro. O objetivo não será tanto oferecer uma panorâmica sobre a História do Livro, mas sim abordar e discutir alguns temas com ele intrinsecamente relacionados, tanto na perspetiva dos seus suportes materiais e da biblioteconomia como na reflexão em torno das práticas de leitura ou da relação entre literatura e problemas de edição. 

PROGRAMA 
29 de março
“Os primeiros livros impressos em Portugal” por Pedro Azevedo (livreiro antiquário) 
Local: Universidade do Algarve, Campus de Gambelas, Faro 

5 de abril  
“Bibliotecas e práticas de leitura no Algarve” por Patrícia de Jesus Palma (CHC / Universidade Nova de Lisboa)
Local: Universidade do Algarve, Campus de Gambelas, Faro 

9 de maio
“Livros e leituras na Antiguidade” por Adriana Nogueira (CECH / Universidade do Algarve)  
Local: Biblioteca Álvaro de Campos, Tavira 

17 de maio
"Pensar os Livros e as bibliotecas femininas no século XVIII através da Biblioteca do Palácio Fronteira" por Vanda Anastácio  (CEC / Universidade de Lisboa) 
Local: Universidade do Algarve, Faro 

6 de junho 
“Literatura e edição digital: que revolução?” por Sandra Boto (CIAC / CLP / CEAO / Universidade do Algarve) 
Local: Biblioteca Álvaro de Campos, Tavira 

20 de junho
“Literatura 2.0: do texto impresso à hipermédia” por Isa Mestre  (CIAC / Universidade do Algarve) 
Local: Biblioteca Álvaro de Campos, Tavira 

27 de junho
“Entre a cópia e a edição: alguns problemas do livro” por Pedro Ferré (CIAC / Universidade do Algarve) 
Local: Biblioteca Álvaro de Campos, Tavira

Organização: 
Biblioteca Álvaro de Campos 
Biblioteca da Universidade do Algarve 
CIAC - Centro de Investigação em Artes e Comunicação 

28.2.14

Concerto . 8 de março de 2014 . 21h30


CONCERTO 15 ANOS
Coral Feminino Outras Vozes

Explorar, fundir, sobressair, acompanhar, colorir, promover a voz feminina através da criação e interpretação de um repertório ecléctico e abrangente que atravesse séculos, tendências, formas, combinações e culturas é o principal objectivo destas mulheres. 
​Têm vindo, gradualmente, a granjear um lugar no universo das “outras músicas” através da dedicação e gosto pela música coral aliados ao saber e experiência provenientes dos estudos musicais e da participação noutros grupos. 
Ao longo da sua existência realizou concertos e participações em Festivais de Coros por todo o país. Gravou um CD promocional para a RDP Antena 1.

PROGRAMA
Senhora Lua – Mário Sousa Santos 
Now is the Month of Maying – Thomas Morley 
Ex Aqua In Aquam – Pedro Calquinha / trad. Sarah Van Der Pas 
O meu amor – Chico Buarque / arr Alexandre Zilahi 
Hotaru koi – tradicional japonesa / arr. Ro Ogura 
Yesterday – Beatles / arr. Paulo Rowlands 
Sem Querer – Margarida Encarnação 
Java Jive – Milton Drake e Ben Oakland / arr. Kirby Shaw 
Falando de Amor – Tom Jobim / arr. Paulo Rowlands 
Moleirinha – tradicional portuguesa / arr. Jorge Semião 
Love of My Life – Freddie Mercury / arr. Poty Fontenelle 
Senhora do Almurtão – tradicional portuguesa / arr. Mário Sampayo Ribeiro 
Wonderful Tonight – Eric Clapton / arr. Anne Raugh 
Rossiniana – Arnold Kempkens 
última música, uma de entre duas, à escolha do público: 
Rosa Amarela – Heitor Villa-Lobos
What a Wonderful World – George Weiss e Bob Thiele / arr. Audrey Snyder 

Org.: Associação Cultural Música XXI

24.2.14

Workshop . 15 de março de 2014 . 10h00 - 18h00

Workshop de Produção de Espectáculos

Como fazer o planeamento e gestão de um espetáculo de natureza artística; as etapas da produção deste tipo de eventos; as ferramentas do produtor (checklists, planos de trabalho, cronogramas); a orçamentação do projeto; as equipas de trabalho; e a legislação a seguir, são alguns dos conteúdos previstos. 
Objectivos
Este workshop tem como objectivo dotar os participantes das ferramentas e metodologias fundamentais que lhes permitam planear e gerir as várias etapas necessárias para a produção de espectáculos de natureza artística.
Conteúdos
- Como identificar as necessidades de produção de um espectáculo.
- Quais são as etapas da produção deste tipo de eventos.
- Como fazer a orçamentação do projecto.
- Qual é a legislação a seguir.

