12.10.16
Algarve Toastmasters Club - Aniversário Álvaro de Campos . 15 de outubro de 2016 . 16h30
Resultado de uma associação da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, com o Clube Toastmasters de Faro, decorrerá uma sessão especial dedicada ao Aniversário de Álvaro de Campos, no dia 15 de Outubro pelas 16h30, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.
Serão feitas breves apresentações sobre este heterónimo de Fernando Pessoa, que “nasceu” em Tavira no dia 15 de Outubro de 1890.
Toastmasters International é o líder mundial na arte de comunicar (falar, ouvir e pensar). A Toastmasters International é uma organização sem fins lucrativos, vocacionada para os seus membros, fundada por Dr. Ralph C. Smedley (1878-1965). Existem mais de 12,500 clubes Toastmasters no mundo.
Um clube Toastmasters, cria um ambiente de aprendizagem positivo e de suporte mútuo, onde cada membro tenha a oportunidade de desenvolver as suas capacidades de comunicação e de liderança.
Encontro com os Autores . 13 de outubro de 2016 . 18h00
“CÍRCULO DE FOGO”
de Manuel Neto dos Santos
Apresentado por Maria Carmo Guedes.
Poemas ditos por Milai Miu.
10.10.16
30.9.16
O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!
Autor de outubro |Fernando Pessoa
A escolha do autor do mês de Outubro recaiu sobre Fernando Pessoa por este ter feito Álvaro de Campos, seu heterónimo, nascer, a 15 de Outubro de 1890, em Tavira.
Álvaro de Campos é o móbil d’ A FESTA DOS ANOS DE ÁLVARO DE CAMPOS, este ano na sua 2ª edição.
“Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista "Orpheu", que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista "Orpheu" (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, "Mensagem" (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica. “
In: https://www.wook.pt/autor/fernando-pessoa/2103
Etiquetas:
Álvaro de Campos,
autor do mês,
Fernando Pessoa
27.9.16
Fragmentos de Dom Quixote (Baseado na obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha) . 1 e 4 de outubro . 22h00
1 de Outubro 22h
4 de Outubro 22h
Fragmentos de Dom Quixote, conta-nos a história, através de alguns excertos da obra de Miguel de Cervantes, de um cidadão de La Mancha, que vivia de tal forma obcecado pela leitura de livros de cavalaria, que acabou por enlouquecer, ao ponto de acreditar que deveria tornar-se cavaleiro andante, que as suas ações teriam a obrigação de honrar a sua pátria e engrandecer o seu nome para lembrança futura. O cavaleiro pega então em armas e cavalo e sai em busca de empolgadas aventuras, sob o nome de Dom Quixote de La Mancha, sem nunca esquecer a formosa Dulcineia, a preciosa donzela que lhe roubou o coração. Ao ser Dom Quixote, para além de imaginar duras e desiguais batalhas com temíveis inimigos e ferozes gigantes, o cavaleiro de triste figura acabará por se prejudicar física e mentalmente, prejudicando também muitos dos que se cruzavam no seu caminho.
Fragmentos de Dom Quixote (Baseado na obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha)
Encenação: Sandro Colaço Pires
Cenário: Ângelo Gonçalves
Adereços e figurinos: Denise Gonçalves
Conceção musical e desenho de luz: Stelmo Barbosa
Construção e montagem de cenário Sandro Pires e Ângelo Gonçalves
Montagem e operação de luz e som
Guarda-roupa Denise Gonçalves;
Fotografia: Rúben Cavaco
Interpretação
Dom Quixote de la Mancha: Sandro Pires
Sancho Pança: Stelmo Barbosa
Dulcineia del Toboso: Bárbara Ramos
Fragmentos de Dom Quixote (Baseado na obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha)
Encenação: Sandro Colaço Pires
Cenário: Ângelo Gonçalves
Adereços e figurinos: Denise Gonçalves
Conceção musical e desenho de luz: Stelmo Barbosa
Construção e montagem de cenário Sandro Pires e Ângelo Gonçalves
Montagem e operação de luz e som
Guarda-roupa Denise Gonçalves;
Fotografia: Rúben Cavaco
Interpretação
Dom Quixote de la Mancha: Sandro Pires
Sancho Pança: Stelmo Barbosa
Dulcineia del Toboso: Bárbara Ramos
Etiquetas:
literatura,
Miguel de Cervantes,
teatro
20.9.16
«Shakespeare e Cervantes: 400 anos depois da morte»
«Shakespeare e Cervantes: 400 anos depois da morte»

William Shakespeare e Miguel Cervantes terão morrido no mesmo dia, 23 de Abril de 1616.
