13.6.16

Ciclo de Palestras - Um Modelo para o Cosmos - Modelo GOP . 16 de junho de 2016 . 17h00



Este é um Modelo para o COSMOS que o torna muito menos misterioso aos nossos olhos. Ele é lógico, simples e claro onde a única ideia exótica é o Big Bang, que é o princípio sobre o qual ele é construído.

Com este Modelo rastreamos um grande grupo dos actuais e mais enigmáticos fenómenos sobre o COSMOS (Matéria Escura, Expansão Acelerada, Filamentos de Matéria Escura, Halos Galácticos, … , Inflação Cósmica, Radiação Cosmológica de Fundo), que surgiram nos últimos 50 anos, e para os quais não têm sido encontradas respostas satisfatórias. Com este Modelo encontrámos para cada um deles, soluções, hipóteses compatíveis. O facto de o Modelo responder, de um modo surpreendente, a todas as questões testadas encorajou-nos para avançar com algumas conjeturas.

Maria Zulmira Rodrigues, natural de S. Bartolomeu de Messines.

Data de nascimento: 10 de Junho 1943.

Licenciada em Ciências Físico-Químicas pala Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Colaborou na fundação de Cooperativa de Ensino Eudóxio, (71-73) Lisboa, onde lecionou e organizou o laboratório. Lecionou também no Liceu Pedro Nunes, entre outros, e em diversas Escolas Preparatórias. Como docente na Universidade do Algarve foi responsável por várias disciplinas e desenvolveu, em atividade letiva com os alunos, projetos de Novos Produtos alimentares.

Como atividade não docente organizou e foi diretora do laboratório de análises F-Q da Fábrica Crown CorK Company, (69-71) e responsável pelo controlo de qualidade das matérias-primas e produto acabado.

Fez um projeto para a valorização da Cozinha Tradicional do Sul que se concretizou no restaurante “Amêndoa Amarga”, Lisboa 1986. 
 


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Ciclo de Palestras - A Espiritualidade, a ciência e os valores universais . 18 de junho de 2016 . 17h00




Admitindo que cada um de nós é essencialmente uma partícula de energia, descreve algumas experiências realizadas em laboratórios de investigação científica com seres humanos e com animais, bem como o estudo de alguns fenómenos cuja explicação tem sido difícil para a Ciência.

Desafia as diferentes disciplinas da Ciência – neurociências, parapsicologia, física, matemática, etc. – a conjugarem esforços para, seguindo o rigor do método científico, proporcionarem um maior esclarecimento espiritual à Humanidade.

E considera que esse esclarecimento tenderá a desmistificar algumas fantasias que ainda prevalecem, mas também a confirmar evidências da existência de energias ainda desconhecidas, cujo esclarecimento permitirá ao ser humano viver melhor e ser mais útil a si e aos outros, em sintonia com os Valores Universais.

Luís Portela nasceu em 1951 no Porto, é licenciado em Medicina pela Universidade do Porto, tendo feito algumas ações de formação em Gestão. Exerceu atividade clínica no Hospital de S. João apenas durante três anos e foi docente da Universidade do Porto durante seis anos, onde lecionou a cadeira de Psicofisiologia.
Desligou-se da carreira médica e universitária para se dedicar à gestão de empresas. A sua atividade empresarial foi iniciada com vinte e um anos e aos vinte e sete assumiu a presidência dos Laboratórios Bial, cargo que exerceu até Janeiro de 2011, tendo nessa altura passado a presidente não executivo. Também é presidente do Health Cluster Portugal. Foi presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto, vice-presidente da Fundação de Serralves e membro da Direção da Cotec.




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9.6.16

Espetáculo e Conversa com os Autores . "Livro Adentro" . 15 de junho de 2016 . 21h00

"Livro Adentro"
Espetáculo de Apresentação da obra "Sou Prosa, Tu Poema"
de Ana Francisco e Carla Sabino

"Livro Adentro" - Espetáculo de Apresentação da obra "Sou Prosa, Tu Poema" de Ana Francisco e Carla Sabino.
"Este livro nasceu do coração, nasceu do amor que pode existir para além do sangue, nasceu do perdão e do abraço.
Partiu de uma mensagem, de uma sugestão, de uma intenção, um desafio, e terminou nas margens de um encontro profundo entre duas histórias, dois textos, poesia e prosa".
Uma viagem através do espetáculo "Livro Adentro", onde as 7 artes darão a conhecer o conteúdo do livro "Sou Prosa, tu Poema", de Ana Francisco e Carla Sabino".


