Deana Barroqueiro nasceu nos Estados Unidos da América, filha de emigrantes portugueses.
Deana Barroqueiro nasceu nos Estados Unidos da América, filha de emigrantes portugueses.
Vive em Lisboa desde a infância, onde se licenciou em Filologia Românica pela (FLUL).
Dedicou grande parte da sua vida ao ensino e à escrita.
Autora de mais de vinte obras, desenvolve há mais de três décadas um trabalho centrado sobretudo na expansão marítima portuguesa e na História dos séculos XV a XVII, cruzando investigação histórica e criação literária.
A sua obra, traduzida em várias línguas, inclui também textos de crónica, literatura juvenil e investigação gastronómica, tendo sido distinguida internacionalmente com vários prémios Gourmand World Awards.
Boas leituras!
de Hermann Hesse
ed: Difel, 2004
Originalmente publicado em 1929, O Lobo das Estepes continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna.
Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade.
O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros - alternadamente românticos, bizarros e selvagens - o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude.
Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meio humano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.
in: almedina.pt
"Letras ao Sol" regressa repleto de histórias, criatividade e descobertas A Biblioteca Municipal Álvaro de Campos promove, entre 07 de julho e 27 de agosto
Nesta edição do "Letras ao Sol", um programa gratuito que convida crianças e jovens, dos 4 aos 13 anos, a viver um verão cheio de leitura, criatividade e diversão. Ao longo de 16 sessões, os participantes poderão desfrutar de oficinas criativas, teatro, encontros com autores, expressão artística e muitas atividades lúdico-pedagógicas que estimulam a imaginação, a curiosidade e o gosto pelos livros.
Com esta iniciativa, o Município de Tavira continua a promover a leitura, a aprendizagem e o acesso à cultura durante as férias escolares.
Inscrições gratuitas.
Para mais informação consulte este Link, para descarregar o programa clique aqui!
de Joseph Roth
ed: Relógio D’Água, 2025
Passado em Viena no início do século xx, Zipper e o Seu Pai retrata a amizade de infância entre Arnold Zipper e o narrador, vista pelos olhos deste último, enquanto jovem.
A família Zipper acolhe com entusiasmo o novo amigo do filho e o rapaz fica fascinado com a sua vida acolhedora e suburbana. O pai de Zipper, fabricante de violinos e vendedor ambulante, está determinado a alcançar o sucesso.
À medida que os dois amigos crescem, as suas vidas seguem caminhos distintos — o exército, a universidade, as primeiras escolhas profissionais e um casamento desastroso com uma aspirante a actriz deixam marcas profundas — e cada um tem uma história muito diferente para contar. Das periferias de Viena às colinas de Hollywood, Zipper e o Seu Pai traça o percurso de uma geração que atravessou a experiência da guerra e, num período de profundas mudanças sociais, vê gradualmente ruir os seus sonhos.
“Joseph Roth é um dos grandes escritores de língua alemã deste século.”
[The Times]
“Pode não haver escritor moderno mais cativante e capaz de combinar romance e poesia, de fundir um realismo vigoroso e intocado com um brilhante poder de metáfora e comparação.”
[James Wood]
in: relogiodagua.pt
de David Machado
Alfaguara, 2019
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura – 1º Ciclo.
Atenção! Dentro deste livro, há ratos, gatos, monstros, bruxas, corujas, palhaços com alergias, moleiros sem farinha, uma avó bem penteada, balões, estrelas, muita ventania e uma grande vontade de ajudar.
Uma história ao mesmo tempo divertida e poética, dos conceituados autores David Machado e Mafalda Milhões, que lança o importante tema da ajuda ao próximo.
in: fnac.pt
de Antonio Monegal
Neste livro o ensaísta e professor catedrático catalão, Antonio Monegal, propõe uma reflexão clara e estimulante sobre o lugar da Cultura nas sociedades contemporâneas.
Num tempo em que tudo tende a ser avaliado pela utilidade imediata ou pelo valor económico, Monegal recorda que a Cultura é muito mais do que entretenimento ou indústria: é um espaço de pensamento crítico, memória e imaginação coletiva.
O autor defende que a cultura ajuda as sociedades a compreenderem-se a si próprias, a lidar com a complexidade e a manter viva a possibilidade de debate democrático. Escrito de forma muito acessível, este breve ensaio convida-nos a repensar o papel das instituições culturais e da própria vida intelectual.
Um livro pequeno em extensão, mas muito rico em ideias.