Nesse dia (23 de Abril) e por essa mesma razão, assinala-se o dia mundial do Livro.
Este ano de 2016, para além do dia, assinalam-se os 400 anos da morte de dois grandes escritores e a Biblioteca Municipal relembra, em duas criações distintas, estes autores.
1 de Outubro, 22h
"Fragmentos de Dom Quixote" - baseado na obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha
Encenação de Sandro Colaço Pires
22 de Novembro, 18h00
"Somos Feitos da Matéria de que são Feitos os Sonhos" - conferência com João Garcia Miguel, moderada por Tela Leão
"Burger King Lear" - projeção do filme, produção bilingue da Cia João Garcia Miguel, uma releitura da peça de Shakespeare
Org: Partilha Alternativa
“Shakespeare e Cervantes: 400 anos depois da morte"
In: Expresso, 23/04/2016
Como são loucos os mortais!”
William Shakespeare, Sonho de uma noite de verão
...
“Há remédio para tudo, exceto para a morte.”
Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha
...
No dia em que William Shakespeare nascia, a 26 de abril de 1564 em Stratford-upon-Avon, Inglaterra, Miguel Cervantes ia já a caminho dos 17. Os seus caminhos não se cruzariam até à morte de ambos há (quase) exatamente 400 anos: no dia 23 de abril de 1616 William morria na sua cidade natal e Miguel em Madrid. No entanto hoje, 400 anos depois, há quem defenda que nem no último suspiro os dois autores foram coincidentes: os investigadores do escritor espanhol apontam para a possibilidade de este ter morrido no dia 22 (ainda que as comemorações oficiais se mantenham, para os dois, no mesmo dia).
Fora a partida que o destino lhes pregou (no mesmo dia?), o pai de Hamlet e o de D. Quixote de La Mancha parecem ter pouco em comum. O príncipe da Dinamarca é introspetivo e contemplativo, D. Quixote um pequeno fidalgo espanhol triste e idealista, que vai estabelecendo uma relação transformadora com Sancho Pança. A personagem de Shakespeare é descrente e trágica, tentando vingar a morte do pai; a de Cervantes tem uma fé incompreensível e é movida por um entusiasmo inesgotável. O primeiro fala-nos das fraquezas e da condição humana, o último põe em destaque os valores morais e a capacidade de transformação.
Hamlet, Julio César, Macbeth, O Rei Lear, Romeo and Juliet. Shakespeare escrevia pela arte de escrever, com um vocabulário riquíssimo e capaz de originar uma explosão poética de sons, sentidos e significados. Já Miguel de Cervantes, com Dom Quixote e Sancho Pança e darem corpo à sua obra-prima, é mais simples e despreocupado: escreve o que escreve, mais focado naquilo que escreve e conta do que na forma como o faz.
