20.11.18

Encontro com autores


Sábado, dia 24, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal Álvaro de CamposPedro Jubilot apresenta “Cartas da Mancha”, uma coleção de missivas poéticas enviadas da costa sul de Inglaterra e da costa norte de França, com o Canal de permeio. Este livro encerra a trilogia iniciada com “Postais da Costa Sul” e “Telegramas do Mediterrâneo”.

Pedro Jubilot editou fanzines, webzines e outras folhas volantes. Em 2001, foi vencedor do concurso ‘Micro-contos de Natal’ do jornal Público com “Visita”.
É membro da direção da Associação Casa Álvaro de Campos de Tavira e escreve, mensalmente, no jornal Postal do Algarve (caderno Cultura.Sul) a crónica “Quotidianos Poéticos”.
Em 2013, publicou o seu primeiro livro “Postais da Costa Sul” que serviu de mote para a seguir criar com Jorge Jubilot (fotografia) a CanalSonora - pequena estrutura independente, sem fins lucrativos - que se centra na divulgação artística, essencialmente na escrita e imagem.

19.11.18

Encontro com autores

Dia 22, quinta-feira, pelas 18h00, terá lugar na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, a sessão de lançamento do livro “Cidade – Cadente” da autoria de Renato Aires. Este aborda de uma forma não convencional a corrupção do Ser Humano.

Renato Aires frequentou o curso de formação de atores do Centro Dramático de Évora (CENDREV) – Teatro Garcia de Resende e trabalhou como ator em várias companhias de teatro: Cornucópia, Garcia de Resende, EXPO-98 (Peregrinação), Maria Matos, D. Maria I. Em 2012, publicou o livro “O TOTEM DE MARMARAHARMMUKE”.

14.11.18

Sessão Informativa

No dia 17 de novembroàs 15h na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Sessão informativa (Como tratar da saúde por métodos menos ortodoxos: Homeopatia - Acupunctura - Nova Medicina Germânica).

6.11.18

Concerto com IN TENTO trio

No dia 09 de novembroàs 18h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Concerto com IN TENTO trio. 

IN TENTO trio, banda constituída por Fernando Pessanha no piano, Pedro Reis no baixo e Jorge Guedes na bateria, apresenta um espectáculo que consiste numa simbiose entre música, declamação lírica e projecção de excertos dos textos que são musicados. Com a colaboração da fotografa Neuza Monteiro.

06 a 30 de Novembro - Livro e exposição de desenhos de Matthijs Warner


06 a 30 NOV Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira. 

Livro e exposição de desenhos de Matthijs Warner.  O livro contem poemas de Álvaro de Campos e desenhos de Matthijs Warner.
Os desenhos são ilustrações de pessoas. Pessoas sem atributos; sem distrações. Tal como Álvaro de Campos nos seus poemas, tratam da "vida despida", que leva à verdade nua. Poemas em Português, com tradução para Inglês.
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Matthijs Warner's book and exhibition of drawings
The book is composed of Álvaro de Campos' poems with drawings by Matthijs Warner.
The drawings are illustrations of people. People without any attributes; without distractions. Just like Álvaro de Campos in his poems, they deal with the "naked life", which leads to the naked truth. Poems in Portuguese, with English translation.