Sábado, 15 de março
Das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Local: Biblioteca Municipal Álvaro de Campos - Tavira
Preço 30€
Nº mínimo de participantes 8 | Nº máximo de participantes 16
Formadora: Cristina Braga
Inscrições e informações: cristinabraga.formacao@gmail.com

Curso. 28 de fevereiro de 2014 . 18h00

PENSAMENTO POSITIVO

 


A Brahma Kumaris é uma Instituição de Utilidade Pública que, através de cursos e atividades baseados no conhecimento do Raja Yoga, visa o desenvolvimento dos valores humanos e espirituais na sociedade. Todas as atividades são gratuitas.

www.brahmakumaris.org/portugal
Contactos: 289882586 | 969015264 | 919994272 | faro@pt.brahmakumaris.org

Conferência . 28 de fevereiro de 2014 . 11h00

The Portuguese Court In Brazil
por Rachel Barnard

Org.: Algarve History Association

18.2.14

2º Fórum Participativo - Estudo Mobilidade Interurbana . 21 fevereiro de 2014 . 19h00

No âmbito da conclusão do Estudo de Mobilidade Interurbana do Algarve Central (que integra os concelhos de Albufeira, Faro, Olhão  São Brás de Alportel, Loulé e Tavira) realizar-se-ão no próximo dia 21 de fevereiro de 2014 fóruns públicos abertos à participação da população, os quais irão decorrer nos seguintes locais: 
- Faro – dia 21 de fevereiro de 2014, pelas 15h00 no Museu Municipal de Faro; 

- Tavira – dia 21 de fevereiro de 2014, pelas 19h00 no Auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.

O estudo é cofinanciado pelo Programa Operacional Algarve 21, no âmbito do QREN, designadamente pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e tem por objetivo propor medidas que visam melhorar o sistema de mobilidade e transportes destes municípios, tendo-se desenvolvido em quatro fases, a saber: 

- Fase 0 – Arranque (Preparação dos trabalhos de campo) 
- Fase 1 – Caracterização e Diagnóstico 
- Fase 2 – Construção dos cenários e definição de Estratégia 
- Fase 3 – Propostas, plano de ação e investimentos. 

Encontrando-se na fase final da sua elaboração, pretende-se com as duas sessões a realizar divulgar e debater as principais medidas que consubstanciam o plano de ação nas diversas áreas abordadas no estudo: acessibilidades rodoviárias, transporte individual, sistema de transportes coletivos, modos suaves, estacionamento e articulação entre ordenamento do território e planeamento do sistema de transportes.
Venha dar a sua opinião! 

14.2.14

Workshop . 19 de fevereiro de 2014 . 14h00

WORKSHOP DE EMPREENDEDORISMO 
CRIA A TUA EMPRESA

A Câmara Municipal de Tavira em parceria com a Level Up, da EMPET no âmbito do projecto ATIVARTAVIRA e a Universidade do Algarve, no âmbito do projeto ALGARVE 2015 | Empreender e Inovar +, financiado pelo ALGARVE 21 – Programa Operacional, promovem no próximo dia 19 de Fevereiro pelas 14h00 no Auditório da Biblioteca Municipal, o Workshop CRIA A TUA EMPRESA.

Com a realização deste workshop objectiva-se estimular o espírito empresarial e contribuir para a geração de novas empresas no concelho de Tavira, nomeadamente as resultem de iniciativas de empreendedorismo jovem e qualificado.
Do programa do evento destaca-se a intervenção de Luis Sabbo, da Luís Sabbo, Frutas do Algarve Lda. que falará da sua experiência como jovem empresário procurando assim motivar outros jovens do concelho a criarem as suas empresas.


Ver programa aqui »»


Inscrições aqui »»


11.2.14

Palestra . 15 de fevereiro de 2014 . 16h00

Compreender a Homeopatia

Dia 15 de fevereiro, pelas 16h00, a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos recebe a palestra “Compreender a Homeopatia”, uma organização do Centro de Homeopatia do Algarve.

Sob orientação da Dra. Georgina Fonseca, Mestre em Medicina Homeopática, B.I Homeopathy, esta palestra pretende abordar o que é a homeopatia, como surgiu, quais as vantagens desta medicina, como se tomam os medicamentos homeopáticos e a quem se destina.
Esta conferência tem como objetivos dar conhecimento a todos os interessados sobre a importância e papel da Medicina Homeopática, não só no tratamento de doenças crónicas e agudas, como também na prevenção de doenças. 
No final da sessão haverá espaço para questões e debate. 


