16.2.19

Maré de Contos


Junto com a Associação Rock da Baixa Mar a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, tem vindo a organizar, a Maré de Contos.
Esta iniciativa, que em 2019 terá a sua 11ª edição e decorrerá entre o dia 6 e 9 de Março, é um festival do contar na sua diversidade de expressões – ilustração, oralidade, leitura, encenação.

Conta este ano, com oficinas, sessões de contos, Feira do Livro, exposição de gravura, resultado de uma Oficina de Ilustração com Rachel Caiano e os alunos da Artes Visuais da Escola Secundária.

As actividades decorrem em diversos espaços do concelho: Biblioteca Municipal, escolas, bares, juntas de freguesia, casas do povo. O Festival procura ir ao encontro de residentes, alunos e visitantes nos locais onde se reúnem. O intuito é “invadir” espaços inusitados da cidade.

Para mais informação ver http://maredecontos.blogspot.com/

Conferência: Arquitectura e Urbanismo


A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, acolhe no próximo dia 22 de Fevereiro (sexta-feira), a partir das 18 horas, uma conferência sobre Arquitectura e Urbanismo, seguindo-se um debate.

Será feita uma breve viagem “Do Gótico à Contemporaneidade” através da História Europeia da Arquitectura, suas implicações e relações com a História do Velho Continente, durante as diferentes épocas. No decorrer do evento serão apresentadas imagens, músicas e poemas.

O arquitecto António Moura Pereira será o orador desta conferência, que contará com a participação de Miguel Andrade e Teresa Moreno na declamação de poesia.
A produção, imagem, música e som estarão a cargo de Rachel Robinson e do pianista Luís Conceição.

12.2.19

Lançamento do Livro de poesia


Quinta-feira, dia 14 de fevereiro pelas 18h00, irá decorrer na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos a sessão de Lançamento do Livro "Murmúrios" de Isabel Maria Pinheiro.


11.2.19

Rede Azul apresenta “Moda Vestra” em Tavira

A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos acolhe, no dia 16 de fevereiro, pelas 21h30, o projeto inédito e de cariz experimental “Moda Vestra”, cujo conceito e a coordenação são da responsabilidade da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve.
Uma performance que integra o coletivo de artistas algarvios João Frade (acordeonista), Sickonce (produtor de música eletrónica) e Ana Perfeito (artista visual). Juntos, a partir das sonoridades musicais do Algarve e outros universos, exploram a ambiguidade entre o tradicional e o passado, o presente e o futuro. Uma fusão de estilos e diferentes meios.

“Moda Vestra” é um espetáculo inovador que abre novos horizontes criativos, tendo vindo a apresentar-se nas várias salas dos coprodutores, numa lógica de circulação e descentralização culturais.

São parceiros e coprodutores deste projeto os Municípios de Loulé, Faro, Albufeira, Castro Marim, Lagoa, Lagos, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira (membros da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve) e a Mito Algarvio - Associação de Acordeonistas do Algarve, os quais contam com a parceria da empresa ProActiveTur, Lda./Projecto TASA e o apoio do programa 365 Algarve/Turismo de Portugal e da Direção Regional de Cultura do Algarve.

Preço: €5,00
Duração: 75 minutos
Público: > 12 anos


5.2.19

Encontro com autores

Sexta, dia 8 de fevereiro pelas 18h00, irá decorrer na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos a apresentação do livro "O sexto continente: a nação-Internet" de António Covas por Jorge Queiroz.


31.1.19

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!


