"Livro Adentro"
Espetáculo de Apresentação da obra "Sou Prosa, Tu Poema"
de Ana Francisco e Carla Sabino
"Livro Adentro" - Espetáculo de Apresentação da obra "Sou Prosa, Tu Poema" de Ana Francisco e Carla Sabino.
"Este livro nasceu do coração, nasceu do amor que pode existir para além do sangue, nasceu do perdão e do abraço.
Partiu de uma mensagem, de uma sugestão, de uma intenção, um desafio, e terminou nas margens de um encontro profundo entre duas histórias, dois textos, poesia e prosa".
Uma viagem através do espetáculo "Livro Adentro", onde as 7 artes darão a conhecer o conteúdo do livro "Sou Prosa, tu Poema", de Ana Francisco e Carla Sabino".
9.6.16
3.6.16
Conversa com os Autores . 17 de junho de 2016 . 18h00
"VISITA GUIADA AO OFÍCIO DO ATOR: UM MÉTODO” de António Branco
Apresentação a cargo de Anabela Afonso, atual Chefe de Gabinete do Reitor da Universidade do Algarve, é formada em Relações Internacionais e mestre em Comunicação, Cultura e Artes, na vertente Teatro e Intervenção Social e Cultural.
António Branco é o atual reitor da Universidade do Algarve, já foi coordenador do Centro de Investigação em Artes e Comunicação e este livro resulta do seu trabalho de investigação na área do Teatro.
2.6.16
Conversa com os Autores . 4 de junho de 2016 . 17h00
Telegramas do Mediterrâneo
de Pedro Jubilot
Pedro Jubilot faz
~ Um périplo pelo Mediterrâneo no sentido anti-horário, mas que começa e termina no Algarve, que (por piada ou por desejo) se diz ter erradamente ficado fora desse Mar, quando tem características semelhantes na sua gastronomia, arquitectura, atmosfera, ou pela paisagem, ambientes, cultura. E por receber os ventos que sopram de levante, cruzando o Estreito de Gibraltar, vindo estabelecer-se nas suas praias, trazendo o apelo e a inspiração à viagem poética. ~
1.6.16
O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!
Autor de Junho | Jorge Correia
Jorge Augusto Correia, filho de José Augusto Correia e Adelina Berta dos Santos Pescada, nasceu em Tavira a 5 de Abril de 1918.
Iniciou os seus estudos universitários em 1935, licenciando-se em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina de Lisboa, em Julho de 1941, com 23 anos de idade.
Após o estágio nos Hospitais Civis de Lisboa, optou por exercer a sua profissão em Tavira, onde abriu consultório e foi nomeado médico da Casa do Povo da Conceição.
Foi mobilizado como Oficial-médico em 1944, prestando serviço em Cabo Verde até Agosto de 1945.
Após o seu regresso, exerceu funções como clínico, na Casa dos Pescadores, no Hospital da Misericórdia e na Caixa de Previdência de Faro, antecessora do Centro Distrital de Segurança Social. Também exerceu funções no Centro de Saúde de Tavira, do qual foi diretor de 1984 a 1988 e onde, no átrio, se encontra uma lápide com o seu nome, pela sua entrega aos serviços e à população.
Foi presidente da Câmara Municipal de Tavira entre 1959 e 1971, um concelho que vivia principalmente da atividade primária, mas com tradições culturais que sempre foram uma das suas principais características, sabendo interpretar a falta de Ensino Secundário oficial como grave carência, que impedia a valorização dos jovens tavirenses, que, não tendo condições económicas para frequentar o ensino privado, não prosseguiam os estudos secundários.
Jorge Augusto Correia pediu audiências ministeriais, removeu obstáculos, fez valer a sua posição e conhecimentos e, depois de um continuado e longo esforço, conseguiu que fosse superiormente autorizada a criação em Tavira, a partir de 1 de Outubro de 1961, da Escola Técnica, da qual foi o primeiro diretor.
Jorge Augusto Correia recolheu ainda a admiração dos seus comprovincianos enquanto deputado, que pugnou, acima de tudo, pelos interesses do Algarve. Foi, na época, o único deputado que propôs a criação de uma Secretaria de Estado para a Juventude, iniciativa que só mais tarde havia de ser reconhecida e posta em prática.