Org.: Centro de Homeopatia do Algarve 
Rua de Faro, 20 Estoi 
Telf.: 289 118 967 Telm.: 961589456 
E-mail: chomeoalgarve@gmail.com

5.2.14

Apresentação de revista . 7 de fevereiro de 2014 . 18h00

"Promontoria Monográfica, série História do Algarve – Contributos para a História da Saúde no Algarve"

No próximo dia 7 de fevereiro, pelas 18h00, terá lugar na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, de Tavira, a apresentação da revista "Promontoria Monográfica, série História do Algarve - Contributos para a História da Saúde no Algarve", a qual conta com a presença dos coordenadores científicos o Prof. Doutor António Paulo Oliveira e a Dr.ª  Cristina Fé Santos. 

A apresentação contará também com a presença  de um dos autores, o  Dr. Jorge Pereira que fará uma abordagem ao artigo publicado 
“Radiologia, Arte e Arqueologia no Algarve - Principais estudos. Uma nova forma da Radiologia interagir com a Comunidade”, assim como, com a presença de Dr. Jorge Augusto Correia, ilustre médico desta cidade que partilhará a sua experiência enquanto clínico ao longo de várias décadas.

Com esta edição inaugurou-se a série "Promontoria Monográfica, série História do Algarve - Contributos para a História da Saúde no Algarve", constituindo o seu primeiro número e cuja temática é a História da Saúde no Algarve. Esta publicação reúne diversos estudos alusivos quer a Instituições quer a Personalidades, tendo como elemento agregador o Algarve. Esses estudos são da autoria de investigadores das Universidades do Algarve, de Coimbra e de Lisboa, assim como de vários outros investigadores e profissionais de saúde que têm o propósito comum de divulgar a História da Saúde no Algarve.

A Promontoria Monográfica, revista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, da Universidade do Algarve tem como objetivo principal a divulgação de trabalhos de investigação na área das Ciências Humanas e Sociais.

31.1.14

Exposição . 3 de fevereiro a 26 de março de 2014


lifemark – landscapes
exposição de fotografia e instalação de Nicole Lissy


Entre 3 de fevereiro e 26 de março, estará patente na BMAC a exposição de fotografia e instalação de Nicole Lissy.
                                                                                                                                                     

marcas, feridas físicas e psicológicas, irritações, marcações, limitações, sinalizações, traços, rasgos da vida, imagens, a árvore como símbolo da vida e do crescimento, experiencias, cicatrizes, sinais, carater, testemunho, desenhos, esboços, fascinação pelos desenho nos troncos das árvores, os troncos e a pele do eucalipto com os seus desenhos, a mudar de pele como uma cobra, a parecer pele humana, árvore = vida, raízes?

as raízes deste trabalho chegam até ao tempo de universidade. comecei a trabalhar com estruturas nas árvores e a interessar-me pelos seus desenhos no ano 2004. no âmbito da minha licenciatura trabalhei duas semanas na natureza em escultura, land-art, performance, fotografia e outras disciplinas artísticas - foi essa a altura em que me apaixonei pelos desenhos que a vida deixa nos troncos das árvores.

desenhos da natureza
arte da natureza e a natureza de arte
fascina-me o crescimento, as cores e a beleza das marcas que a vida deixa nos troncos das árvores. quando caminho por uma floresta, pela mata do liceu ou até pela cidade, é como se estivesse numa galeria de arte a ver os mais lindos desenhos que já vi, dos quais eu decidi trazer aqui alguns que quero partilhar convosco.
marcas deixadas pela vida
sempre me fascinou olhar para marcas, vestígios do uso nos materiais, sinais de crescimento, marcas nos rostos e nos corpos das pessoas. os traços da vida fazem as pessoas interessantes para mim. nas marcas que a vida deixa consegue-se ler experiências e crescimento. ninguém cresce e aprende sem feridas que saram mas deixam cicatrizes visíveis ou invisíveis. cicatrizes e marcas surgem, muitas vezes, de situações desconfortáveis, dolorosas, indesejáveis. cicatrizes deixam um rasto de vida, deixam também uma noção de crescimento…


a sociedade – uma selva
muitas pessoas com marcas diferentes, a sociedade, a árvore um símbolo, cresce para onde tem hipótese e as melhores condições para crescer. a vida deixa as suas marcas nos seus troncos. por vezes, deixamos marcas, memórias, feridas, sem nos apercebermos – caminhamos pela floresta da sociedade como se fosse um chão cheio de folhas caídas no outono… partimos, pisamos ou desequilibramos o que está no nosso caminho. deixamos marcas onde passamos sem reparar. marcas são a nossa paisagem.