“Escritor norte-americano, Philip Milton Roth nasceu a 19 de Março de 1933, na cidade de Newark, no estado da Nova Jérsia e faleceu a 22 de maio de 2018, em Nova Iorque. Filho de um mediador de seguros de origem austro-húngara, tornou-se num grande entusiasta de baseball aos sete anos de idade. Descobriu a literatura tardiamente, aos dezoito.
Após ter concluído o ensino secundário, ingressou na Universidade de Rutgers mas, ao fim de um ano, transferiu-se para outra instituição, a Universidade de Bucknell. Interrompeu os seus estudos em 1955, ao alistar-se no exército mas, lesionando-se durante a recruta, acabou por ser desmobilizado. Decidiu pois retomar os seus estudos, trabalhando simultaneamente como professor para poder prover ao seu sustento, tendo-se licenciado em 1957, em Estudos Ingleses. 
Inscreveu-se depois num seminário com o intuito de apresentar uma tese de doutoramento, e perdeu o entusiasmo, desistindo deste seu projecto em 1959. Preferindo dar início a um esforço literário, passou a colaborar com o periódico New Republic na qualidade de crítico de cinema, ao mesmo tempo que se debruçava na escrita do seu primeiro livro, que veio a ser publicado nesse mesmo ano, com o título Goodbye, Columbus (1959). A obra constituiu uma autêntica revelação, comprovada pela atribuição do prémio literário National Book Award. Mereceu também uma adaptação para o cinema pela mão do realizador Larry Peece. 
Seguiram-se Letting Go (1962) e When She Was Good (1967), até que, em 1969, Philip Roth tornou a consolidar a sua posição como romancista através da publicação de Portnoy's Complaint (1969, O Complexo de Portnoy), obra que contava a história de um monomaníaco obcecado por sexo. O autor passou então a optar por fazer reaparecer muitas das suas personagens em diversas narrativas. Depois de The Breast (1972), romance que aludia à Metamorfose de Franz Kafka, David Kepesh, o protagonista que se via transformado num enorme seio, torna a figurar em The Professor Of Desire(1977) e em The Dying Animal (2001). Um outro exemplo de ressurgência é Nathan Zuckermann, presente em obras como My Life As A Man (1975), Zuckermann Unbound (1981), I Married A Communist (1998, Casei Com Um Comunista ) e The Human Stain (2000). 
Tendo dado início a uma carreira docente em meados da década de 60, e que incluiu a sua passagem por instituições como as universidades de Princeton e Nova Iorque, Philip Roth encontrou muita da sua inspiração em incidentes e ambientes da vida académica.
Em 1991 publicou um volume dedicado à história da sua própria família, Patrimony , trabalho que foi galardoado com o National Critics Circle Award no ano seguinte, uma entre as muitas honrarias concedidas ao autor. 
Em 1997, Philip Roth ganhou Prémio Pulitzer com Pastoral Americana. Em 1998 recebeu a Medalha Nacional de Artes da Casa Branca e em 2002 o mais alto galardão da Academia de Artes e Letras, a medalha de Ouro da Ficção, anteriormente atribuída a John dos Passos, William Faulkner e Saul Bellow, entre outros. Ganhou duas vezes o National Book Critics Award. 
Em 2005, A Conspiração contra a América recebeu o prémio da Sociedade de Historiadores Americanos pelo «excecional romance histórico sobre um tema americano, relativo a 2003-2004», e foi considerado Melhor Livro do Ano por inúmeras publicações, entre elas: New York Times Book Review, San Francisco Chronicle, Boston Globe, Chicago Sun-Times, Los Angeles Times Book Review, Washington Post Book World, Times e Newsweek. No Reino Unido, Recebeu ainda o W.H. Smith Award para Melhor Livro do Ano.
Em 2011 recebe o Man Booker International Prize, prémio que procura destacar a influência de um escritor no campo da literatura. Trata-se de um reconhecimento do trabalho pessoal, e não de uma obra sua em particular. No ano seguinte, recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias, a maior distinção de Espanha.”


9.1.19

Exposição de desenhos a tinta-da-china "Rostos da gente"


Dia 15 de janeiro, às 18h00, terá lugar na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, a inauguração da exposição de desenhos a tinta-da-china "Rostos da Gente", com a presença do autor Pedro Luís Costa Antunes.
Até 20 de Fevereiro de 2019, abertura das 10h00 às 18h30 (de terça-feira a sexta-feira) e das 14h00 às 18h00 (segunda-feira e sábado).

2.1.19

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!


