"Álbum de famílias
todas diferentes e especiais"
de Susana Amorim
Fábula, 2023
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura – 1.º Ciclo.
de Susana Amorim
Fábula, 2023
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura – 1.º Ciclo.
O que é uma família? O que ajuda uma família a ser feliz? Estas são as perguntas que a Esperança colocou aos seus colegas, desafiada pela professora a refletir sobre a diversidade das famílias atuais.
Com as respostas, a Esperança fez um álbum muito especial sobre crianças que vivem com ambos os pais, ou apenas com um deles; crianças que alternam entre a casa da mãe e a casa do pai, ou que vivem com outros familiares; crianças acolhidas em famílias ou em instituições; crianças adotadas ou que têm dois pais ou duas mães.
Ao lê-lo, perceberás que todas as famílias são muito diferentes, mas têm uma coisa em comum. Sabes o que é? São um espaço de afetos, onde o amor que as une é mais importante do que qualquer outra das suas caraterísticas.
in: wook.pt
de Ricardo Araújo Pereira
ed: Tinta da China, 2023
Coisa Que não Edifica nem Destrói é uma experiência social em que Ricardo Araújo Pereira divaga sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito, mas talvez não interessem a mais ninguém. Às vezes, aborrece as pessoas.
O objetivo começou por ser obter o maior número possível de ouvintes, como «quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do Instagram, e agora é obter também o maior número possível de leitores. Partindo de temas específicos — como o medo, a precisão de uma piada, excrementos, moscas, irritações e, sempre, o humor —, RAP ilustra os seus argumentos recorrendo a textos, desde a antiguidade clássica até aos nossos dias, que usam a linguagem como motor da eficácia nos mecanismos humorísticos.
O podcast homónimo está disponível nas plataformas do Expresso e da SIC.
«Vai falar-se desavergonhadamente de humor. É melhor dizer esavergonhadamente, porque isto de um humorista falar do seu ofício é um passatempo que às vezes é não só escarnecido, como até desaconselhado. A primeira frase da História do Riso e do Escárnio, de Georges Minois, é: ‘O riso é assunto demasiadamente sério para ser deixado aos cómicos.’ Ora, eu estou-me borrifando para as advertenciazinhas do Georges e falo do que eu quiser. Mas de facto não falta quem ache esquisito que um humorista se entretenha a falar de humor, e eu tenho impressão de que isso se deve a algumas expectativas que nós costumamos ter não só em relação ao humor, mas também, por extensão, aos humoristas.
Por exemplo, isto não acontece em outras áreas de actividade, muito pelo contrário. O que causaria estranheza seria que um músico, um pintor ou um realizador não tivessem uma ideia sobre o que o seu trabalho deveria ser. E um escritor que não saiba nada de literatura é, aliás, muito justamente, reputado de idiota. Quando se trata de humor, parece que se considera que falar do assunto estraga uma espécie de magia, ou destrói aquela espontaneidade que está normalmente associada ao discurso humorístico. Mas convém não perder de vista que essa espontaneidade é quase sempre apenas aparente e que é tanto mais persuasiva e eficaz quanto melhor for fingida. No fundo, o que eu quero dizer é que isto do humor tem tanto de místico como qualquer outra forma de escrita ou de trabalho, ou seja, nada.» —RICARDO ARAÚJO PEREIRA
in: wook.pt
de Violeta Monreal
Everest Editora, 2001
O livro infantojuvenil "Surpresa!", de Violeta Monreal, foca-se na imaginação e criatividade, com elementos interativos ou sensoriais, como texturas, com experiência tátil e a interação física como partes integrantes da narrativa, gira em torno da surpresa imaginativa e da interação sensorial.
de Maria Filomena Mónica
Obra de reflexão, incisiva e bem-humorada que nasce do desencanto da autora com o contrato que os cidadãos estabelecem com o Estado, crucial num regime democrático, mas de onde saímos, regra geral, a perder.
Maria Filomena Mónica é licenciada em filosofia e doutorada em sociologia, é investigadora e autora de diversas obras nas áreas das ciências sociais e história.
Neste livro visita diversos “lugares do poder” desde o Parlamento aos tribunais, autarquias, partidos e a Igreja Católica. Depara-se com burocratas e políticos que, embora “poderosos”, são também “ridículos e enfadonhos”. Como refere a autora, esse enfado parece ser deliberado, quase como um modo de “adormecer o país” para poderem agir à vontade.
O autoritarismo institucional, o centralismo e a alienação da cidadania continuam bem presentes nos dias de hoje o que confere ao livro uma grande atualidade. Tendo sido editado pela primeira vez em 1993 foi alvo de várias reedições Ressalto desta leitura, não tanto o que mudou, mas o que permanece, até hoje (2025), 33 anos depois.
de César Aira
ed: Assírio & Alvim, 2005
Como Me Tornei Monja é uma colectânea de três novelas de César Aira, um dos escritores mais importantes da actual literatura argentina e um mestre da arte muito peculiar da novela curta.
Como uma verdadeira caixa de surpresas, cada novela faz confluir, na sua acção, realidade e fantástico, transportando para caminhos imprevistos o leitor e estimulando-o a uma reflexão fascinante sobre as premissas e os contornos da sua própria realidade.
Como Me Tornei Monja foi considerado pelo jornal «El País» uma das dez mais importantes obras publicadas em Espanha no ano de 1998.
in: assirio.pt
de Município de Tavira, 2019
Uma iniciativa educativa, promovida pelo Município de Tavira para ensinar às crianças os princípios da Dieta Mediterrânica, utilizando a cidade como cenário e o avô Silvestre como guia para a Maria.
in: museumunicipaldetavira.pt