"Nós, as crianças...
temos direitos"
de Cláudia Manata, et al.
APEI, 2021
de Cláudia Manata, et al.
APEI, 2021
Projeto único no contexto mundial, este pop-up em 360º e de grandes dimensões, foi o resultado de um projeto colaborativo promovido entre a APEI e o IAC, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Câmara Municipal de Lisboa, concebido para comemorar o 30º aniversário da ratificação, por Portugal, da Convenção sobre os Direitos da Criança.
Concebido pela APEI e IAC (Cláudia Manata, Fernanda Salvaterra, Rita Rovisco e Rosa Montez), com a engenharia do papel da responsabilidade de André Pimenta e ilustrações criadas por Cátia Vide, Nós, as Crianças… Temos Direitos inclui um conjunto de atividades de exploração dos Direitos da Criança, pensadas para permitir a sua abordagem em contexto de educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico.
in: wook.pt
de Lídia Jorge
ed: Dom Quixote, 2005
É sob a epígrafe de Carlos Fuentes – “são possíveis várias vidas para fazer uma só pessoa” – que Lídia Jorge nos oferece este conto, em jeito de fábula, numa mise en scène do imaginário colonial, com todas as ressonâncias imperialistas que daí decorrem.
No palco estão três homens e o desejo comum de reviver experiências outras compartilhadas. O mote é simples, o enredo linear: o abate de um animal velho em modo de safari africano no Alentejo. O que se adivinhava um fim-de-semana calmo converte-se num déjà vu dos tempos idos em Moçambique ou não fosse o próprio leão vindo de Sofala. Tudo foi concebido, detalhadamente, pensado e ajustado, em prol de um desejo sem preço, pois é sempre esse o valor de uma vontade.
Nesta representação de poder e autoridade, neste vis-à-vis entre o instinto e a honra, é necessária uma certa dose de liderança, alinhada a um pseudo comportamento corretivo. O que, esperançosamente, seria o lado (pre)dominante deu lugar a uma lógica invertida. "O problema da vida de um homem é que acima do instinto tem a honra. O dever de um bicho é seguir o seu instinto. O dever de um homem é contrariá-lo", pois será esta mensagem moralizante do conto?
A desconstrução deste cenário implicará uma leitura mais profunda das raízes históricas, políticas e sociais, num exercício de análise de identidades, nesta sobreposição das camadas da memória e dos imaginários. Lídia Jorge convoca uma herança por todos partilhada, num género literário particular dentro da sua produção ficcional, exibindo uma ironia fina, divertida e subliminar. nós, então, pelo estágio deste conto enfabulado: “Uma vergonha. Éramos quatro, da mesma idade. Mas só um de nós se portou bem. E foi ele…ele pergunte, o bicho”.
in: doaj.org
de Jory John
Alma dos Livros, 2023
A MELHOR COLEÇÃO INFANTIL DO ANO
Um bestseller instantâneo do NEW YORK TIMES!
Toda a gente conhece os Feijões Fixes. Eles são fantásticos! Eles são demais! Eles são tãããooo fixes!
E depois há outro feijão de quem nunca ninguém ouviu falar. Um feijão que está sempre à margem, solitário e tímido, que tenta tudo para conseguir ser notado, tornar-se fixe e incluir-se no grupo, mas... sem sucesso...
Mas um dia, um acontecimento improvável vai colocá-lo no caminho dos Feijões Fixes e é então que, quando ele menos espera, a sua vida dá uma grande volta.
Com doses iguais de humor e aprendizagem, a dupla N. º1 do New York Times, Jory John e Pete Oswald, cria uma história maravilhosa, recordando-nos aquilo que é mais importante na vida.
"Esta é uma história terna e doce sobre como a generosidade e a gentileza são das mais importantes e verdadeiras qualidades de qualquer ser humano, oferecendo um ótimo exemplo aos jovens leitores e um lembrete aos mais velhos."
in: almedina.net
de Giovana Madalosso
Como sugere o título “Batida só”, o livro pulsa com emoções à flor da pele, excessos, afetos quebrados, tentativas de recomeço, relações intensas, solidão, amizade e a busca por pertencer a algum lugar. Desta forma a autora constrói um retrato urbano e muito contemporâneo das contradições femininas.
de Paul Auster
ed: Asa II, 2009
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca.
O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball.
Mais de uma década após a primeira edição de DA MÃO PARA A BOCA em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
in: almedina.net
de Helen Mortimer
Nuvem de Letras, 2023
Alguma vez te perguntaste o que significa respeitar os outros e ser respeitado?
Este livro vai ajudar-te a mostrar respeito, oferecendo-te as palavras que te vão permitir dar valor aos outros e a ti mesmo.
in: almedina.net