José Cardoso Pires

“Escritor português, José Augusto Neves Cardoso Pires nasceu a 2 de Outubro de 1925, no concelho de Vila de Rei, em Castelo Branco. Filho de um oficial da marinha, ainda criança muda-se com os pais para Lisboa, cidade que abraçou e amou. Exerceu várias profissões, entre as quais, redator de uma revista feminina, Eva, em finais dos anos 40. Em 1949, publica o seu primeiro livro, "Os Caminheiros e Outros Contos", retirado de circulação pela censura. Nos princípios dos anos 50, foi detido pela PIDE depois da apreensão do seu livro de contos "Histórias de Amor". Nos anos 60 foi membro da Sociedade Portuguesa de Escritores. Em 1963 publica "Hóspede de Job", livro dedicado ao seu irmão, morto enquanto cumpria o serviço militar nos anos 50, e que lhe valeu o Prémio Camilo Castelo Branco em 1964; e "O Delfim" em 1968. Em inícios dos anos 70, foi professor de Literatura Portuguesa e Brasileira em Inglaterra, no King's College da Universidade de Londres. Dois anos depois, já em Portugal, publica "Dinossauro Excelentísimo". Já nos anos 80, publica "A Balada da Praia dos Cães", romance que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e que foi alvo da realização de um filme, com o mesmo nome, de José Fonseca e Costa, em 1987. Neste mesmo ano publica "Alexandra Alpha", obra que mereceu o Prémio Especial da Associação de Críticos, de São Paulo, no Brasil. Em 1995 sofreu um acidente vascular cerebral que o levou a ficar algum tempo em estado de coma. Recuperado, publica em 1997 a obra "De Porfundis, Valsa Lenta", pela qual recebeu dois prémios: Prémio D. Dinis e Prémio da Crítica, atribuído pela Associação Internacional de Críticos Literários; e "Lisboa, Livro de Bordo". Entre os prémios já mencionados, recebeu também o Prémio Internacional União Latina (1991), o Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Último Novecento (1992) e o Prémio Pessoa (1997). Em 1998 sofreu outro acidente vascular cerebral, que viria a ser a causa da sua morte a 26 de Outubro, em Lisboa. Em Setembro desse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores. Foi autor de contos, romances, crónicas e ensaios (como em "E Agora José?", 1977) e de peças de teatro (como "O Render dos Heróis" (1960) e "O Corpo Delito na Sala de Espelhos", 1980).”



14.12.18

Encontro com autores

Hoje, 14 de dezembroàs 18h00 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "Em nome D`el Rey" de Luís Barriga.


Luís Barriga, nascido a 24 de maio de 1961, em Estoi, Concelho de Faro. Psicólogo Clínico, reconhecido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, Mestre em Psicologia Perinatal, Investigador em Psicologia Clínica. Foi Docente Universitário, orientador de Estágios Profissionais da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Diretor da Casa do Povo de Estoi.
Autor de: Sombra e Sol - Vai a rua em duas cores; Mais Sol Que Sombra.; Estoi – Festa da Pinha.


4.12.18

Ciclo de colóquios 2018


O Soroptimist Internacional Clube de Tavira, numa parceria entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, apresentou, entre Outubro e Dezembro de 2018, um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.
O principal objectivo destes encontros tem sido a reflexão sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino/aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.

O ciclo, que chega ao fim, tem decorrido na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.
O último colóquio decorrerá no dia 07 de dezembro, às 18h00 e será apresentado por Aurízia Anica da Universidade do Algarve.

30.11.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930. Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias. Sem nunca ter escrito poesia, a sua escrita é predominantemente poética, e a condição humana é o tema profundo da sua obra: simbolista-decadentista no início, com História de um Palhaço, impressionista no final, quando escreve Os Pescadores e As Ilhas Desconhecidas, considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa». As suas Memórias – que agora se apresentam reunidas num único volume – são uma das grandes referências nacionais neste género literário.


Exposição de fotografia "Paisageando coisas reais por dentro"


“Paisageando coisas reais por dentro" é uma exposição de fotografia, desenho e gravura de paisagem da autoria de Jiřina Nebesa e Miguel Proença.