O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Mia Couto (1955) é um escritor, poeta e jornalista moçambicano. Ganhador do Prémio Camões de 2013.
Mia Couto (1955), pseudónimo de António Emílio Leite Couto, nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, África, no dia 5 de julho de 1955. Filho de Fernando Couto, emigrante português, jornalista e poeta que pertencia aos círculos intelectuais de sua cidade. Com 14 anos, Mia Couto publicou seus primeiros poemas no jornal Notícias da Beira. Em 1971 deixou a cidade da Beira e foi para a capital Lourenço Marques, hoje Maputo, para ingressar no curso de Medicina, que não concluiu.
A partir de 1974 passou a trabalhar como jornalista na Tribuna e no Jornal de Notícias. Em 1976, com a independência, tornou-se repórter e diretor da Agência de Informação de Moçambique. Foi jornalista da revista semanal Tempo, entre 1979 e 1981. Em 1983, publicou seu primeiro livro de poesias “Raízes de Orvalho”. Em 1985, abandonou a carreira de jornalista e ingressou no curso de Biologia, na Universidade de Eduardo Mondlane, com especialidade em Ecologia.
Em 1992, Mia Couto publicou “Terra Sonâmbula”, seu primeiro romance, escrito em prosa poética, onde compõe uma bela fábula passada no Moçambique pós-independência, mergulhado na devastadora guerra civil que se estendeu por dez anos. Em 1995, a obra ganhou o Prêmio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos. O livro foi considerado, por um júri especial da Feira do Livro de Zimbabwe, um dos melhores doze livros africanos do século XX.
Mia Couto escreveu poesias, contos, romances e crónicas. Entre suas obras se destacam: “Cada Homem é Uma Raça” (1990), “Cronicando” (1991), “Raízes de Orvalho e Outros Poemas” (1999), “Mar Me Quer” (2000), “Um Rio Chamado Tempo” (2002), “O Fio das Miçangas” (2003), “Venenos de Deus, Remédios do Diabo” (2008), “Tradutor de Chuvas” (2011), “A Confissão da Leoa” (2012) e “Mulheres de Cinza” (2015).
Mia Couto é o autor moçambicano mais traduzido e divulgado no exterior e um dos autores estrangeiros mais vendidos em Portugal. Recebeu inúmeros prémios nacionais e internacionais, por vários dos seus livros e pelo conjunto da obra literária, entre eles: Prémio Vergílio Ferreira (1999), pelo conjunto da obra, Prémio União Latina de Literaturas Românicas (2007) e Prémio Camões (2013). É o único escritor africano que é membro da Academia Brasileira de Letras, como sócio correspondente, eleito em 1998, para a cadeira nº 5.
Como Biólogo, foi o responsável pela preservação da reserva natural da Ilha de Inhaca, em 1992. Realizou trabalhos de pesquisa em diversas áreas, especialmente em áreas costeiras. É diretor da empresa Impacto, que realiza avaliações de impacto ambiental. É professor da cadeira de Ecologia em diversas faculdades da Universidade Eduardo Mondlane.”

In: https://www.ebiografia.com/mia_couto/

27.10.18

No dia 02 de novembroàs 21h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos. 

23.10.18

Ciclo de colóquios 2018


O Soroptimista Internacional Clube de Tavira, em regime de cooperação entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal de Álvaro de Campos, apresenta-se entre Outubro e Dezembro de 2018 , um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.

O principal objectivo destes encontros será refletir sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino / aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.
O ciclo decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.

O segundo colóquio decorrerá dia 24 de outubro, às 18h00 e será apresentado por Teresa Vitorino e Jorge Santos da Universidade do Algarve.

18.10.18

2º Concurso Book Trailers


"A Rede de Bibliotecas de Tavira leva a cabo a 2ª edição do concurso de Book Trailers no Concelho de Tavira, com o principal objetivo de dinamizar e promover a leitura, a cultura e as Bibliotecas.

Um book trailer é um vídeo curto que tem como objetivo apresentar de maneira breve e visual a atmosfera de um livro, sem mostrar a trama completa nem o desenlace, de maneira a sugerir e criar o interesse do leitor para ler aquele livro.

Para participar, o regulamento e o formulário de pré-inscrição, podem ser consultado e preenchido online, respectivamente em 2º Concurso Book Trailers  até ao dia 23 de Janeiro de 2019.
Após esse período os inscritos, serão contactados para a informação sobre a entrega dos trabalhos, que ocorrerá até ao dia 28 de Fevereiro de 2019.”

3.10.18

Apresentação da revista Nova Águia


No dia 06 de outubroàs 17h00 a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos recebe a apresentação da revista Nova Águia.  

29.9.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Filho do pintor e dourador Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no Morro do Livramento. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres, número datado de 3 de outubro de 1854. Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.
O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 1869, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. Foi companheira perfeita durante 35 anos.
O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), publicou em folhetins, o romance A mão e a luva. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O CruzeiroA EstaçãoRevista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis - Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais(1901). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico.
A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.
A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1937, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos(1956); Contos esquecidos (1956); Contos recolhidos (1956); Contos avulsos (1956); Contos sem data (1956); Crônicas de Lélio (1958); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1956).“



Ciclo de colóquios 2018

O Soroptimista Internacional Clube de Tavira, em regime de cooperação entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal de Álvaro de Campos, apresenta-se entre Outubro e Dezembro de 2018 , um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.

O principal objectivo destes encontros será refletir sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino / aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.
O ciclo decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.

O primeiro colóquio decorrerá dia 4 de Outubro, às 18h00 e será apresentado por António Guerreiro da Universidade do Algarve.

Encontro com autores

No dia 03 de outubroàs 17h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "O verdadeiro amor de M.Dias" de Isabel Vila Pery por Maria João Neves.