Nicole Lissy, licenciada em ensino de Inglês e Artes Visuais, estando em contacto com diferentes vertentes da cultura, principalmente o teatro, a dança teatral e a performance há quase duas décadas, fundou a associação amarelarte em fevereiro 2012 com o objetivo de criar um centro cultural para tod@s. (www.amarelarte.pt)

22.1.14

Conferência . 31 de janeiro de 2014. 11h00

“The Golden Age of Brazil” 
por Peter Booker


31 de janeiro de 2014 | 11h00

"Many people know that the king of Portugal grew rich for the first time on the receipts of the trade in Far Eastern spices. Fewer perhaps know that Portugal knew a second time of riches, based on the Golden Age of Brazil. In the late 1600s in the Brazilian interior, gold was discovered. There was a gold rush, similar to the later gold rushes in California, the Klondike and Witwatersrand. And later on, gemstones were also found. Because Brazil was a colony of Portugal, much of this windfall was creamed off by the Portuguese crown, and Portugal saw a great age of building in the 1700s. But what of Brazil? What effect did this sudden discovery have on the previously agrarian colonial society in the tropics? Is there any connection between the riches of Brazil and her later independence? Did this gold affect Brazilian politics? Did this gold give to Brazil any great buildings? How was Brazil changed by these discoveries? In short, how can we remember this time of discovery and riches?" 
[www.algarvehistoryassociation.com]

Org.: Algarve History Association

17.1.14

Apresentação de Livro & Conversa com o Autor . 25 de janeiro de 2014 . 18h00

“Israel e a Terra Santa – Lugares de Jesus Cristo”
de José Manuel Martins Ferreira Coelho

25 de janeiro de 2014 | 18h00

Esta obra, editada pela chancela algarvia Arandis, resulta de uma peregrinação que o autor realizou a Jerusalém e à Terra Santa.

Como um homem de ciência, o autor não se limitou a realizar uma viagem de lazer, nem viver, unicamente, o sentimento de elevação espiritual que qualquer peregrinação provoca. Foi muito mais longe, procurou fazer uma análise histórica, religiosa e sociológica de cada espaço, monumento, dogma, crença e manifestação cultural, aliando, assim, os vários ramos da ciência.

Com um rigor irrepreensível, Ferreira Coelho possibilita uma peregrinação à Terra Santa, pelas páginas do seu livro, ilustrado com fotografias também da sua autoria.

Este poderá ser considerado, eventualmente, um dos guias de viagem mais ricos e rigorosos alguma vez realizados sobre uma peregrinação à Terra Santa. 

José Manuel Martins Ferreira Coelho foi Oficial da Reserva Naval da Marinha de Guerra Portuguesa, classe de Médicos Navais, do 13.º CFORN - Cursos de Formação de Oficiais da Reserva Naval, tendo prestado serviço em Moçambique, como médico, na Companhia de Fuzileiros n.º 1.

14.1.14

Novidades no mês de janeiro.2014

Vem conhecer as novidades que temos à tua espera no espaço infanto-juvenil!
Podes consultar os novos livros aqui.



7.1.14

Palestra . 10 de janeiro de 2014. 18h


“Bem-te-queres“ 
por Ana Patrícia Mendes (terapeuta)

10 de janeiro de 2014 | 18h

A cada momento, a vida nos desafia a superar obstáculos, enfrentando nossas fraquezas e inseguranças, parecendo que jamais conseguiremos dar conta dessa tarefa, assumindo assim, uma postura de timidez e encolhimento.
Desconstruir essa imagem de “derrota” e substitui-la por uma confiança inabalável, é possível e está ao seu alcance, com ajuda irá perceber que mantendo uma coragem de ir ao encontro do que nos provoca medo e infelicidade é a chave da “mudança da vossa vida”.


3.1.14

Conferência . 4 de janeiro 2014. 16h


"Exclusão de riscos e inclusão da multisensorialidade no espaço balnear marítimo"

4 de Janeiro de 2014 | 16h00

O Projeto Barril em Tavira, criado em consórcio pelo empreendimento turístico Pedras d’el Rei e a Universidade do Algarve procura, como um dos seus múltiplos objetivos, desenvolver o turismo acessível, que tem em conta a acessibilidade e adaptação de atividades turísticas para os cidadãos com deficiências físicas ou com mobilidade reduzida tais como crianças, gestantes e idosos.