Nos últimos anos, através de uma intensa atividade literária, escreveu cerca de uma vintena de livros, entre os quais uma autobiografia que intitulou ”Factos e impressões ao longo da minha vida”.
Já depois da publicação do Despacho que designou a Escola Secundária de Tavira como “Escola Secundária com 3º. Ciclo de Ensino Básico, Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira”, a Ordem dos Médicos, no seu XII Congresso, atribuiu-lhe a Medalha de Mérito, como médico que se distinguiu pelo seu trajeto humano e profissional.
O Município de Tavira distinguiu a sua carreira perpetuando o seu nome na toponímia da cidade, em 1993, e atribuiu-lhe a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro, em 1999.
In: http://www.sulinformacao.pt/2016/05/morreu-o-antigo-medico-tavirense-jorge-augusto-correia/
Iniciou os seus estudos universitários em 1935, licenciando-se em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina de Lisboa, em Julho de 1941, com 23 anos de idade.
Após o estágio nos Hospitais Civis de Lisboa, optou por exercer a sua profissão em Tavira, onde abriu consultório e foi nomeado médico da Casa do Povo da Conceição.
Foi mobilizado como Oficial-médico em 1944, prestando serviço em Cabo Verde até Agosto de 1945.
Após o seu regresso, exerceu funções como clínico, na Casa dos Pescadores, no Hospital da Misericórdia e na Caixa de Previdência de Faro, antecessora do Centro Distrital de Segurança Social. Também exerceu funções no Centro de Saúde de Tavira, do qual foi diretor de 1984 a 1988 e onde, no átrio, se encontra uma lápide com o seu nome, pela sua entrega aos serviços e à população.
Foi presidente da Câmara Municipal de Tavira entre 1959 e 1971, um concelho que vivia principalmente da atividade primária, mas com tradições culturais que sempre foram uma das suas principais características, sabendo interpretar a falta de Ensino Secundário oficial como grave carência, que impedia a valorização dos jovens tavirenses, que, não tendo condições económicas para frequentar o ensino privado, não prosseguiam os estudos secundários.
Jorge Augusto Correia pediu audiências ministeriais, removeu obstáculos, fez valer a sua posição e conhecimentos e, depois de um continuado e longo esforço, conseguiu que fosse superiormente autorizada a criação em Tavira, a partir de 1 de Outubro de 1961, da Escola Técnica, da qual foi o primeiro diretor.
Jorge Augusto Correia recolheu ainda a admiração dos seus comprovincianos enquanto deputado, que pugnou, acima de tudo, pelos interesses do Algarve. Foi, na época, o único deputado que propôs a criação de uma Secretaria de Estado para a Juventude, iniciativa que só mais tarde havia de ser reconhecida e posta em prática.
Nos últimos anos, através de uma intensa atividade literária, escreveu cerca de uma vintena de livros, entre os quais uma autobiografia que intitulou ”Factos e impressões ao longo da minha vida”.
Já depois da publicação do Despacho que designou a Escola Secundária de Tavira como “Escola Secundária com 3º. Ciclo de Ensino Básico, Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira”, a Ordem dos Médicos, no seu XII Congresso, atribuiu-lhe a Medalha de Mérito, como médico que se distinguiu pelo seu trajeto humano e profissional.
O Município de Tavira distinguiu a sua carreira perpetuando o seu nome na toponímia da cidade, em 1993, e atribuiu-lhe a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro, em 1999.
In: http://www.sulinformacao.pt/2016/05/morreu-o-antigo-medico-tavirense-jorge-augusto-correia/
31.5.16
Artes & Letras . Ciclo de colóquios FAMÍLIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO . 3 de junho de 2016 . 18h00
Como os Idosos Percecionam a sua Saúde e Qualidade de Vida no Algarve
por Cláudia Cristina Luísa (Universidade do Algarve)

Desde 2015 que o Soroptimist Internacional Clube de Tavira tem vindo a organizar um ciclo de colóquios dedicado ao tema Família, Saúde e Educação.