11.9.18

Encontro com autores



No dia 14 de setembroàs 17h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "Confissões De Uma Miúda Gira" de Ângela Caboz.

29.8.18

"Olhares de África" - Exposição de fotografia de Nuno Martins

Exposição de fotografia de Nuno Martins, presente de 3 a 28 de setembro de 2018, 
na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos - Tavira.


Olhares de África é um projecto solidário que tem como objectivo promover a escolaridade a um grupo de  crianças e jovens africanos, mais propriamente do Malawi. 
A ajuda à escolaridade destas crianças/ jovens passa por fornecer desde materiais escolares cadernos, livros e uniformes obrigatórios, até ao pagamento das matrículas, principalmente no ensino secundário, que
neste país, não é gratuito.
É assim um projecto de
angariação de fundos que
serão diretamente aplicados no local, sem intermediários.
Todo o processo  será
monitorizado e serão fornecidos, aos que queiram contribuir para
esta causa, os resultados
escolares das crianças e jovens.
Pode apoiar este projecto visitando a exposição fotográfica onde poderão encontrar algumas das imagens que resultaram  da minha viagem por África ou através da página de angariação de fundos do projecto no facebook. Este projecto foi criado por
Nuno Martins, o fotógrafo que realizou uma viagem pelo continente africano em agosto de 2017."  



27.8.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!


Isabel Allende nasceu em 1942 no Peru. Viveu no Chile entre 1945 e 1975, com largos períodos de residência noutros locais, na Venezuela até 1988 e, desde então, na Califórnia. Em 1982, o seu primeiro romance, A casa dos espíritos, converteu-se num dos títulos míticos da literatura latino-americana. Seguiram-se muitos outros, todos êxitos internacionais. A sua obra está traduzida em trinta e cinco línguas. Foi galardoada com o Prémio Nacional de Literatura do Chile.
Recentemente foi homenageada pelo Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, com a Medalha Presidencial da Liberdade a mais importante distinção civil daquele país.


1.8.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Miguel Real, pseudónimo de Luís Martins, nasceu em Lisboa em 1953 e é sintrense por adopção. É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta com uma tese sobre “Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa”, estando neste momento a preparar um doutoramento sobre a mesma temática.
Professor de Filosofia no ensino secundário e especialista em Cultura Portuguesa, possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira).
Em 2001, foi bolseiro do programa “Criar Lusofonia” do Centro Nacional de Cultura, tendo, ao abrigo dessa bolsa, percorrido o itinerário do Padre António Vieira pelo Brasil. Dessa viagem trouxe um diário, publicado em 2004, e material para um romance “O Sal da Terra” a publicar aquando da comemoração dos 500 anos do nascimento do jesuíta luso-brasileiro, em 2008.



18.7.18

XXIV - Feira do Livro


XXIV Feira do livro volta a integrar a programação do Verão em Tavira de 19 de julho a 05 de agosto, das 20h00 à 00h30 , na Rua do Cais.
Esta feira tem como objetivo difundir o livro e promover o gosto pela leitura. Ao longo dos vários stands poderá encontrar as principais editoras portuguesas. Decorrem em simultâneo atividades de animação infantil.

9.7.18

Café com sal


No próximo dia 13 de julho, sexta -feira,
convidamo-vos a estar presentes no Café com Sal na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos - Tavira.

Café com Sal, é uma tertúlia organizada pela associação Lais de Guia.

Espaço de conversa e partilha de experiências e memórias ligado às actividades marítimas.


3.7.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!

Valter Hugo Mãe é um escritor português que nasceu [em 1971] numa cidade angolana outrora chamada Henrique de Carvalho, actual Saurimo.
Passou a infância em Paços de Ferreira e em 1980 mudou-se para Vila do Conde. Licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Em 1999 foi co-fundador da Quasi edições na qual publicou obras de Mário SoaresCaetano VelosoAdriana Calcanhotto, Manoel de Barros, António Ramos RosaArtur do Cruzeiro SeixasFerreira GullarAdolfo Luxúria Canibal e muitos outros.
Co-dirigiu a revista Apeadeiro, de 2001 a 2004 e em 2006 funda a editora Objecto Cardíaco.
Em 2007 atingiu o reconhecimento público com a atribuição do Prémio Literário José Saramago, durante a entrega do qual o próprio José Saramago considerou o romance o remorso de baltazar serapião um verdadeiro tsunami literário: "Por vezes, tive a sensação de assistir a um novo parto da Língua portuguesa".
Para além da escrita tem-se dedicado ao desenho, com uma primeira exposição individual inaugurada em Maio de 2007, na Galeria Símbolo, no Porto, e à música, tendo-se estreado como voz do grupo Governo em Janeiro de 2008, no Teatro do Campo Alegre, também no Porto.
Desde o fim de 2012 apresenta um programa de entrevistas no Porto Canal.
Os quatro primeiros romances de Valter Hugo Mãe são conhecidos como a tetralogia das minúsculas. Escritos integralmente sem letras capitais, incluindo o nome do autor, pretendiam chamar a atenção para a natureza oral dos textos e recondução da literatura à liberdade primeira do pensamento. As minúsculas aludem também a uma utopia de igualdade. Uma certa democracia que equiparava as palavras na sua grafia para deixar ao leitor definir o que devia ou não ser acentuado.
É considerado por alguns como um dos mais conceituados autores portugueses.”