3.6.16

Conversa com os Autores . 17 de junho de 2016 . 18h00


"VISITA GUIADA AO OFÍCIO DO ATOR: UM MÉTODO” de António Branco


Apresentação a  cargo de Anabela Afonso, atual Chefe de Gabinete do Reitor da Universidade do Algarve, é formada em Relações Internacionais e mestre em Comunicação, Cultura e Artes, na vertente Teatro e Intervenção Social e Cultural.

António Branco é o atual reitor da Universidade do Algarve, já foi coordenador do Centro de Investigação em Artes e Comunicação e este livro resulta do seu trabalho de investigação na área do Teatro.


2.6.16

Conversa com os Autores . 4 de junho de 2016 . 17h00


Telegramas do Mediterrâneo
de Pedro Jubilot

Pedro Jubilot faz
~ Um périplo pelo Mediterrâneo no sentido anti-horário, mas que começa e termina no Algarve, que (por piada ou por desejo) se diz ter erradamente ficado fora desse Mar, quando tem características semelhantes na sua gastronomia, arquitectura, atmosfera, ou pela paisagem, ambientes, cultura. E por receber os ventos que sopram de levante, cruzando o Estreito de Gibraltar, vindo estabelecer-se nas suas praias, trazendo o apelo e a inspiração à viagem poética. ~


1.6.16

Novidades na BMAC - junho de 2016

Pode consultar as novidades de junho de 2016 aqui.


O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!

Autor de Junho | Jorge Correia
 
Jorge Augusto Correia, filho de José Augusto Correia e Adelina Berta dos Santos Pescada, nasceu em Tavira a 5 de Abril de 1918.

Iniciou os seus estudos universitários em 1935, licenciando-se em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina de Lisboa, em Julho de 1941, com 23 anos de idade.

Após o estágio nos Hospitais Civis de Lisboa, optou por exercer a sua profissão em Tavira, onde abriu consultório e foi nomeado médico da Casa do Povo da Conceição.

Foi mobilizado como Oficial-médico em 1944, prestando serviço em Cabo Verde até Agosto de 1945.

Após o seu regresso, exerceu funções como clínico, na Casa dos Pescadores, no Hospital da Misericórdia e na Caixa de Previdência de Faro, antecessora do Centro Distrital de Segurança Social. Também exerceu funções no Centro de Saúde de Tavira, do qual foi diretor de 1984 a 1988 e onde, no átrio, se encontra uma lápide com o seu nome, pela sua entrega aos serviços e à população.

Foi presidente da Câmara Municipal de Tavira entre 1959 e 1971, um concelho que vivia principalmente da atividade primária, mas com tradições culturais que sempre foram uma das suas principais características, sabendo interpretar a falta de Ensino Secundário oficial como grave carência, que impedia a valorização dos jovens tavirenses, que, não tendo condições económicas para frequentar o ensino privado, não prosseguiam os estudos secundários.

Jorge Augusto Correia pediu audiências ministeriais, removeu obstáculos, fez valer a sua posição e conhecimentos e, depois de um continuado e longo esforço, conseguiu que fosse superiormente autorizada a criação em Tavira, a partir de 1 de Outubro de 1961, da Escola Técnica, da qual foi o primeiro diretor.

Jorge Augusto Correia recolheu ainda a admiração dos seus comprovincianos enquanto deputado, que pugnou, acima de tudo, pelos interesses do Algarve. Foi, na época, o único deputado que propôs a criação de uma Secretaria de Estado para a Juventude, iniciativa que só mais tarde havia de ser reconhecida e posta em prática.

Nos últimos anos, através de uma intensa atividade literária, escreveu cerca de uma vintena de livros, entre os quais uma autobiografia que intitulou ”Factos e impressões ao longo da minha vida”.

Já depois da publicação do Despacho que designou a Escola Secundária de Tavira como “Escola Secundária com 3º. Ciclo de Ensino Básico, Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira”, a Ordem dos Médicos, no seu XII Congresso, atribuiu-lhe a Medalha de Mérito, como médico que se distinguiu pelo seu trajeto humano e profissional.

O Município de Tavira distinguiu a sua carreira perpetuando o seu nome na toponímia da cidade, em 1993, e atribuiu-lhe a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro, em 1999.