A Jiřina Nebesa e o Miguel Proença […] fotografam as suas visões, ancoradas nas suas mais profundas experiências vitais. Escolhem os planos, os momentos, os ângulos, a luz, ..., e devolvem-nos essa amálgama em forma de imagem. Mas que viram e dissecaram os seus olhares? […]”

(Eduardo Vaz, in Catálogo da exposição Paisageando coisas reais por dentro, 2018)

Inaugura a 3 de Dezembro de 2018, pelas 18h00, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira.
Até 11 de Janeiro de 2019, abertura das 10h00 às 18h30 (de terça-feira a sexta-feira) e das 14h00 às 18h00 (segunda-feira e sábado).

28.11.18

Ciclo de colóquios 2018

O Soroptimista Internacional Clube de Tavira, em regime de cooperação entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal de Álvaro de Campos, apresenta-se entre Outubro e Dezembro de 2018 , um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.

O principal objectivo destes encontros será refletir sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino / aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.
O ciclo decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.

O terceiro colóquio decorrerá dia 30 de novembro, às 18h00 e será apresentado por Rute Monteiro da Universidade do Algarve.

Exposição Pessoa (s) de Tavira


PESSOA (S) DE TAVIRA  
BIBLIOTECA MUNICIPAL ÁLVARO DE CAMPOS  
de SEG 26 NOV a SEX 21 DEZ
... O que eu sou hoje
é como a humidade no corredor do fim da casa, Pondo grelado nas paredes…
O que eu sou hoje  (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),  
In Aniversário, Álvaro de Campos
Esta pequena exposição é uma parte de um conjunto de documentos familiares que foram recentemente descobertos e que nos ajudarão a conhecer melhor a família paterna do escritor. Quem eram, onde viviam, o que faziam estes Pessoa(s) de Tavira, primos do poeta? Parte deste acervo documental estava “esquecido” num antigo cofre e outra parte estava arrumada em caixotes que, possivelmente, acabariam no lixo e se perderiam para sempre, não fosse a sensibilidade de um familiar do poeta que os salvou e me entregou em mãos… Não só ficámos a conhecer a prima “Lisbela” como, também, outros parentes do lado paterno do escritor que com ele, certamente, privaram nas suas deslocações à cidade de Tavira.  
Rui Cansado Guedes mais info: Rui Cansado Guedes: cansadoguedes@hotmail.com

20.11.18

Encontro com autores


Sábado, dia 24, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal Álvaro de CamposPedro Jubilot apresenta “Cartas da Mancha”, uma coleção de missivas poéticas enviadas da costa sul de Inglaterra e da costa norte de França, com o Canal de permeio. Este livro encerra a trilogia iniciada com “Postais da Costa Sul” e “Telegramas do Mediterrâneo”.

Pedro Jubilot editou fanzines, webzines e outras folhas volantes. Em 2001, foi vencedor do concurso ‘Micro-contos de Natal’ do jornal Público com “Visita”.
É membro da direção da Associação Casa Álvaro de Campos de Tavira e escreve, mensalmente, no jornal Postal do Algarve (caderno Cultura.Sul) a crónica “Quotidianos Poéticos”.
Em 2013, publicou o seu primeiro livro “Postais da Costa Sul” que serviu de mote para a seguir criar com Jorge Jubilot (fotografia) a CanalSonora - pequena estrutura independente, sem fins lucrativos - que se centra na divulgação artística, essencialmente na escrita e imagem.

19.11.18

Encontro com autores

Dia 22, quinta-feira, pelas 18h00, terá lugar na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, a sessão de lançamento do livro “Cidade – Cadente” da autoria de Renato Aires. Este aborda de uma forma não convencional a corrupção do Ser Humano.

Renato Aires frequentou o curso de formação de atores do Centro Dramático de Évora (CENDREV) – Teatro Garcia de Resende e trabalhou como ator em várias companhias de teatro: Cornucópia, Garcia de Resende, EXPO-98 (Peregrinação), Maria Matos, D. Maria I. Em 2012, publicou o livro “O TOTEM DE MARMARAHARMMUKE”.