Este ciclo irá continuar em 2016 com uma temática pertinente e muito atual. As sessões decorrerão na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
Organização: Soroptimist Internacional Clube de Tavira
por Cláudia Cristina Luísa (Universidade do Algarve)

Desde 2015 que o Soroptimist Internacional Clube de Tavira tem vindo a organizar um ciclo de colóquios dedicado ao tema Família, Saúde e Educação.
Este ciclo irá continuar em 2016 com uma temática pertinente e muito atual. As sessões decorrerão na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.
Organização: Soroptimist Internacional Clube de Tavira
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30.5.16
Ciclo de Palestras - As Estações do Ano sob o ponto de vista proverbial . 2 de junho de 2016 . 17h00
«Os provérbios, sendo uma realidade transversal que abarca várias dimensões de uma experiência de vida, é natural que as variações sazonais e cíclicas que estejam espelhadas nas expressões usadas no quotidiano. Recordemos as inter-relações existentes entre o tempo atmosférico, as culturas de uma região e a gastronomia, só para citar alguns aspetos da vida em comunidade.»
Rui João Baptista Soares natural de Tavira, licenciou-se em Matemática Aplicada e em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tem os graus de Master of Education pela Boston University e de Mestre em Relações Interculturais pela Universidade Aberta e é doutorado em Ciências de Educação – especialidade de Educação Intercultural, pela Universidade Aberta.
Tem cooperado com várias instituições de ensino superior nacionais e estrangeiros nas áreas de Educação Matemática, das Relações Interculturais e das Tecnologias da Informação e da Comunicação. Publicou inúmeros artigos em revistas nacionais e internacionais e lecionou várias disciplinas em diferentes níveis de ensino. É Presidente da Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology (AIP-IAP).
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
23.5.16
Ciclo de Palestras - Porque falham os bancos? . 28 de maio de 2016 . 17h00
"Porque falham os bancos?"
por Manuel Avelino de Jesus
Um após outro vários bancos têm vindo a falir contra as mais generalizadas expectativas. O que é que ainda pode ocorrer com o o sistema financeiro? Como explicar estas falências?
Manuel Avelino de Jesus, nasceu em Tavira em 1952.
É actualmente professor no ISEG da Universidade de Lisboa onde é regente da área de Política Económica.
É licenciado em Economia (1976) pelo ISEG e Mestre (1981) e Doutor (1986) em Economia e Finanças Internacionais pela Universidade de Paris X.
Para além das funções de docente e investigador na área da economia desempenhou funções de gestão em instituições públicas e privadas de ensino universitário, entre as quais de presidente do conselho directivo do ISEG e do ISG.
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
16.5.16
Encontro com os Autores - “UMA FAMÍLIA DE FOTÓGRAFOS: CARLOS E MARGARIDA RELVAS” . 20 de maio de 2016 . 17h00
“UMA FAMÍLIA DE FOTÓGRAFOS: CARLOS E MARGARIDA RELVAS”
de Cátia Salvado Fonseca
Carlos Relvas foi um fotógrafo experimentalista que se desdobrou em múltiplas personalidades e nos legou um estilo eclético que mais se identifica com uma escola/fábrica da fotografia, remetendo-nos para o movimento artístico de Ruskin e Morris. O fotógrafo pretendeu através da sua “catedral” da fotografia acabar com a distinção entre as artes maiores e as artes menores, elevando a fotografia a indústria, ao serviço da modernização do Estado/Nação, tornando-a acessível a todas as áreas do conhecimento, não pretendendo, de modo algum, que a fotografia abandonasse as suas pretensões artísticas.
Margarida Relvas produziu algumas dezenas de fotografias, e a sua produção artística diferenciou-se da de seu pai, no entanto, segundo o nosso ponto de vista, a sua obra foi confundida, e muitas vezes ombreada, pela obra de Carlos Relvas.
Ao darmos o título “Uma família de fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”, procurámos contextualizar e valorizar dois estilos opostos, dois estilos extremamente importantes na afirmação e na valorização industrial e artística do nosso país.

Cátia Antunes dos Santos Salvado Fonseca licenciou-se em História, em 2004, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a tese “Almeida Garrett e a Imprensa Teatral”. Em 2009 concluiu o Mestrado em Museologia e Património Cultural, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação intitulada “Uma Família de Fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”. É autora de diversos artigos, no âmbito da História Local publicados na revista Nova Augusta, do Município de Torres Novas.
