"Batida só"
de Giovana Madalosso
de Giovana Madalosso
Como sugere o título “Batida só”, o livro pulsa com emoções à flor da pele, excessos, afetos quebrados, tentativas de recomeço, relações intensas, solidão, amizade e a busca por pertencer a algum lugar. Desta forma a autora constrói um retrato urbano e muito contemporâneo das contradições femininas.
de Paul Auster
ed: Asa II, 2009
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca.
O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball.
Mais de uma década após a primeira edição de DA MÃO PARA A BOCA em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
in: almedina.net
de Helen Mortimer
Nuvem de Letras, 2023
Alguma vez te perguntaste o que significa respeitar os outros e ser respeitado?
Este livro vai ajudar-te a mostrar respeito, oferecendo-te as palavras que te vão permitir dar valor aos outros e a ti mesmo.
in: almedina.net
de Amin Maalouf
ed: Difel, 2001
Acusado de colocar em causa os códigos mais sagrados do Islão, o poeta persa Omar Khayyam encontra fortuitamente a simpatia do homem que terá de julgar os seus crimes. Reconhecendo-lhe o génio, o juiz decide poupá-lo e oferece-lhe um pequeno livro em branco, encorajando-o a colocar naquele livro a coleção dos seus pensamentos mais profundos. Assim começa a combinação perfeita de realidade e ficção que é Samarcanda.
Nele se relata a história da criação dos robaïyat ao longo da história do Império Seljúcida, das suas interações com figuras históricas como o vizir Nizam el Molk e Hassan Sabbah, da seita dos Assassinos e do seu relacionamento amoroso com uma poetisa da corte de Samarcanda.
Muito tempo depois, já no século XX, um homem fará todos os esforços para obter a edição original de Robaïyat, enquanto assiste à revolução constitucional persa de 1905-1907.
Samarcanda abrange séculos de história do Médio Oriente. Um livro brilhante, com uma narrativa de tirar o fôlego.
in: bertrand.pt
de Luísa Ducla Soares
Porto Editora, 2015
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura – 1º Ciclo.
Ah, como é bom rir!
A tradição oral portuguesa está cheia de contos divertidos e hilariantes que, ao longo dos tempos, têm feito rir muita gente tristonha e sisuda.
Como quem conta um conto acrescenta um ponto, Luísa Ducla Soares acrescentou-lhes peripécias originais com muito, muito humor.
Abram o livro e sorriam, riam ou soltem mesmo umas boas gargalhadas, pois rir é sempre um grande remédio.
in: fnac.pt
Luís de Sttau Monteiro (1926-1993) foi um escritor e dramaturgo português que se destacou pela sua crítica ao regime do Estado Novo.
É autor da peça "Felizmente Há Luar!" (1961), utilizou o teatro para denunciar a repressão e defender a liberdade. Devido às suas ideias, foi perseguido e preso pela PIDE.
Hoje, é considerado uma das principais vozes da resistência intelectual em Portugal no século XX. No ano do centenário do seu nascimento, a Biblioteca Municipal de Tavira destaca a sua obra. Boas leituras!