14.11.18

Sessão Informativa

No dia 17 de novembroàs 15h na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Sessão informativa (Como tratar da saúde por métodos menos ortodoxos: Homeopatia - Acupunctura - Nova Medicina Germânica).

6.11.18

Concerto com IN TENTO trio

No dia 09 de novembroàs 18h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Concerto com IN TENTO trio. 

IN TENTO trio, banda constituída por Fernando Pessanha no piano, Pedro Reis no baixo e Jorge Guedes na bateria, apresenta um espectáculo que consiste numa simbiose entre música, declamação lírica e projecção de excertos dos textos que são musicados. Com a colaboração da fotografa Neuza Monteiro.

06 a 30 de Novembro - Livro e exposição de desenhos de Matthijs Warner


06 a 30 NOV Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, Tavira. 

Livro e exposição de desenhos de Matthijs Warner.  O livro contem poemas de Álvaro de Campos e desenhos de Matthijs Warner.
Os desenhos são ilustrações de pessoas. Pessoas sem atributos; sem distrações. Tal como Álvaro de Campos nos seus poemas, tratam da "vida despida", que leva à verdade nua. Poemas em Português, com tradução para Inglês.
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Matthijs Warner's book and exhibition of drawings
The book is composed of Álvaro de Campos' poems with drawings by Matthijs Warner.
The drawings are illustrations of people. People without any attributes; without distractions. Just like Álvaro de Campos in his poems, they deal with the "naked life", which leads to the naked truth. Poems in Portuguese, with English translation.




O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Mia Couto (1955) é um escritor, poeta e jornalista moçambicano. Ganhador do Prémio Camões de 2013.
Mia Couto (1955), pseudónimo de António Emílio Leite Couto, nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, África, no dia 5 de julho de 1955. Filho de Fernando Couto, emigrante português, jornalista e poeta que pertencia aos círculos intelectuais de sua cidade. Com 14 anos, Mia Couto publicou seus primeiros poemas no jornal Notícias da Beira. Em 1971 deixou a cidade da Beira e foi para a capital Lourenço Marques, hoje Maputo, para ingressar no curso de Medicina, que não concluiu.
A partir de 1974 passou a trabalhar como jornalista na Tribuna e no Jornal de Notícias. Em 1976, com a independência, tornou-se repórter e diretor da Agência de Informação de Moçambique. Foi jornalista da revista semanal Tempo, entre 1979 e 1981. Em 1983, publicou seu primeiro livro de poesias “Raízes de Orvalho”. Em 1985, abandonou a carreira de jornalista e ingressou no curso de Biologia, na Universidade de Eduardo Mondlane, com especialidade em Ecologia.
Em 1992, Mia Couto publicou “Terra Sonâmbula”, seu primeiro romance, escrito em prosa poética, onde compõe uma bela fábula passada no Moçambique pós-independência, mergulhado na devastadora guerra civil que se estendeu por dez anos. Em 1995, a obra ganhou o Prêmio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos. O livro foi considerado, por um júri especial da Feira do Livro de Zimbabwe, um dos melhores doze livros africanos do século XX.
Mia Couto escreveu poesias, contos, romances e crónicas. Entre suas obras se destacam: “Cada Homem é Uma Raça” (1990), “Cronicando” (1991), “Raízes de Orvalho e Outros Poemas” (1999), “Mar Me Quer” (2000), “Um Rio Chamado Tempo” (2002), “O Fio das Miçangas” (2003), “Venenos de Deus, Remédios do Diabo” (2008), “Tradutor de Chuvas” (2011), “A Confissão da Leoa” (2012) e “Mulheres de Cinza” (2015).
Mia Couto é o autor moçambicano mais traduzido e divulgado no exterior e um dos autores estrangeiros mais vendidos em Portugal. Recebeu inúmeros prémios nacionais e internacionais, por vários dos seus livros e pelo conjunto da obra literária, entre eles: Prémio Vergílio Ferreira (1999), pelo conjunto da obra, Prémio União Latina de Literaturas Românicas (2007) e Prémio Camões (2013). É o único escritor africano que é membro da Academia Brasileira de Letras, como sócio correspondente, eleito em 1998, para a cadeira nº 5.
Como Biólogo, foi o responsável pela preservação da reserva natural da Ilha de Inhaca, em 1992. Realizou trabalhos de pesquisa em diversas áreas, especialmente em áreas costeiras. É diretor da empresa Impacto, que realiza avaliações de impacto ambiental. É professor da cadeira de Ecologia em diversas faculdades da Universidade Eduardo Mondlane.”