“[...]Publicou sete romances: Homens imprudentemente poéticosA desumanizaçãoO filho de mil homensa máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadoreso remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobosO paraíso são os outrosAs mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia encontra-se reunida no volume publicação da mortalidade. Publica a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras.

15.6.18

Encontro com autores

Dia 16 de Junho, pelas 16h30, decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira mais um Encontro com Autores.
Desta vez será com Paulo Cunha, autor de “Cem desabafos… sem espinhas”, que conversará com Pedro Jubilot, também ele autor de livros, textos vários e editor.

Cem Desabafos… Sem Espinhas  “são desabafos meus”, como o define o autor, não reduzidos à exteriorização de sentimentos penosos ou reprimidos, mas a expressão espontânea de ideias, ideais, emoções, contradições, sem atingir culpados ou fazer catarses, “sem espinhas”.
Conjunto de cem crónicas que não seguem uma metodologia definida e cujos   temas vão desde a notícia que saiu no jornal, à conversa entre amigos, cenas do quotidiano, confissões, conflitos de gerações ou relações afetivas, exteriorização de um pensamento ou sentimentos, comemorações de efemérides, política ou cultura e o Algarve sempre presente.
Numa linguagem clara,  marcada pela simplicidade e fluidez, levando aqueles que o leem a uma reflexão ou incitando-os à argumentação contraditória, Cem Desabafos… Sem Espinhas é uma partilha com o leitor daquilo que pensa e o que sente o autor, num tom por vezes intimista ou irreverente, com graça e perspicácia mas também perturbador.

Paulo Cunha (1964, Albufeira)
É professor de Educação Musical no Agrupamento de Escolas João de Deus – Faro.
Em 1992, fundou o grupo Vá-de-Viró, do qual é músico. Em 1999, fundou o Coral Feminino Outras Vozes, do qual é diretor coral. Em 2000, conjuntamente com quatro amigos, fundou a Associação Cultural Música XXI, na qual integra os seus órgãos sociais. Em 2005, conjuntamente com três colegas, fundou o Conservatório de Música de Olhão, no qual integra os seus órgãos sociais. É produtor e diretor artístico de vários ciclos musicais.
Integrou o Grupo Barroco do Algarve e o Grupo de Música Antiga do Conservatório Regional do Algarve. Em 1994, fundou o Coral Polifonia Portuguesa do Conservatório Regional do Algarve, do qual foi diretor coral. Gravou e produziu vários cd.
Foi professor no Conservatório Regional do Algarve. Foi professor convidado na Escola Superior de Educação de Faro – Universidade do Algarve.
É cronista na publicação Algarve Informativo, desde 2015. Foi editor musical e escreveu sobre música na revista Em Cena. Foi articulista no jornal Meridional e no jornal Notícias do Algarve.
Integrou o Conselho Cultural da Estrutura de Missão “Faro Capital Nacional da Cultura 2005”. Em 2007, foi agraciado com a Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro pela Câmara Municipal de Faro.

PEDRO JUBILOT (1964, Olhão)
Editou fanzines, webzines e outras folhas volantes. Em 2001 foi vencedor do concurso ‘Micro-contos de Natal’ do jornal ‘Público’ com «Visita».
É membro da direcção da Associação Casa Álvaro de Campos de Tavira e escreve mensalmente no jornal Postal do Algarve/Cultura Sul a crónica «Quotidianos Poéticos».
Em 2013 saiu com o seu primeiro livro «Postais da Costa Sul», que serviu de mote para a seguir criar com Jorge Jubilot (fotografia) a CanalSonora - uma pequena estrutura independente, sem fins lucrativos, que se centra na divulgação artística, essencialmente na escrita e na imagem. O seu mais recente livro é «Telegramas do Mediterrâneo» uma viagem poética à volta da costa mediterrânica.