Tavira Ilimitada tem como missão desenvolver ações de inclusão social a todos os níveis, e nesse sentido propôs ao Projeto Barril uma colaboração na organização de uma conferência do arquiteto Carlos Mourão Pereira, versando sobre o tema central de sua tese de doutoramento: exclusão de riscos e inclusão de multisensorialidade no espaço balnear marítimo, a acontecer no Dia Mundial do Braille. 

Carlos Mourão Pereira nasceu em Lisboa em 1970. Licenciou-se em Arquitetura na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, com a distinção do Prémio Comendador Joaquim Matias, em 1997. Iniciou atividade em 1991, tendo colaborado com Aires Mateus, Carrilho da Graça, Costa Cabral e Gonçalo Byrne, em Lisboa, com Toni Geser, em Zurique, e com Renzo Piano, em Génova. Desenvolve atividade em atelier próprio desde 1998, tendo o seu trabalho sido publicado e apresentado em seminários e conferências, em universidades europeias, no Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, na Exposição Mundial de Saragoça e no Centro Húngaro de Arquitetura Contemporânea, em Budapeste. Lecionou Projeto na Licenciatura em Arquitetura da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, em 2005/2006 e no Mestrado Integrado em Arquitetura no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, de 2003 a 2008. Defendeu a sua Tese de Doutoramento em Arquitetura no Instituto Superior Técnico.
Em 2006 ficou cego, não tendo interrompido a sua atividade profissional ao nível da formação, docência e prática arquitetónica. 

27.12.13

Exposição sobre a vida e obra literária de Julian Tuwim . 4 de janeiro a 28 de fevereiro 2014


Na sequência da geminação entre Tavira e de Łańcut (Polónia), a AIP-IAP leva a cabo mais uma atividade em colaboração com a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, que inclui esta exposição sobre a vida e obra literária de Julian Tuwim, um dos mais célebres poetas polacos do século XX que, em 2013, celebrou o centenário da sua estreia literária e o sexagésimo aniversário do seu falecimento.
Durante o período em que a exposição ficará patente ao público, o livro “A locomotiva”, de sua autoria, estará à disposição do público infantil.


Julian Tuwim (1894-1953) é um dos grandes poetas polacos. Foi também tradutor de poesia, crítico, colecionador compulsivo de textos esquisitos, dicionários, livros raros e outras coisas bizarras. Publicou vários volumes de poesia, incluindo poemas para crianças.
Já em pequeno se notava a sua curiosidade pela linguagem e pela poesia. Tinha um caderninho em que ia apontando todas as palavras esquisitas que encontrava e que depois adorava analisar. Este seu amor e esta sua mania pelas palavras é o que torna a sua poesia inconfundível. Adorava brincar com os sons da língua, inventar palavras novas, trocando as voltas aos prefixos e aos sufixos.
«A Locomotiva» é talvez a mais conhecida das suas obras para crianças. É como uma onomatopeia gigante feita de palavras e expressões que imitam o som de um comboio que corre sonante pelos caminhos de ferro.”

“A Locomotiva” é um livro editado pela Qual Albatroz, baseado num poema original de Julian Tuwim e traduzido para português por Gerardo Beltrán e José Carlos Dias e ilustrado por Paulo Galindro.
Quer a exposição quer a leitura do livro proporcionarão atividades pedagógicas em cooperação com as escolas.

Org.: Associação Internacional de Paremiologia- IAP

26.12.13

Exposição “Manuscritos das Bibliotecas Checas” . 7 de janeiro a 28 de fevereiro 2014


"Manuscritos das Bibliotecas Checas"


Entre 7 de janeiro e 28 de fevereiro de 2014, estará patente na BMAC a exposição “Manuscritos das Bibliotecas Checas”.


Na sequência da colaboração com professores e investigadores de universidades Checas e da sua presença em Tavira nos Colóquios Interdisciplinares sobre Provérbios (ICPs), desde há 7 anos, surge agora esta exposição fruto da cooperação com Embaixada da República Checa em Portugal.
A importância dos manuscritos, é por si só, um elemento fundamental na divulgação da história e da cultura dos povos. É de salientar, a título de exemplo, a “Didáctica Magna”, de Comenius, obra também conhecida por “Tratado da Arte Universal de Ensinar Tudo a Todos”, publicada em 1649, e uma das obras com maior destaque na Europa. Trata-se de um método universal de ensinar tudo a todos, com uma certeza tal que seja impossível não conseguir bons resultados, tornando o processo de aprendizagem/ensino mais motivador.


Org.: Associação Internacional de Paremiologia/IAP e Embaixada da República Checa