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
Carlos Relvas foi um fotógrafo experimentalista que se desdobrou em múltiplas personalidades e nos legou um estilo eclético que mais se identifica com uma escola/fábrica da fotografia, remetendo-nos para o movimento artístico de Ruskin e Morris. O fotógrafo pretendeu através da sua “catedral” da fotografia acabar com a distinção entre as artes maiores e as artes menores, elevando a fotografia a indústria, ao serviço da modernização do Estado/Nação, tornando-a acessível a todas as áreas do conhecimento, não pretendendo, de modo algum, que a fotografia abandonasse as suas pretensões artísticas.
Margarida Relvas produziu algumas dezenas de fotografias, e a sua produção artística diferenciou-se da de seu pai, no entanto, segundo o nosso ponto de vista, a sua obra foi confundida, e muitas vezes ombreada, pela obra de Carlos Relvas.
Ao darmos o título “Uma família de fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”, procurámos contextualizar e valorizar dois estilos opostos, dois estilos extremamente importantes na afirmação e na valorização industrial e artística do nosso país.

Cátia Antunes dos Santos Salvado Fonseca licenciou-se em História, em 2004, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a tese “Almeida Garrett e a Imprensa Teatral”. Em 2009 concluiu o Mestrado em Museologia e Património Cultural, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação intitulada “Uma Família de Fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”. É autora de diversos artigos, no âmbito da História Local publicados na revista Nova Augusta, do Município de Torres Novas.
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
Ciclo de Palestras - A Beleza dos Fractais . 18 de maio de 2016 . 17h00
A BELEZA DOS FRACTAIS
por J. Marques Henriques
Um fractal é uma estrutura geométrica cuja dimensão não é inteira:
-Preços bolsistas, nuvens, montanhas, crescimento de árvores e plantas, variações linguísticas, padrões artísticos, falhas sísmicas, etc.
Originalmente definidos em 1975, os fractais têm sido usados em quase todas as áreas das ciências físicas, sociais, e humanas, proporcionando ainda imagens de grande beleza de que serão mostrados exemplos nesta apresentação.
José Manuel Fernandes Marques Henriques, Professor Associado Aposentado do Departamento de Gestão da Universidade de Lisboa, Licenciado em Matemática pela Universidade de Munique, escreveu em 1967 uma tese na Universidade de Chicago sobre dimensão fraccionária, que está na base do conceito de fractal. Professor itinerante nas Universidades da Beira Interior (Covilhã) e de Évora, leccionou ainda em várias outras escolas no estrangeiro. Co-editor do livro " Fractals in the Fundamental and Applied Sciences".
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
9.5.16
Ciclo de Palestras - Redescobrindo sabedorias antigas: os textos sapienciais bíblicos como sistematização de saberes e de valores . 14 de maio de 2016 . 17h00

“Redescobrindo sabedorias antigas: os textos sapienciais bíblicos como sistematização de saberes e de valores”
por Paulo Mendes Pinto
(Universidade Lusófona de Lisboa)
O olhar para os textos antigos, sejam eles bíblicos ou não, mostra-nos um saber sistematizado em muita prática social. Seja no campo da economia e da gestão financeira, ou no campo de uma ética relacionada coma vida em sociedade, verificamos que são milénios de conhecimento o que encontramos sistematizado nesses verdadeiros continentes de valor. os textos sapiensiais, especialmente esses, mostram-nos como se deu a tensão entre o pensamento especulativo e a teologia. Desse confronto saíam algumas das máximas mais importantes da nossa civilização, princípios e frases que ainda hoje nos acompanham.
Será em torno desta visão, desta sabedoria tornada consistente em textos milenares, que nos debruçaremos, vendo como as questões de hoje, sejam as económicas ou as da vida, são exactamente as mesmas de há quase três mil anos.
Paulo Mendes Pinto é director da Licenciatura e do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona, onde também dirige o Instituto Al-Muhaidib de Estudos Islâmicos.
Desenvolve investigação sobre História das Religiões Antigas (mitologia e literaturas comparadas), Historiografia e Teoria da História, e Diálogo entre as Religiões, Convívio e Cidadania.
Em 2015 foi nomeado Embaixador do Parlamento Mundial das Religiões.
Org: Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology
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