In: https://www.ebiografia.com/mia_couto/

27.10.18

No dia 02 de novembroàs 21h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos. 

23.10.18

Ciclo de colóquios 2018


O Soroptimista Internacional Clube de Tavira, em regime de cooperação entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal de Álvaro de Campos, apresenta-se entre Outubro e Dezembro de 2018 , um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.

O principal objectivo destes encontros será refletir sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino / aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.
O ciclo decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.

O segundo colóquio decorrerá dia 24 de outubro, às 18h00 e será apresentado por Teresa Vitorino e Jorge Santos da Universidade do Algarve.

18.10.18

2º Concurso Book Trailers


"A Rede de Bibliotecas de Tavira leva a cabo a 2ª edição do concurso de Book Trailers no Concelho de Tavira, com o principal objetivo de dinamizar e promover a leitura, a cultura e as Bibliotecas.

Um book trailer é um vídeo curto que tem como objetivo apresentar de maneira breve e visual a atmosfera de um livro, sem mostrar a trama completa nem o desenlace, de maneira a sugerir e criar o interesse do leitor para ler aquele livro.

Para participar, o regulamento e o formulário de pré-inscrição, podem ser consultado e preenchido online, respectivamente em 2º Concurso Book Trailers  até ao dia 23 de Janeiro de 2019.
Após esse período os inscritos, serão contactados para a informação sobre a entrega dos trabalhos, que ocorrerá até ao dia 28 de Fevereiro de 2019.”

3.10.18

Apresentação da revista Nova Águia


No dia 06 de outubroàs 17h00 a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos recebe a apresentação da revista Nova Águia.  

29.9.18

O Autor do mês - Todos os meses, um autor em destaque!



Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Filho do pintor e dourador Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no Morro do Livramento. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.”, no Periódico dos Pobres, número datado de 3 de outubro de 1854. Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.
O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 1869, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. Foi companheira perfeita durante 35 anos.
O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), publicou em folhetins, o romance A mão e a luva. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O CruzeiroA EstaçãoRevista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis - Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. Do grupo de intelectuais que se reunia na redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais(1901). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico.
A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.
A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1937, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos(1956); Contos esquecidos (1956); Contos recolhidos (1956); Contos avulsos (1956); Contos sem data (1956); Crônicas de Lélio (1958); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1956).“



Ciclo de colóquios 2018

O Soroptimista Internacional Clube de Tavira, em regime de cooperação entre a Universidade do Algarve e a Biblioteca Municipal de Álvaro de Campos, apresenta-se entre Outubro e Dezembro de 2018 , um ciclo de 4 colóquios “Boas Práticas em Educação”.

O principal objectivo destes encontros será refletir sobre formas de ultrapassar as dificuldades no ensino / aprendizagem, procurando contribuir para a difusão de boas práticas.
O ciclo decorrerá na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos em Tavira.

O primeiro colóquio decorrerá dia 4 de Outubro, às 18h00 e será apresentado por António Guerreiro da Universidade do Algarve.

Encontro com autores

No dia 03 de outubroàs 17h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "O verdadeiro amor de M.Dias" de Isabel Vila Pery por Maria João Neves.

11.9.18

Encontro com autores



No dia 14 de setembroàs 17h30 na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, mais um “ENCONTRO COM AUTORES”. 
Desta vez uma sessão de apresentação do livro "Confissões De Uma Miúda Gira" de Ângela Caboz.