15.9.17
Abertura parcial da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
No seguimento das obras de beneficiação da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos informa-se que, devido à necessidade de arrumação do espaço e ao arranque da segunda fase dos trabalhos, esta abre, parcialmente, ao público, no dia 28 de setembro.
A partir deste período, são apenas garantidos os serviços mínimos, designadamente, a receção e o espaço de leitura de adultos. Considerando que o auditório e a sala infantil serão alvo de intervenção, nesta fase, o horário de funcionamento será de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00. Prevê-se que a Biblioteca Municipal esteja em pleno funcionamento no início de janeiro do próximo ano.
Com consciência do incómodo que esta situação cria aos utentes, espera-se a sua melhor compreensão atendendo à inevitabilidade da operação. Com esta obra é intenção da autarquia preservar o património da cidade, assim como melhorar a qualidade dos serviços prestados e proporcionar melhores condições de conforto e comodidade aos utilizadores.
Para mais informação deverão os interessados contactar os serviços, através:
Tel.: 281 320 576 | 281 320 585
E-mail: biblioteca@cm-tavira.pt
Etiquetas:
abertura ao público,
biblioteca
30.6.17
Encerramento temporário da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos
A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos vai ser alvo de obras de beneficiação, pelo que, entre 03 de julho e 15 de setembro, previsivelmente, encontrar-se-á encerrada ao público.
Com consciência do incómodo que esta situação cria aos utentes, espera-se a sua melhor compreensão atendendo à inevitabilidade da operação. Com esta intervenção é intenção da autarquia preservar o património da cidade, assim como melhorar a qualidade dos serviços prestados e proporcionar melhores condições de conforto e comodidade aos utilizadores.
Para mais informação deverão os interessados contactar os serviços, através:
Tel.: 281 320 576 | 281 320 585
E-mail: biblioteca@cm-tavira.pt
Com consciência do incómodo que esta situação cria aos utentes, espera-se a sua melhor compreensão atendendo à inevitabilidade da operação. Com esta intervenção é intenção da autarquia preservar o património da cidade, assim como melhorar a qualidade dos serviços prestados e proporcionar melhores condições de conforto e comodidade aos utilizadores.
Para mais informação deverão os interessados contactar os serviços, através:
Tel.: 281 320 576 | 281 320 585
E-mail: biblioteca@cm-tavira.pt
26.6.17
Encontro com Autores . 30 de junho de 2017 . 21h30
Joaquim Franco Jornalista da SIC, com dedicação editorial ao fenómeno religioso.
Investigador em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) e do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CLEPUL).
Coordenador e docente na Pós-graduação em Religiões, Políticas e Doutrinas Sociais, na ULHT.
Formador em Comunicação, Media e Religiões.
Coordenador do Observatório para a Liberdade Religiosa.
Coordenador Adjunto do Instituto de Cristianismo Contemporâneo, sediado na ULHT.
Membro da Comissão Organizadora do Congresso Internacional Lutero 2017, Lisboa.
Conselheiro Local para a Igualdade no Município da Amadora.
Membro da administração da Santa Casa da Misericórdia da Amadora.
Ex-membro da Comissão Nacional Justiça e Paz.
Delegado da Assembleia-geral da Federação de Ginástica de Portugal.
Dirigente do Amadora Gimno Clube.
Cronista, autor de artigos sobre fenómeno religioso e mediático, acção e políticas sociais, e de livros como Papa Francisco – A Revolução Imparável (co-autoria António Marujo), Com franqueza..., Do Eu solitário ao Nós Solidário e Somos pobres mas somos muitos (co-autoria Frei Fernando Ventura), ou Leitura (im)possível de uma visita.
Maria Luísa Francisco Pós-graduada em Sociologia da Cultura e das Religiões pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos e está a preparar o seu Doutoramento em Sociologia Rural e Urbana na mesma Universidade.