Apesar de serem homens de um mesmo tempo, tiveram vidas bem diferentes. Não só pelos meios onde nasceram e cresceram (Cervantes vinha de uma família com dificuldades económicas, aspeto que não era um problema para Shakespeare), mas também por aquilo em que se tornaram. O espanhol, soldado durante vários anos, perdeu a mão esquerda na guerra, tendo ainda sido cobrador de impostos, preso, noviço e, finalmente, escritor. Dom Quixote trouxe-lhe a fama, ainda vivo. Já o inglês, apesar de hoje a sua obra ser considerada universal, não teria o mesmo reconhecimento em vida: o teatro era, naquela época, uma arte menor e quando Shakespeare morreu nem sequer teria direito a cerimónias oficiais em Stratford-upon-Avon (como aquelas que assistimos nos dias hoje), nem a uma homenagem escrita ou palavras de despedida. A sua vida seria apenas reconhecida depois da morte.
Foi a morte que o imortalizou. Foi com o fim da vida que a sua obra ressuscitou aos olhos dos outros. Como já dizia o seu contemporâneo espanhol, pela boca de Dom Quixote, quando “uma porta se fecha, outra se abre.” Hoje, 400 anos depois, são várias as portas que se abrem na nossa memória.”
Maria João Bourbon

William Shakespeare e Miguel Cervantes terão morrido no mesmo dia, 23 de Abril de 1616.
Nesse dia (23 de Abril) e por essa mesma razão, assinala-se o dia mundial do Livro.
Este ano de 2016, para além do dia, assinalam-se os 400 anos da morte de dois grandes escritores e a Biblioteca Municipal relembra, em duas criações distintas, estes autores.
1 de Outubro, 22h
"Fragmentos de Dom Quixote" - baseado na obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha
Encenação de Sandro Colaço Pires
22 de Novembro, 18h00
"Somos Feitos da Matéria de que são Feitos os Sonhos" - conferência com João Garcia Miguel, moderada por Tela Leão
"Burger King Lear" - projeção do filme, produção bilingue da Cia João Garcia Miguel, uma releitura da peça de Shakespeare
Org: Partilha Alternativa
“Shakespeare e Cervantes: 400 anos depois da morte"
In: Expresso, 23/04/2016
Como são loucos os mortais!”
William Shakespeare, Sonho de uma noite de verão
...
“Há remédio para tudo, exceto para a morte.”
Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha
...
No dia em que William Shakespeare nascia, a 26 de abril de 1564 em Stratford-upon-Avon, Inglaterra, Miguel Cervantes ia já a caminho dos 17. Os seus caminhos não se cruzariam até à morte de ambos há (quase) exatamente 400 anos: no dia 23 de abril de 1616 William morria na sua cidade natal e Miguel em Madrid. No entanto hoje, 400 anos depois, há quem defenda que nem no último suspiro os dois autores foram coincidentes: os investigadores do escritor espanhol apontam para a possibilidade de este ter morrido no dia 22 (ainda que as comemorações oficiais se mantenham, para os dois, no mesmo dia).
Fora a partida que o destino lhes pregou (no mesmo dia?), o pai de Hamlet e o de D. Quixote de La Mancha parecem ter pouco em comum. O príncipe da Dinamarca é introspetivo e contemplativo, D. Quixote um pequeno fidalgo espanhol triste e idealista, que vai estabelecendo uma relação transformadora com Sancho Pança. A personagem de Shakespeare é descrente e trágica, tentando vingar a morte do pai; a de Cervantes tem uma fé incompreensível e é movida por um entusiasmo inesgotável. O primeiro fala-nos das fraquezas e da condição humana, o último põe em destaque os valores morais e a capacidade de transformação.
Hamlet, Julio César, Macbeth, O Rei Lear, Romeo and Juliet. Shakespeare escrevia pela arte de escrever, com um vocabulário riquíssimo e capaz de originar uma explosão poética de sons, sentidos e significados. Já Miguel de Cervantes, com Dom Quixote e Sancho Pança e darem corpo à sua obra-prima, é mais simples e despreocupado: escreve o que escreve, mais focado naquilo que escreve e conta do que na forma como o faz.