In: http://www.sulinformacao.pt/2016/05/morreu-o-antigo-medico-tavirense-jorge-augusto-correia/




31.5.16

Artes & Letras . Ciclo de colóquios FAMÍLIA, SAÚDE E EDUCAÇÃO . 3 de junho de 2016 . 18h00

Como os Idosos Percecionam a sua Saúde e Qualidade de Vida no Algarve
por Cláudia Cristina Luísa (Universidade do Algarve)




Desde 2015 que o Soroptimist Internacional Clube de Tavira tem vindo a organizar um ciclo de colóquios dedicado ao tema Família, Saúde e Educação.
Este ciclo irá continuar em 2016 com uma temática pertinente e muito atual. As sessões decorrerão na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos.


Organização: Soroptimist Internacional Clube de Tavira


30.5.16

Ciclo de Palestras - As Estações do Ano sob o ponto de vista proverbial . 2 de junho de 2016 . 17h00



«Os provérbios, sendo uma realidade transversal que abarca várias dimensões de uma experiência de vida, é natural que as variações sazonais e cíclicas que estejam espelhadas nas expressões usadas no quotidiano. Recordemos as inter-relações existentes entre o tempo atmosférico, as culturas de uma região e a gastronomia, só para citar alguns aspetos da vida em comunidade.»

Rui João Baptista Soares natural de Tavira, licenciou-se em Matemática Aplicada e em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tem os graus de Master of Education pela Boston University e de Mestre em Relações Interculturais pela Universidade Aberta e é doutorado em Ciências de Educação – especialidade de Educação Intercultural, pela Universidade Aberta.
Tem cooperado com várias instituições de ensino superior nacionais e estrangeiros nas áreas de Educação Matemática, das Relações Interculturais e das Tecnologias da Informação e da Comunicação. Publicou inúmeros artigos em revistas nacionais e internacionais e lecionou várias disciplinas em diferentes níveis de ensino. É Presidente da Associação Internacional de Paremiologia / International Association of Paremiology (AIP-IAP).


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23.5.16

Ciclo de Palestras - Porque falham os bancos? . 28 de maio de 2016 . 17h00


"Porque falham os bancos?"
por Manuel Avelino de Jesus

Um após outro vários bancos têm vindo a falir contra as mais generalizadas expectativas. O que é que ainda pode ocorrer com o o sistema financeiro? Como explicar estas falências?

Manuel Avelino de Jesus, nasceu em Tavira em 1952.
É actualmente professor no ISEG da Universidade de Lisboa onde é regente da área de Política Económica.
É licenciado em Economia (1976) pelo ISEG e Mestre (1981) e Doutor (1986) em Economia e Finanças Internacionais pela Universidade de Paris X.
Para além das funções de docente e investigador na área da economia desempenhou funções de gestão em instituições públicas e privadas de ensino universitário, entre as quais de presidente do conselho directivo do ISEG e do ISG.

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16.5.16

Encontro com os Autores - “UMA FAMÍLIA DE FOTÓGRAFOS: CARLOS E MARGARIDA RELVAS” . 20 de maio de 2016 . 17h00


“UMA FAMÍLIA DE FOTÓGRAFOS: CARLOS E MARGARIDA RELVAS” 
de Cátia Salvado Fonseca

Carlos Relvas foi um fotógrafo experimentalista que se desdobrou em múltiplas personalidades e nos legou um estilo eclético que mais se identifica com uma escola/fábrica da fotografia, remetendo-nos para o movimento artístico de Ruskin e Morris. O fotógrafo pretendeu através da sua “catedral” da fotografia acabar com a distinção entre as artes maiores e as artes menores, elevando a fotografia a indústria, ao serviço da modernização do Estado/Nação, tornando-a acessível a todas as áreas do conhecimento, não pretendendo, de modo algum, que a fotografia abandonasse as suas pretensões artísticas.
Margarida Relvas produziu algumas dezenas de fotografias, e a sua produção artística diferenciou-se da de seu pai, no entanto, segundo o nosso ponto de vista, a sua obra foi confundida, e muitas vezes ombreada, pela obra de Carlos Relvas.

Ao darmos o título “Uma família de fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”, procurámos contextualizar e valorizar dois estilos opostos, dois estilos extremamente importantes na afirmação e na valorização industrial e artística do nosso país.

Cátia Antunes dos Santos Salvado Fonseca licenciou-se em História, em 2004, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a tese “Almeida Garrett e a Imprensa Teatral”. Em 2009 concluiu o Mestrado em Museologia e Património Cultural, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação intitulada “Uma Família de Fotógrafos: Carlos e Margarida Relvas”. É autora de diversos artigos, no âmbito da História Local publicados na revista Nova Augusta, do Município de Torres Novas.


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