Foi docente universitária no Ensino Superior Público e Privado ao longo de 13 anos.
Autora de artigos na área da Sociologia da Cultura e da Sociologia Rural e Urbana.
Tem investigado o património cultural imaterial algarvio.
É desde 2011 Delegada Regional da Associação Portuguesa de Museologia.
Integra algumas Organizações Internacionais acreditadas nas Nações Unidas
Representou Portugal em conselhos consultivos e conselhos executivos entre 2007 e 2013.
É licenciada em Relações Internacionais e é Coordenadora Regional do Movimento Internacional Lusófono.
É Vice-Directora da Revista Nova Águia – Revista de Cultura, Ensaio e Poesia.
Dedica-se ainda à escrita poética estando representada em várias Antologias Poéticas.
5.6.17
"Nós, os de Orpheu" . exposição . 5 a 30 de Junho de 2017
"Nós, os de Orpheu", exposição
na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira, de 5 a 30 de Junho de 2017
A exposição
"Nós, os de Orpheu",
iniciativa da Casa Fernando Pessoa, Camões IP - Instituto da
Cooperação e da Língua e do IELT, pode ser visitada na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em
Tavira de 5 a 30 de Junho de 2017.
Através
da reprodução de obras e documentos (fotografias, recortes de imprensa,
correspondência, manuscritos, etc.), apresenta-se o “Nós” que formou Orpheu e
alargam-se perspectivas de leitura a todos “Nós” que, um século depois,
continuamos a descobrir Orpheu. A exposição tem como curadores Antonio Cardiello, Jerónimo Pizarro e Sílvia
Laureano Costa.
Entrada
livre
“NÓS, OS DE ORPHEU”
Há 100 anos um grupo de jovens
publicou uma revista: Orpheu. Saíram apenas dois números. Foi o bastante para
lançar a polémica e agitar o cenário artístico português, adormecido nas linhas
estéticas novecentistas. Orpheu, revista e geração, “foi o primeiro grito
moderno que se deu em Portugal”, na expressão de José de Almada Negreiros.
A exposição Nós, os de Orpheu –
título parafraseado do texto de Fernando Pessoa na revista Sudoeste 3, em 1935
–, traça o percurso da revista e dos seus protagonistas, recorrendo, muitas
vezes, às próprias palavras dos “órficos”.
Através da reprodução de diversas
obras e documentos (fotografias, recortes de imprensa, correspondência,
manuscritos, etc.), apresenta-se o “Nós” que formou Orpheu e alargam-se
perspectivas de leitura a todos “Nós” que, um século depois, continuamos a
descobrir Orpheu. Porque, como Pessoa concluiu: “Orpheu acabou. Orpheu
continua.” Antonio Cardiello, Jerónimo Pizarro, Sílvia Laureano Costa
A construção desta exposição
procurou um ângulo que permitisse apresentar a revista Orpheu e o grupo que a
criou a partir de dentro, ou seja, a partir dos contributos dos seus
protagonistas, tanto no tempo histórico da revista, como posteriormente, e a
partir das memórias que alguns destes autores e artistas nos legaram.
É um projeto desenhado
originalmente para a itinerância, com o objetivo de fazer viajar em diferentes
plataformas o espírito e a palavra de Orpheu. A exposição vai circular
internacionalmente através da rede do Camões, I.P., ao mesmo tempo que a nível
nacional será lançada no circuito do ensino básico e secundário, bem como junto
das bibliotecas municipais.
Associada à exposição está em
desenvolvimento a criação de um livro + CD (Editora BOCA), complemento deste
trabalho expositivo e seu prolongamento - registo e memória - para lá do tempo
de celebração.