6.6.18

Café com sal


No próximo dia 08 de junho, sexta -feira,

convidamo-vos a estar presentes no Café com Sal, tertúlia organizada pela associação Lais de Guia , na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos - Tavira.

Espaço de conversa com o Centro de Ciência Viva de Tavira, cujo o tema abordado será "O plástico e o Mar | The Plastic and the Sea".

5.6.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!


“Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, no distrito de Ferradas, município de Itabuna, sul do Estado da Bahia. Filho do fazendeiro de cacau João Amado de Faria e de Eulália Leal Amado.
Com um ano de idade, foi para Ilhéus, onde passou a infância. Fez os estudos secundários no Colégio Antônio Vieira e no Ginásio Ipiranga, em Salvador. Neste período, começou a trabalhar em jornais e a participar da vida literária, sendo um dos fundadores da Academia dos Rebeldes.
Publicou seu primeiro romance, O país do carnaval, em 1931. Casou-se em 1933, com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, Lila. Nesse ano publicou seu segundo romance, Cacau.
Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro, em 1935. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, período em que fez longa viagem pela América Latina. Ao voltar, em 1944, separou-se de Matilde Garcia Rosa.
Em 1945, foi eleito membro da Assembleia Nacional Constituinte, na legenda do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tendo sido o deputado federal mais votado do Estado de São Paulo. Jorge Amado foi o autor da lei, ainda hoje em vigor, que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Nesse mesmo ano, casou-se com Zélia Gattai.
Em 1947, ano do nascimento de João Jorge, primeiro filho do casal, o PCB foi declarado ilegal e seus membros perseguidos e presos. Jorge Amado teve que se exilar com a família na França, onde ficou até 1950, quando foi expulso. Em 1949, morreu no Rio de Janeiro sua filha Lila. Entre 1950 e 1952, viveu em Praga, onde nasceu sua filha Paloma.
De volta ao Brasil, Jorge Amado afastou-se, em 1955, da militância política, sem, no entanto, deixar os quadros do Partido Comunista. Dedicou-se, a partir de então, inteiramente à literatura. Foi eleito, em 6 de abril de 1961, para a cadeira de número 23, da Academia Brasileira de Letras, que tem por patrono José de Alencar e por primeiro ocupante Machado de Assis.
A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba em várias partes do Brasil. Seus livros foram traduzidos para 49 idiomas, existindo também exemplares em braile e em formato de audiolivro.
Jorge Amado morreu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001. Foi cremado conforme seu desejo, e suas cinzas foram enterradas no jardim de sua residência na Rua Alagoinhas, no dia em que completaria 89 anos.
A obra de Jorge Amado mereceu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre os quais destacam-se: Stalin da Paz (União Soviética, 1951), Latinidade (França, 1971), Nonino (Itália, 1982), Dimitrov (Bulgária, 1989), Pablo Neruda (Rússia, 1989), Etruria de Literatura (Itália, 1989), Cino Del Duca (França, 1990), Mediterrâneo (Itália, 1990), Vitaliano Brancatti (Itália, 1995), Luis de Camões (Brasil, Portugal, 1995), Jabuti (Brasil, 1959, 1995) e Ministério da Cultura (Brasil, 1997).
Recebeu títulos de Comendador e de Grande Oficial, nas ordens da Venezuela, França, Espanha, Portugal, Chile e Argentina; além de ter sido feito Doutor Honoris Causa em 10 universidades, no Brasil, na Itália, na França, em Portugal e em Israel. O título de Doutor pela Sorbonne, na França, foi o último que recebeu pessoalmente, em 1998, em sua última viagem a Paris, quando já estava doente.
Jorge Amado orgulhava-se do título de Obá, posto civil que exercia no Ilê Axé Opô Afonjá, na Bahia.”

Biografia | Fundação Casa de Jorge Amado - In: http://www.jorgeamado.org.br/?page_id=75      

17.5.18

Encontro com autores


No dia 18 de maioàs 18h00 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "Dentro de ti, moras tu" de Margarida Maria Diniz.

15.5.18

Café com sal



No próximo dia 17 de maio, quinta -feira,
convidamo-vos a estar presentes no Café com Sal, tertúlia organizada pela associação Lais de Guia , na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos - Tavira.

Espaço de conversa e partilha de experiências e memórias ligado às actividades marítimas.



12.5.18