Apesar de serem homens de um mesmo tempo, tiveram vidas bem diferentes. Não só pelos meios onde nasceram e cresceram (Cervantes vinha de uma família com dificuldades económicas, aspeto que não era um problema para Shakespeare), mas também por aquilo em que se tornaram. O espanhol, soldado durante vários anos, perdeu a mão esquerda na guerra, tendo ainda sido cobrador de impostos, preso, noviço e, finalmente, escritor. Dom Quixote trouxe-lhe a fama, ainda vivo. Já o inglês, apesar de hoje a sua obra ser considerada universal, não teria o mesmo reconhecimento em vida: o teatro era, naquela época, uma arte menor e quando Shakespeare morreu nem sequer teria direito a cerimónias oficiais em Stratford-upon-Avon (como aquelas que assistimos nos dias hoje), nem a uma homenagem escrita ou palavras de despedida. A sua vida seria apenas reconhecida depois da morte.
Foi a morte que o imortalizou. Foi com o fim da vida que a sua obra ressuscitou aos olhos dos outros. Como já dizia o seu contemporâneo espanhol, pela boca de Dom Quixote, quando “uma porta se fecha, outra se abre.” Hoje, 400 anos depois, são várias as portas que se abrem na nossa memória.”
Maria João Bourbon
Etiquetas:
Dia Mundial do Livro,
Miguel Cervantes,
William Shakespeare
1.9.16
O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!
Autor de setembro | José Luís Peixoto
In: https://www.wook.pt/autor/jose-luis-peixoto/25993
José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéisrecebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicouDentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de vinte idiomas.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéisrecebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicouDentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de vinte idiomas.
3.8.16
3 de agosto . FEIRA DO LIVRO . sessão de autógrafos
António Lopes , autor de “O Vale da Tentação”, estará presente no pavilhão da Biblioteca Municipal para uma sessão de autógrafos, hoje, quarta-feira, 3 de agosto.
António Lopes nasceu em 1964, no concelho de Pampilhosa da Serra. Em 1970, a sua família muda-se para Lisboa. Após a licenciatura em Filosofia pela Universidade Católica, inicia uma carreira de docência. Em 2003, a constante vontade de aprender fá-lo regressar à universidade, para estudar processos cognitivos e as suas dinâmicas evolucionárias na área dos valores. O resultado é um mestrado em Filosofia Social e Política, pela Universidade Nova de Lisboa.
Em 2014, publicou o romance Como se fosse a última vez, tendo depois colaborado no livro A Máquina Iluminada – Cognição e Computação. Inspirado em histórias tradicionais, O Vale da Tentação é a sua mais recente obra. In: http://silenciosquefalam.blogspot.pt/2016/05/o-vale-da-tentacao-o-novo-romance-de.html
O LIVRO

“Talvez tudo tenha começado com a misteriosa colocação do padre António Serra numa aldeia do interior. Ou talvez com a suspensão do serviço religioso no lugar de São Sebastião da Ladeira, após o cura ter sido vítima de uma tentativa de agressão. Ou, talvez ainda, nas especulações que se geraram sobre os autores da ofensa.
Na verdade, toda a aldeia tinha bons motivos para não gostar de um padre com um comportamento pouco cristão: vivia com uma prima, a contrariada Hermengarda, era pai de uma rapariga e mantinha uma relação misteriosa com Diluviana, amada pelo intolerante João Pessanha. Por essa razão, as personagens que nos surgem vivem lado a lado com o sobrenatural, e os acontecimentos que se seguem nem sempre são o que parecem e conduzirão a um desfecho inesperado. Reconstruindo com minúcia e humor um ambiente rural à beira da extinção, onde a vida não é fácil e se acredita que o Diabo anda à solta, O Vale da Tentação é uma obra que presta homenagem às histórias tradicionais, surpreende e seduz o leitor e confirma o talento literário de António Lopes.”
In: https://www.wook.pt/livro/o-vale-da-tentacao-antonio-lopes/17817685
Etiquetas:
Feira do Livro,
sessão de autógrafos
1.8.16
O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!
Autor de agosto | José Rodrigues dos Santos
José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.
José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.
In: wook.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)