Comissão científica Antonio
Cardiello, Jerónimo Pizarro, Sílvia Laureano Costa
Design
Sílvia Prudêncio
Parceria Camões, IP –
Instituto da Cooperação e da Língua
Colaboração IELT
Iniciativa e coordenação Casa Fernando Pessoa”
Etiquetas:
exposições,
Fernando Pessoa
3.6.17
Concurso Nacional de Leitura (CNL) . 11ª edição . 2017
O Concurso Nacional de Leitura (CNL) é hoje a principal iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) e já vai na sua 11ªedição – 2017.
Este Concurso de âmbito nacional desenvolve-se em três fases distintas envolvendo as escolas de todo o país.
A abertura oficial do CNL tem usualmente lugar em finais de Outubro. Durante a 1ª fase, os concorrentes do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Secundário candidatam-se através das respetivas escolas.
No início do 2º. Trimestre, cada escola designa três alunos vencedores em cada Ciclo e são esses os candidatos às Provas Regionais, ou seja, as provas que reúnem os concelhos organizados por Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas.
Tavira participou com os seus alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Secundário e na prova regional, este ano de 2017, realizada em Olhão, a 9 de Maio, o aluno Eduardo Souza Pereira, natural do Brasil, residente em Tavira há cerca de 3 anos e que frequenta 7ºano da E. B. D. Manuel I, venceu esta “XI Edição do Concurso Nacional de Leitura” na Fase Distrital. Vai assim representar o Algarve, na fase nacional, que se realizará em Lisboa.
Eduardo Souza Pereira é bom aluno e tem apenas 10 anos, o que lhe confere ainda mais mérito. Recorde-se que do 3º ciclo foram apurados apenas cinco alunos, que fizeram uma prova oral, em público. E dos três melhores classificados, dois são suplentes e apenas um vencedor: o Edu (como muitos carinhosamente o conhecem).
A abertura oficial do CNL tem usualmente lugar em finais de Outubro. Durante a 1ª fase, os concorrentes do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Secundário candidatam-se através das respetivas escolas.
No início do 2º. Trimestre, cada escola designa três alunos vencedores em cada Ciclo e são esses os candidatos às Provas Regionais, ou seja, as provas que reúnem os concelhos organizados por Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas.
Tavira participou com os seus alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Secundário e na prova regional, este ano de 2017, realizada em Olhão, a 9 de Maio, o aluno Eduardo Souza Pereira, natural do Brasil, residente em Tavira há cerca de 3 anos e que frequenta 7ºano da E. B. D. Manuel I, venceu esta “XI Edição do Concurso Nacional de Leitura” na Fase Distrital. Vai assim representar o Algarve, na fase nacional, que se realizará em Lisboa.
Eduardo Souza Pereira é bom aluno e tem apenas 10 anos, o que lhe confere ainda mais mérito. Recorde-se que do 3º ciclo foram apurados apenas cinco alunos, que fizeram uma prova oral, em público. E dos três melhores classificados, dois são suplentes e apenas um vencedor: o Edu (como muitos carinhosamente o conhecem).
O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!
José Sobral de Almada
Negreiros nasceu no dia 7 de Abril de 1893 em S. Tomé. Filho de António
Lobo de Almada Negreiros e de Elvira Sobral, Almada fica órfão de mãe quando
tinha apenas três anos e, em 1900, com sete anos, é internado num colégio de
jesuítas em Lisboa, pois o seu pai fixa residência em Paris e acaba por se
casar novamente. A infância longe dos pais não afetou os dotes artísticos de
Almada Negreiros, pois em 1905, com apenas 12 anos, já redige e ilustra os
jornais manuscritos “A República” e o “O Mundo”. Em 1910, com a instauração da
República, o Colégio dos Jesuítas onde estudava é extinto. Almada passa então a
estudar no Liceu de Coimbra. Em 1911 vai para Lisboa e ingressa na Escola
Internacional. A partir daí começa uma verdadeira campanha cultural que tem o
objectivo de tirar Portugal do seu descompasso com os movimento de vanguarda
que estavam a acontecer no resto da Europa.imagem: © google images
24.5.17
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